E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito (2 Co 3:18). Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus (Hb 10:19).
Êx 25:10-22; 40:26; Lv 16:12; 1 Pe 2:9; Ap 5:8; 8:4
Em nossa aplicação e experiência do tabernáculo, primeiro passamos pelo altar do holocausto, que representa a cruz de Cristo, e pela bacia de bronze, que prefigura o lavar do Espírito Santo. Isso nos qualifica a entrar no Santo Lugar para servir a Deus. Ali desfrutamos a luz, o alimento do Senhor e as orações que fazemos a Ele. Que essa seja nossa experiência em qualquer dia e a qualquer hora, não apenas em dias especiais.
No Antigo Testamento, o Senhor determinou que apenas a casa de Arão servisse no Santo Lugar. Hoje, porém, todos somos parte do sacerdócio real e nação santa (1 Pe 2:9).
No Santo Lugar, temos o candelabro de ouro, que representa a luz da Palavra de Deus, e a mesa dos pães da proposição, que prefigura o Senhor como nosso alimento e também nossa experiência da mesa do Senhor todas as semanas. No tabernáculo tínhamos doze pães e taças sobre a mesa de ouro (Lv 24:5-6; Êx 37:16). Hoje, sobre a mesa do Senhor, temos um pão e um cálice. Embora sejamos muitos, somos unicamente um pão (1 Co 10:17). Louvado seja o Senhor, agora estamos todos em um só Corpo. Primeiro passamos pela luz do candelabro para, depois, desfrutar os pães que estão sobre a mesa e o cálice da bênção que transborda.
Diante do véu, havia ainda um terceiro item: o altar de ouro do incenso bem no centro do tabernáculo (Êx 40:26), que simboliza as nossas orações ao Senhor (cf. Ap 5:8; 8:3-4). O fogo para queimar o incenso do altar de ouro vinha do altar de bronze do átrio (cf. Lv 16:12).
Precisamos ter o hábito de ir ao altar de ouro para oferecer o incenso ao Senhor, isto é, despender mais tempo em oração a Ele. Quando a fumaça do incenso sobe, nossas orações também sobem ao Senhor. Deus, então, aspira a fumaça e fica satisfeito, pois há Cristo nela, e nós também ficamos satisfeitos.Além do Santo Lugar, havia um lugar mais interior no tabernáculo, o Santo dos Santos, também chamado de Lugar Santíssimo, onde apenas o sumo sacerdote podia ir uma vez ao ano (Hb 9:7). Entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos havia quatro colunas, onde se pendurava um véu, uma cortina. Atrás desse segundo véu ficava a arca da aliança, ou arca do testemunho. Ali era o lugar onde Deus se avistava com o homem (Êx 25:10-22).
O véu que isolava o Santo dos Santos do Santo Lugar tinha sobre si figuras de querubins bordadas. Ele era de uma só peça e foi posto sobre quatro colunas, preso por colchetes (Êx 26:33). Ninguém podia entrar no Santo dos Santos, exceto Moisés, que poderia entrar a qualquer momento, e o sumo sacerdote uma vez por ano. Os querubins representam a santidade de Deus. Somente quem era santo podia entrar no Santo dos Santos. Deus exigia não só que o problema do pecado fosse resolvido, como também que os sacerdotes fossem santos.
Hoje o Santo dos Santos é o nosso espírito, onde habita o Espírito de Deus. Além disso, pelo sangue de Jesus, podemos "entrar" com intrepidez no Santo dos Santos. Isso tudo é para nos encorajar a ter o hábito de "ir além do véu" (Hb 6:18-20), isto é, nos voltar ao espírito, a fim de nos reconciliar com Deus mais profundamente em nosso serviço a Ele (2 Co 5:20) e desfrutar de Sua presença gloriosa. Aleluia!
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
terça-feira, 3 de junho de 2014
A prática do partir do pão e o seu significado
Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo? (1 Co 10:16). Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo? Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR (Sl 116:12-13).
Êx 37:16; 1 Co 10:16-17; 1 Jo 1:7
Na mesa dos pães da presença no Santo Lugar do tabernáculo, havia dois itens: os cálices pequenos, ou galhetas (Êx 37:16), e os pães. Esse é um símbolo da mesa do Senhor, quando partimos o pão e nos lembramos de tudo o que Ele fez por nós. O cálice nos lembra do cálice da amargura, que o Senhor Jesus tomou por nós para que tomássemos o cálice da bênção.
