Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida (Rm 5:10)
Jo 21:20-23; Rm 1:1-4; 5:8-10; 2 Co 3:6
Após ter ouvido de Jesus que ainda era infantil, Pedro não ficou muito satisfeito e O questionou a respeito de João: "E quanto a este?", ao que o Senhor respondeu: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me" (Jo 21:22). Com isso, os discípulos concluíram que João não morreria, mas o próprio João, ao escrever seu evangelho, diz que isso seria impossível. Jesus se referia, na verdade, ao ministério do apóstolo João, que permanecerá até a volta do Senhor, o ministério do Espírito e vida.
Vimos que Paulo registrou em catorze epístolas todas as palavras que recebeu quando foi arrebatado ao terceiro céu (2 Co 12:1-4). Essas cartas nos trazem muita ajuda, mas precisamos atentar ao modo como as lemos, não apenas como letra, mas usando nosso espírito, pois assim tocaremos o Espírito e ganharemos vida (3:6).
A primeira carta de Paulo no Novo Testamento foi endereçada aos romanos. Nesse livro, Paulo nos mostra o evangelho de Deus em dois aspectos: Cristo como o Filho do Homem, descendente de Davi e, por outro lado, como o Filho de Deus, designado segundo o Espírito de santidade pela ressurreição dos mortos.
No primeiro aspecto temos o evangelho da graça, que é para a nossa salvação eterna. Nesse aspecto Cristo, como o Filho do Homem, veio para morrer por nós os pecadores e por Seu sangue somos justificados (Rm 5:8-10a). Todavia não devemos estacionar nessa primeira etapa; precisamos avançar para o segundo aspecto do evangelho, que é o evangelho do reino que enfatiza o aspecto da vida. O evangelho da graça mostra como Cristo resolveu o problema dos nossos pecados e nos deu a vida de Deus. O evangelho do reino mostra como essa vida precisa crescer. Isso acontece por meio do viver da igreja, onde servimos em espírito e em cooperação com outros irmãos e somos ajudados a negar nossa vida da alma. Dessa maneira somos salvos pela vida de Deus (v. 10b). Louvado seja o Senhor!
(Palavra extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
sexta-feira, 28 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
A importância dos companheiros espirituais
Quanto a Tito, é meu companheiro e cooperador convosco; quanto a nossos irmãos, são mensageiros das igrejas e glória de Cristo (2 Co 8:23). Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus (Ap 1:9)
Jo 21:18; At 20:16, 22-23; 21:4, 10-14
Vimos ontem que, ao término de sua segunda viagem, Paulo passou por Jerusalém, enquanto Silas retornou diretamente à Antioquia. É provável que eles tenham se encontrado em Antioquia e Silas tenha tomado conhecimento do que ocorreu em Jerusalém, mas sabemos que ele não quis partir com Paulo para a terceira viagem do apóstolo, pois a Bíblia registra que Paulo partiu sozinho. Aqui vemos novamente a importância de estar no espírito, e uma maneira de praticarmos isso é invocando o nome do Senhor. Silas sabia que, se fosse à Jerusalém, sofreria influência negativa do ambiente ali. A última menção de seu nome está registrada em 1 Pedro 5:12, quando o vemos em Babilônia, na companhia de Pedro.
Quando, já em sua terceira viagem, Paulo queria ir a Jerusalém para entregar as ofertas coletadas por ele, o Espírito tentou, por diversas vezes, impedi-lo, até mesmo por meio de um profeta chamado Ágabo (At 21:10-12). A resposta de Paulo foi: "Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus" (v. 13). Dessa forma, os irmãos não tinham como fazer mais nada e tiveram de aceitar sua decisão (v. 14).
Aqui temos uma importante lição. Em João 21, quando fala sobre apascentar e cuidar do rebanho, o Senhor mostrou a Pedro que não é bom realizar algo sozinho. Após perguntar por três vezes a Pedro se ele O amava, o Senhor Jesus disse: "Em verdade, em verdade te digo que, quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres" (v. 18). Nesse versículo o Senhor não se referia à idade física de Pedro, mas ao seu nível de crescimento na vida divina.