A cada primeiro dia da semana, temos a mesa do Senhor em memória Dele. Na mesa temos um pão, que é partido para alimentar a todos, representando que, embora sejamos muitos membros do Corpo de Cristo, somos um só pão (1 Co 10:17). Todos fazemos parte desse pão que foi partido. Temos também o vinho, que representa Seu sangue, para purificação de nossos pecados. Louvado seja o Senhor, isso é o que nós desfrutamos todos os domingos ao partir o pão e tomar o cálice. O Senhor Jesus sofreu muito ao morrer na cruz, para que nós pudéssemos desfrutar Dele com um coração alegre e cheio de gratidão.
Que maravilhosa redenção encontramos no Senhor! Por meio do Seu sangue precioso, somos purificados de todos os nossos pecados (1 Jo 1:7) e, por meio de Sua redenção, desfrutamos o pão e o cálice. Ele foi partido por nós para que pudéssemos nos alimentar e ser fortalecidos com Sua vida. Quanto mais comemos de Cristo, mais nos tomamos um com Ele e com os irmãos! O Senhor Jesus tomou o cálice da ira (Jr 25:15); nós tomamos o cálice da bênção (1 Co 10:16). Quão preciosa é a mesa do Senhor! Ao participar dela, temos um sentimento de eterna gratidão.
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
Êx 37:16; 1 Co 10:16-17; 1 Jo 1:7
Na mesa dos pães da presença no Santo Lugar do tabernáculo, havia dois itens: os cálices pequenos, ou galhetas (Êx 37:16), e os pães. Esse é um símbolo da mesa do Senhor, quando partimos o pão e nos lembramos de tudo o que Ele fez por nós. O cálice nos lembra do cálice da amargura, que o Senhor Jesus tomou por nós para que tomássemos o cálice da bênção.
A cada primeiro dia da semana, temos a mesa do Senhor em memória Dele. Na mesa temos um pão, que é partido para alimentar a todos, representando que, embora sejamos muitos membros do Corpo de Cristo, somos um só pão (1 Co 10:17). Todos fazemos parte desse pão que foi partido. Temos também o vinho, que representa Seu sangue, para purificação de nossos pecados. Louvado seja o Senhor, isso é o que nós desfrutamos todos os domingos ao partir o pão e tomar o cálice. O Senhor Jesus sofreu muito ao morrer na cruz, para que nós pudéssemos desfrutar Dele com um coração alegre e cheio de gratidão.
Que maravilhosa redenção encontramos no Senhor! Por meio do Seu sangue precioso, somos purificados de todos os nossos pecados (1 Jo 1:7) e, por meio de Sua redenção, desfrutamos o pão e o cálice. Ele foi partido por nós para que pudéssemos nos alimentar e ser fortalecidos com Sua vida. Quanto mais comemos de Cristo, mais nos tomamos um com Ele e com os irmãos! O Senhor Jesus tomou o cálice da ira (Jr 25:15); nós tomamos o cálice da bênção (1 Co 10:16). Quão preciosa é a mesa do Senhor! Ao participar dela, temos um sentimento de eterna gratidão.
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Iluminados e Fortalecidos para Interceder pelas Pessoas
Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras (1 Co 15:3).
Jo 1:29, 36; Rm 6:4-6; Cl 2:12
O altar do holocausto no átrio do tabernáculo representa a cruz de Cristo. Assim como o sacerdote, para entrar no Santo Lugar e comer dos pães, precisava primeiramente do sacrifício no altar do holocausto, também nós, para participarmos da mesa do Senhor e desfrutarmos o pão e o cálice, precisamos da obra da cruz de Cristo. É a obra que Ele realizou por nós no madeiro que nos qualifica a servi-Lo. Como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Cristo foi nosso substituto (Jo 1:29, 36; Gl 3:13; 1 Jo 4:10).
Assim como o ofertante impunha as mãos sobre o animal que seria sacrificado, identificando-se com ele, também nós, quando cremos no Senhor, somos um com Ele em Sua morte na cruz (Rm 6:4-6). Pela fé, fomos crucificados com Cristo, e, em nosso velho homem, nosso homem natural, morremos com Ele. Pela fé, com Ele também ressuscitamos a fim de desfrutar Sua maravilhosa vida de ressurreição e andar em novidade de vida (Cl 2:12).
Uma vez que o fogo do altar do holocausto nunca se apagava, a obra da cruz de Cristo em nós jamais deve cessar; pelo contrário, a cruz deve operar em nós até que sejamos totalmente consumidos em nosso velho homem e absolutos para servir a Deus.