Qual é a nossa idade espiritual? Enquanto somos infantis ou almáticos, gostamos de agir por nós mesmos e fazer o que queremos, mas, quando a vida cresce, nós procuramos de modo espontâneo, trabalhar com outros irmãos e, consequentemente, as chances de errarmos diminuem. Em nosso serviço ao Senhor, Ele sempre espera que encontremos cooperadores, pois isso é um sinal de que a vida divina tem crescido em nós e temos deixado de ser infantis (2 Co 8:23; Ap 1:9).
(Palavra extraída do Alimento Diário)
Jo 21:18; At 20:16, 22-23; 21:4, 10-14
Vimos ontem que, ao término de sua segunda viagem, Paulo passou por Jerusalém, enquanto Silas retornou diretamente à Antioquia. É provável que eles tenham se encontrado em Antioquia e Silas tenha tomado conhecimento do que ocorreu em Jerusalém, mas sabemos que ele não quis partir com Paulo para a terceira viagem do apóstolo, pois a Bíblia registra que Paulo partiu sozinho. Aqui vemos novamente a importância de estar no espírito, e uma maneira de praticarmos isso é invocando o nome do Senhor. Silas sabia que, se fosse à Jerusalém, sofreria influência negativa do ambiente ali. A última menção de seu nome está registrada em 1 Pedro 5:12, quando o vemos em Babilônia, na companhia de Pedro.
Quando, já em sua terceira viagem, Paulo queria ir a Jerusalém para entregar as ofertas coletadas por ele, o Espírito tentou, por diversas vezes, impedi-lo, até mesmo por meio de um profeta chamado Ágabo (At 21:10-12). A resposta de Paulo foi: "Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus" (v. 13). Dessa forma, os irmãos não tinham como fazer mais nada e tiveram de aceitar sua decisão (v. 14).
Aqui temos uma importante lição. Em João 21, quando fala sobre apascentar e cuidar do rebanho, o Senhor mostrou a Pedro que não é bom realizar algo sozinho. Após perguntar por três vezes a Pedro se ele O amava, o Senhor Jesus disse: "Em verdade, em verdade te digo que, quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres" (v. 18). Nesse versículo o Senhor não se referia à idade física de Pedro, mas ao seu nível de crescimento na vida divina.
Qual é a nossa idade espiritual? Enquanto somos infantis ou almáticos, gostamos de agir por nós mesmos e fazer o que queremos, mas, quando a vida cresce, nós procuramos de modo espontâneo, trabalhar com outros irmãos e, consequentemente, as chances de errarmos diminuem. Em nosso serviço ao Senhor, Ele sempre espera que encontremos cooperadores, pois isso é um sinal de que a vida divina tem crescido em nós e temos deixado de ser infantis (2 Co 8:23; Ap 1:9).
(Palavra extraída do Alimento Diário)
quarta-feira, 26 de março de 2014
O discernimento espiritual de Silas
Pareceu bem a Silas permanecer ali (At 15:34)
At 17:1-15; 18:1-4; 18-23
Ontem vimos que muitas portas foram abertas na região da Macedônia. Quando falamos em "igreja", muitos pensam em um prédio, mas em Filipos havia um lugar de oração e também as casas de Lídia e do carcereiro. Não havia ali um grande auditório, mas a igreja se reunia em diferentes casas.
Na segunda viagem, Paulo e Silas ainda estiveram em Tessalônica, onde muitos foram convertidos (At 17:4), e também em Corinto (18: 1-4). Depois disso, eles deveriam retomar à Antioquia, mas, por algum motivo que não sabemos, Paulo quis passar por Jerusalém (v. 22). A partir de então, o registro de Atos não menciona mais Silas, que não acompanhou Paulo até Jerusalém, tampouco participou de sua terceira viagem.