Aplicando os itens do Santo Lugar à nossa experiência, o primeiro que experimentamos é ser iluminados pela luz do candelabro, que simboliza a luz da Palavra (SI 119:105, 130). Embora tenhamos resolvido o problema do pecado no átrio, ao oferecer o sacrifício no altar de bronze, que prefigura a cruz de Cristo, ainda é possível levar conosco para o Santo Lugar nosso homem natural. Por isso temos as sete lâmpadas do candelabro nos iluminando intensamente (Ap 4:5). Quando iluminados pela Palavra do Senhor, podemos dizer: -o Senhor, purifica os meus pecados, transgressões e falhas e lava-me com Teu sangue precioso".
Uma vez iluminados e lavados, podemos desfrutar o Senhor como nosso pão da vida (Jo 6:51). Ele é o alimento que nos fortalece dia a dia a fim de nos fazer viver por meio Dele (v. 57). Por fim, somos conduzidos ao altar de incenso para orar e interceder pelos interesses de Deus (Ap 8:3). Dessa maneira, oferecemos Cristo como incenso a Deus. Tudo o que Cristo fez por nós e tudo o que Ele nos deixou em Sua Palavra é para que sirvamos a Deus com alegria e de forma absoluta.
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
Jo 1:29, 36; Rm 6:4-6; Cl 2:12
O altar do holocausto no átrio do tabernáculo representa a cruz de Cristo. Assim como o sacerdote, para entrar no Santo Lugar e comer dos pães, precisava primeiramente do sacrifício no altar do holocausto, também nós, para participarmos da mesa do Senhor e desfrutarmos o pão e o cálice, precisamos da obra da cruz de Cristo. É a obra que Ele realizou por nós no madeiro que nos qualifica a servi-Lo. Como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Cristo foi nosso substituto (Jo 1:29, 36; Gl 3:13; 1 Jo 4:10).
Assim como o ofertante impunha as mãos sobre o animal que seria sacrificado, identificando-se com ele, também nós, quando cremos no Senhor, somos um com Ele em Sua morte na cruz (Rm 6:4-6). Pela fé, fomos crucificados com Cristo, e, em nosso velho homem, nosso homem natural, morremos com Ele. Pela fé, com Ele também ressuscitamos a fim de desfrutar Sua maravilhosa vida de ressurreição e andar em novidade de vida (Cl 2:12).
Uma vez que o fogo do altar do holocausto nunca se apagava, a obra da cruz de Cristo em nós jamais deve cessar; pelo contrário, a cruz deve operar em nós até que sejamos totalmente consumidos em nosso velho homem e absolutos para servir a Deus.
Aplicando os itens do Santo Lugar à nossa experiência, o primeiro que experimentamos é ser iluminados pela luz do candelabro, que simboliza a luz da Palavra (SI 119:105, 130). Embora tenhamos resolvido o problema do pecado no átrio, ao oferecer o sacrifício no altar de bronze, que prefigura a cruz de Cristo, ainda é possível levar conosco para o Santo Lugar nosso homem natural. Por isso temos as sete lâmpadas do candelabro nos iluminando intensamente (Ap 4:5). Quando iluminados pela Palavra do Senhor, podemos dizer: -o Senhor, purifica os meus pecados, transgressões e falhas e lava-me com Teu sangue precioso".
Uma vez iluminados e lavados, podemos desfrutar o Senhor como nosso pão da vida (Jo 6:51). Ele é o alimento que nos fortalece dia a dia a fim de nos fazer viver por meio Dele (v. 57). Por fim, somos conduzidos ao altar de incenso para orar e interceder pelos interesses de Deus (Ap 8:3). Dessa maneira, oferecemos Cristo como incenso a Deus. Tudo o que Cristo fez por nós e tudo o que Ele nos deixou em Sua Palavra é para que sirvamos a Deus com alegria e de forma absoluta.
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
quinta-feira, 29 de maio de 2014
A visão do tabernáculo
Muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo! (Hb 9:14). Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus (1 Co 6:11)
Êx 25:8-9, 30-31, 40; 28:1; 30:1-8, 18-21
Deus mostrou a Moisés o modelo do tabernáculo, que seria o centro de adoração do povo de Israel (Êx 25:8-9, 40). Nele havia três partes ou compartimentos: o átrio, o Santo Lugar e Santo dos Santos. O átrio era a parte exterior, no qual havia altar do holocausto e a bacia de bronze. Quando os filhos de Israel traziam suas ofertas, os animais para sacrificar como holocausto, a oferta pacífica, a oferta pelo pecado etc, depois de imolados, eles eram colocados no todo ou em partes sobre o altar do holocausto, que ficava na entrada do átrio. A bacia de bronze estava um pouco mais à frente.