Aqui cabe um parêntese. Antes da segunda viagem de Paulo, quando Judas e Silas acompanharam Bamabé e Paulo na leitura da carta de Jerusalém às igrejas dos gentios, eles deveriam ter retomado à Jerusalém após concluírem essa missão. No entanto Silas conhecia a situação dos santos em Jerusalém e não estava satisfeito com a ênfase excessiva às doutrinas e às práticas do judaísmo. Quando esteve em Antioquia e viu que os irmãos ali valorizavam a oração e a dependência do Espírito, reconheceu que essa era a sua necessidade e optou por permanecer ali (15:30-34).
Lucas, o autor do livro de Atos, não criticou a atitude de Paulo nem entrou em detalhes sobre o que ele fez em Jerusalém. Provavelmente Paulo esteve em contato com Tiago e soube da situação de fome que assolava a região da Judeia. Sabendo desse fato, Paulo deve ter assumido a responsabilidade por trazer ofertas quando voltasse da próxima viagem à Europa. Sabemos que em sua terceira viagem Paulo não agiu em total dependência do Espírito como fizera na companhia de Silas e que no final dessa viagem ele quase colocou em risco toda a revelação que recebera sobre a economia neotestamentária de Deus e até mesmo sua própria vida. Certamente o Espírito quis nos ensinar alguma coisa ao deixar isso registrado.
(Palavra extraída do Alimento Diário)
At 17:1-15; 18:1-4; 18-23
Ontem vimos que muitas portas foram abertas na região da Macedônia. Quando falamos em "igreja", muitos pensam em um prédio, mas em Filipos havia um lugar de oração e também as casas de Lídia e do carcereiro. Não havia ali um grande auditório, mas a igreja se reunia em diferentes casas.
Na segunda viagem, Paulo e Silas ainda estiveram em Tessalônica, onde muitos foram convertidos (At 17:4), e também em Corinto (18: 1-4). Depois disso, eles deveriam retomar à Antioquia, mas, por algum motivo que não sabemos, Paulo quis passar por Jerusalém (v. 22). A partir de então, o registro de Atos não menciona mais Silas, que não acompanhou Paulo até Jerusalém, tampouco participou de sua terceira viagem.
Aqui cabe um parêntese. Antes da segunda viagem de Paulo, quando Judas e Silas acompanharam Bamabé e Paulo na leitura da carta de Jerusalém às igrejas dos gentios, eles deveriam ter retomado à Jerusalém após concluírem essa missão. No entanto Silas conhecia a situação dos santos em Jerusalém e não estava satisfeito com a ênfase excessiva às doutrinas e às práticas do judaísmo. Quando esteve em Antioquia e viu que os irmãos ali valorizavam a oração e a dependência do Espírito, reconheceu que essa era a sua necessidade e optou por permanecer ali (15:30-34).
Lucas, o autor do livro de Atos, não criticou a atitude de Paulo nem entrou em detalhes sobre o que ele fez em Jerusalém. Provavelmente Paulo esteve em contato com Tiago e soube da situação de fome que assolava a região da Judeia. Sabendo desse fato, Paulo deve ter assumido a responsabilidade por trazer ofertas quando voltasse da próxima viagem à Europa. Sabemos que em sua terceira viagem Paulo não agiu em total dependência do Espírito como fizera na companhia de Silas e que no final dessa viagem ele quase colocou em risco toda a revelação que recebera sobre a economia neotestamentária de Deus e até mesmo sua própria vida. Certamente o Espírito quis nos ensinar alguma coisa ao deixar isso registrado.
(Palavra extraída do Alimento Diário)
terça-feira, 25 de março de 2014
O início da igreja em Filipos
Assim que teve a visão, imediatamente, procuramos partir para aquele destino, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho (At 16:10)
At 15:40 - 16:40
A segunda viagem de Paulo foi a de maior êxito pelo fato de ele, juntamente com Silas, se voltar constantemente ao espírito em oração. Primeiramente, eles voltaram às cidades onde haviam sido levantadas igrejas durante a primeira viagem, para encorajar os irmãos (At 15:41).