Quando um filho de Israel se apresentava diante de Deus, a primeira coisa que precisava fazer era resolver o problema do pecado. Para isso, ele levava um animal, impunha as mãos sobre ele e depois o entregava ao sacerdote, que o imolava perante o Senhor. Então os sacerdotes aspergiam o sangue ao redor do altar e depois preparavam o sacrifício de acordo com cada tipo de oferta.
Esse é um símbolo do sacrifício de Cristo a nosso favor, para resolver o problema de nossos pecados e nos reconciliar com Deus. Romanos 6:23 diz que "o salário do pecado é a morte"; Hebreus 9:22 diz que "quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão". Jamais poderíamos resolver essa questão por nós mesmos: nosso sangue não seria aceito porque somos pecadores e, mesmo que fosse aceito, teríamos de morrer. Como, então, o propósito de Deus seria cumprido? Louvado seja o Senhor, Ele a Si mesmo Se ofereceu como sacrifício a Deus e derramou Seu sangue para remissão de nossos pecados. Mediante Sua morte fomos reconciliados com Deus (Rm 5:10a; Cl 1:22)! Aleluia!
A bacia de bronze era para a purificação e santificação dos filhos de Israel. Nela os sacerdotes, representantes dos israelitas, lavavam-se para servir no tabernáculo (Êx 30:18-21). Portanto, para servir ao Senhor, depois de resolver a questão dos pecados no altar de holocausto, ainda era preciso purificar-se e lavar-se na bacia de bronze a fim de se santificar. Isso simboliza o lavar-se e santificar-se pela água da Palavra e do Espírito (1 Co 6:11). Uma vez cumpridos esses processos de purificação e santificação, os sacerdotes podiam servir no Santo Lugar, representando todos os filhos de Israel. No Santo Lugar, estavam a mesa dos pães da presença (Êx 25:30), o candelabro de ouro (v. 31) e o altar do incenso (30:1-8).
Para entrar no Santo Lugar eles tinham de passar pelo primeiro véu, também chamado de reposteiro. Havia cinco colunas com quatro entradas, nas quais se pendurava esse véu. Uma vez lá dentro, os sacerdotes podiam comer dos pães da proposição, ser iluminados pelo candelabro e oferecer incenso ao SENHOR.
Somos gratos a Deus porque o Senhor Jesus ofereceu a Si mesmo como oferta pelos nossos pecados para nos redimir. Por meio Dele, hoje, podemos servir a Deus e desfrutar do Senhor como nosso alimento, luz e incenso.
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
Êx 25:8-9, 30-31, 40; 28:1; 30:1-8, 18-21
Deus mostrou a Moisés o modelo do tabernáculo, que seria o centro de adoração do povo de Israel (Êx 25:8-9, 40). Nele havia três partes ou compartimentos: o átrio, o Santo Lugar e Santo dos Santos. O átrio era a parte exterior, no qual havia altar do holocausto e a bacia de bronze. Quando os filhos de Israel traziam suas ofertas, os animais para sacrificar como holocausto, a oferta pacífica, a oferta pelo pecado etc, depois de imolados, eles eram colocados no todo ou em partes sobre o altar do holocausto, que ficava na entrada do átrio. A bacia de bronze estava um pouco mais à frente.
Quando um filho de Israel se apresentava diante de Deus, a primeira coisa que precisava fazer era resolver o problema do pecado. Para isso, ele levava um animal, impunha as mãos sobre ele e depois o entregava ao sacerdote, que o imolava perante o Senhor. Então os sacerdotes aspergiam o sangue ao redor do altar e depois preparavam o sacrifício de acordo com cada tipo de oferta.
Esse é um símbolo do sacrifício de Cristo a nosso favor, para resolver o problema de nossos pecados e nos reconciliar com Deus. Romanos 6:23 diz que "o salário do pecado é a morte"; Hebreus 9:22 diz que "quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão". Jamais poderíamos resolver essa questão por nós mesmos: nosso sangue não seria aceito porque somos pecadores e, mesmo que fosse aceito, teríamos de morrer. Como, então, o propósito de Deus seria cumprido? Louvado seja o Senhor, Ele a Si mesmo Se ofereceu como sacrifício a Deus e derramou Seu sangue para remissão de nossos pecados. Mediante Sua morte fomos reconciliados com Deus (Rm 5:10a; Cl 1:22)! Aleluia!