Depois de visitarem os santos na região da Galácia, Paulo e Silas resolveram ir para a Ásia, mas o Espírito Santo os impediu (16:6). Tentaram ir para a Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu (v. 7). Restou-Ihes, então, prosseguir para Trôade, onde Paulo teve a visão de um varão macedônio que pedia ajuda (vs. 8-9). Vemos que, inicialmente, eles não tinham planejado ir para a Europa, mas, assim que teve a visão, Paulo juntamente com os que estavam com ele, imediatamente partiram para a região da Macedônia (v. 10).
Após passarem por algumas cidades, eles chegaram a Filipos. Ali eles novamente oraram e encontraram, junto ao rio, um lugar de oração onde havia algumas mulheres orando. Paulo e Silas aproveitaram a oportunidade para falar a elas e o Senhor abriu o coração de uma vendedora de púrpura, chamada Lídia, que os convidou para ir até sua casa, onde seus parentes também foram batizados (vs. 14-15).
Ainda em Filipos, Paulo e Silas foram presos depois de serem injustamente acusados de perturbar a ordem daquela cidade (vs. 19-21). Naquela época, as prisões não eram como as de hoje, havia muitas grades e os detentos tinham os pés e as mãos presos a troncos para que não fugissem. À meia-noite, eles "oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam" (v. 25). Isso mostra que, mesmo nessa situação, eles estavam no espírito.
A Bíblia relata que, enquanto cantavam e oravam, sobreveio grande terremoto, e abriram-se as portas e as cadeias, mas os prisioneiros não fugiram. Cremos que isso ocorreu devido ao fato de haverem se convertido pelo testemunho dado por Paulo e Silas. Despertado do sono, o carcereiro viu as portas abertas e quis suicidar-se, pois certamente seria responsabilizado pela fuga dos presos. No entanto Paulo impediu que ele se matasse e, quando ele viu que todos permaneciam ali, ficou maravilhado. Então ele ouviu o evangelho e foi salvo. Na mesma noite, toda a sua família creu e todos, inclusive o carcereiro, foram batizados (vs, 30-33). Por não haverem cometido nenhum crime, Paulo e Silas foram soltos no dia seguinte e, depois de terem passado pela casa de Lídia, vendo os irmãos, os confortaram e então prosseguiram sua viagem (vs, 39-40).
(Palavra extraída do Alimento Diário)
At 15:40 - 16:40
A segunda viagem de Paulo foi a de maior êxito pelo fato de ele, juntamente com Silas, se voltar constantemente ao espírito em oração. Primeiramente, eles voltaram às cidades onde haviam sido levantadas igrejas durante a primeira viagem, para encorajar os irmãos (At 15:41).
Depois de visitarem os santos na região da Galácia, Paulo e Silas resolveram ir para a Ásia, mas o Espírito Santo os impediu (16:6). Tentaram ir para a Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu (v. 7). Restou-Ihes, então, prosseguir para Trôade, onde Paulo teve a visão de um varão macedônio que pedia ajuda (vs. 8-9). Vemos que, inicialmente, eles não tinham planejado ir para a Europa, mas, assim que teve a visão, Paulo juntamente com os que estavam com ele, imediatamente partiram para a região da Macedônia (v. 10).
Após passarem por algumas cidades, eles chegaram a Filipos. Ali eles novamente oraram e encontraram, junto ao rio, um lugar de oração onde havia algumas mulheres orando. Paulo e Silas aproveitaram a oportunidade para falar a elas e o Senhor abriu o coração de uma vendedora de púrpura, chamada Lídia, que os convidou para ir até sua casa, onde seus parentes também foram batizados (vs. 14-15).
Ainda em Filipos, Paulo e Silas foram presos depois de serem injustamente acusados de perturbar a ordem daquela cidade (vs. 19-21). Naquela época, as prisões não eram como as de hoje, havia muitas grades e os detentos tinham os pés e as mãos presos a troncos para que não fugissem. À meia-noite, eles "oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam" (v. 25). Isso mostra que, mesmo nessa situação, eles estavam no espírito.
A Bíblia relata que, enquanto cantavam e oravam, sobreveio grande terremoto, e abriram-se as portas e as cadeias, mas os prisioneiros não fugiram. Cremos que isso ocorreu devido ao fato de haverem se convertido pelo testemunho dado por Paulo e Silas. Despertado do sono, o carcereiro viu as portas abertas e quis suicidar-se, pois certamente seria responsabilizado pela fuga dos presos. No entanto Paulo impediu que ele se matasse e, quando ele viu que todos permaneciam ali, ficou maravilhado. Então ele ouviu o evangelho e foi salvo. Na mesma noite, toda a sua família creu e todos, inclusive o carcereiro, foram batizados (vs, 30-33). Por não haverem cometido nenhum crime, Paulo e Silas foram soltos no dia seguinte e, depois de terem passado pela casa de Lídia, vendo os irmãos, os confortaram e então prosseguiram sua viagem (vs, 39-40).
(Palavra extraída do Alimento Diário)
segunda-feira, 24 de março de 2014
A primeira viagem missionária de Paulo
E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Bamabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado (At 13:2)
At 13:1-3, 5, 13, 48-52; 14:5-7, 19-28; 15:1-4
Muitos cristãos gostam de analisar e debater as verdades bíblicas, tal como fizeram os efésios quando receberam a carta de Paulo. Nós, porém, fomos habilitados como ministros da nova aliança, que é do Espírito que dá vida (2 Co 3:6). Assim, quando usamos o nosso espírito para ler as epístolas de Paulo, nós ganhamos vida.
Anteriormente, vimos que Paulo foi estabelecido por Deus como apóstolo aos gentios e, por esse motivo, foi especialmente preparado pelo Senhor. Para que pudesse obter a revelação da economia neotestamentária de Deus, Paulo foi arrebatado ao terceiro céu (2 Co 12:1-4). Depois disso, ele ainda serviu ao Senhor por um período de tempo em Damasco. Como ainda era muito forte em suas opiniões, provocando a ira dos judeus que queriam matá-lo, ele foi encaminhado pelos irmãos primeiramente para Jerusalém e depois para Tarso, sua cidade natal. Não sabemos quanto tempo ficou lá, porém Barnabé se lembrou dele e o buscou para juntos servirem em Antioquia, onde o Espírito estava fazendo algo totalmente novo.
Enquanto oravam e serviam na igreja em Antioquia com outros profetas e mestres, Paulo e Barnabé foram separados pelo Espírito. Para sua primeira viagem o jovem João Marcos os acompanhou, mas por causa das muitas dificuldades e perseguições (At 13:50; 14:5-7, 19) ele retornou a Jerusalém (13:13). Paulo e Barnabé, contudo, prosseguiram com a pregação do evangelho e muitos foram salvos nas regiões de Antioquia, Derbe e Icônio, onde igrejas foram levantadas (vs. 12, 42-43; 14:20-23). Podemos inferir que, nessa primeira viagem, Paulo e Barnabé oraram muito para receber a orientação do Espírito Santo e que o saldo dessa viagem foi muito positivo.
Depois disso, Atos 15 nos relata que os irmãos de Jerusalém, onde havia muitos fariseus convertidos, queriam impor às novas igrejas que, além de crerem no Senhor Jesus, praticassem a lei e a circuncisão. Depois que o problema foi resolvido por meio da elaboração de uma carta contendo algumas instruções, as quais deveriam ser seguidas pelas igrejas levantadas por Paulo e Barnabé, eles decidiram partir para uma segunda viagem.
Barnabé, então, desejava dar uma segunda chance a João Marcos, que era seu parente, mas Paulo não concordou. Podemos dizer que, pelo pouco crescimento em vida que tinha, faltava-lhe paciência para levar consigo novamente o jovem que os havia abandonado na primeira viagem. Por esse motivo Paulo e Barnabé se desentenderam e vieram a separar-se. Barnabé e Marcos partiram para Chipre. Paulo elegeu Silas para acompanhá-lo. Silas, que era de Jerusalém, havia sido escolhido, juntamente com Judas, para acompanhar Paulo e Barnabé na leitura da carta aos gentios, mas resolvera permanecer em Antioquia pela condição adequada que viu na igreja ali (At 15:34). Ele se tornou um grande companheiro de Paulo na segunda viagem, na qual aprenderam a seguir o Espírito em tudo (2 Co 1:19; 1 Ts 1:1; 2 Ts 1:1).
(Palavra extraída do Alimento Diário)
At 13:1-3, 5, 13, 48-52; 14:5-7, 19-28; 15:1-4
Muitos cristãos gostam de analisar e debater as verdades bíblicas, tal como fizeram os efésios quando receberam a carta de Paulo. Nós, porém, fomos habilitados como ministros da nova aliança, que é do Espírito que dá vida (2 Co 3:6). Assim, quando usamos o nosso espírito para ler as epístolas de Paulo, nós ganhamos vida.
Anteriormente, vimos que Paulo foi estabelecido por Deus como apóstolo aos gentios e, por esse motivo, foi especialmente preparado pelo Senhor. Para que pudesse obter a revelação da economia neotestamentária de Deus, Paulo foi arrebatado ao terceiro céu (2 Co 12:1-4). Depois disso, ele ainda serviu ao Senhor por um período de tempo em Damasco. Como ainda era muito forte em suas opiniões, provocando a ira dos judeus que queriam matá-lo, ele foi encaminhado pelos irmãos primeiramente para Jerusalém e depois para Tarso, sua cidade natal. Não sabemos quanto tempo ficou lá, porém Barnabé se lembrou dele e o buscou para juntos servirem em Antioquia, onde o Espírito estava fazendo algo totalmente novo.
Enquanto oravam e serviam na igreja em Antioquia com outros profetas e mestres, Paulo e Barnabé foram separados pelo Espírito. Para sua primeira viagem o jovem João Marcos os acompanhou, mas por causa das muitas dificuldades e perseguições (At 13:50; 14:5-7, 19) ele retornou a Jerusalém (13:13). Paulo e Barnabé, contudo, prosseguiram com a pregação do evangelho e muitos foram salvos nas regiões de Antioquia, Derbe e Icônio, onde igrejas foram levantadas (vs. 12, 42-43; 14:20-23). Podemos inferir que, nessa primeira viagem, Paulo e Barnabé oraram muito para receber a orientação do Espírito Santo e que o saldo dessa viagem foi muito positivo.
Depois disso, Atos 15 nos relata que os irmãos de Jerusalém, onde havia muitos fariseus convertidos, queriam impor às novas igrejas que, além de crerem no Senhor Jesus, praticassem a lei e a circuncisão. Depois que o problema foi resolvido por meio da elaboração de uma carta contendo algumas instruções, as quais deveriam ser seguidas pelas igrejas levantadas por Paulo e Barnabé, eles decidiram partir para uma segunda viagem.
Barnabé, então, desejava dar uma segunda chance a João Marcos, que era seu parente, mas Paulo não concordou. Podemos dizer que, pelo pouco crescimento em vida que tinha, faltava-lhe paciência para levar consigo novamente o jovem que os havia abandonado na primeira viagem. Por esse motivo Paulo e Barnabé se desentenderam e vieram a separar-se. Barnabé e Marcos partiram para Chipre. Paulo elegeu Silas para acompanhá-lo. Silas, que era de Jerusalém, havia sido escolhido, juntamente com Judas, para acompanhar Paulo e Barnabé na leitura da carta aos gentios, mas resolvera permanecer em Antioquia pela condição adequada que viu na igreja ali (At 15:34). Ele se tornou um grande companheiro de Paulo na segunda viagem, na qual aprenderam a seguir o Espírito em tudo (2 Co 1:19; 1 Ts 1:1; 2 Ts 1:1).
(Palavra extraída do Alimento Diário)
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