A bacia de bronze era para a purificação e santificação dos filhos de Israel. Nela os sacerdotes, representantes dos israelitas, lavavam-se para servir no tabernáculo (Êx 30:18-21). Portanto, para servir ao Senhor, depois de resolver a questão dos pecados no altar de holocausto, ainda era preciso purificar-se e lavar-se na bacia de bronze a fim de se santificar. Isso simboliza o lavar-se e santificar-se pela água da Palavra e do Espírito (1 Co 6:11). Uma vez cumpridos esses processos de purificação e santificação, os sacerdotes podiam servir no Santo Lugar, representando todos os filhos de Israel. No Santo Lugar, estavam a mesa dos pães da presença (Êx 25:30), o candelabro de ouro (v. 31) e o altar do incenso (30:1-8).
Para entrar no Santo Lugar eles tinham de passar pelo primeiro véu, também chamado de reposteiro. Havia cinco colunas com quatro entradas, nas quais se pendurava esse véu. Uma vez lá dentro, os sacerdotes podiam comer dos pães da proposição, ser iluminados pelo candelabro e oferecer incenso ao SENHOR.
Somos gratos a Deus porque o Senhor Jesus ofereceu a Si mesmo como oferta pelos nossos pecados para nos redimir. Por meio Dele, hoje, podemos servir a Deus e desfrutar do Senhor como nosso alimento, luz e incenso.
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
Invocar o Senhor e negar a nós mesmos
Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará (Lc 9:23-24).
Gn 49:9, 11; Mt 21:1-11; Cl 3:16
Invocar o nome do Senhor nos introduz na esfera do Espírito, nos faz crescer na vida divina e receber o comissionamento de Deus. Apesar disso, muitos tomam essa prática apenas como um movimento. Invocar o nome do Senhor não deve ser uma doutrina nem uma prática acidental, ocasional, mas deve ser parte de nossa vida diária, como a nossa respiração. Precisamos cultivar o hábito de invocar sempre o precioso nome do Senhor.
Além do nome, precisamos da Palavra. Quando pregamos o evangelho, devemos ter um bom depósito da Palavra habitando ricamente em nós (CI 3:16). Quanto mais equipados com a Palavra, mais avançamos para o próximo estágio, que é o de profeta, isto é, de falar pelo Senhor. Exercendo essa função, a vida divina em nós irá crescer ainda mais e, por fim, seremos enviados pelo Senhor para outros lugares. Como resultado de pregar a Palavra, muitas pessoas serão salvas, e nós precisaremos cuidar delas e apascentá-las por meio de reuniões e visitas em suas casas. Dessa forma, estaremos exercendo a função e o ministério de apóstolo. Não queremos buscar a posição de apóstolos, mas, pelo crescimento da vida de Deus em nós buscar a função de um apóstolo.
Baseados na visão de Apocalipse 12, muitos têm se consagrado para levar o evangelho até a África e, assim, ajudar os filhos de Deus naquele continente a compor o filho varão e a se tomar vencedores. Na parte norte da África, porém, há vários países de língua árabe de difícil acesso. O Senhor levantou entre nós alguns irmãos que tomaram o encargo de traduzir os livros espirituais para o árabe e disseminar a Palavra nesses países, portanto devemos apoiá-los. Com a disseminação desses livros em árabe, quando chegar o momento oportuno, o Senhor abrirá as portas do evangelho nesses lugares.
Em Gênesis 49 vemos a bênção profética de Jacó para seus filhos. Nela vimos como um jumentinho pode se transformar em leão, ou seja, como pessoas teimosas e fortes em seu ser natural, como nós, podem se tomar reis que reinarão com Cristo, o Leão da tribo de Judá. Além de invocar o nome do Senhor e guardar a Sua Palavra, algo crucial para nosso crescimento e transformação, há outro item indispensável que é negar a nós mesmos, tomar a cruz e seguir o Senhor (Mt 16:24-25). Se nossa vida da alma não é eliminada, a vida divina não tem como crescer em nós e nos transformar. Todavia, quanto mais negarmos a nós mesmos, isto é, perdermos a vida da alma, mais a vida divina crescerá em nós, e mais úteis seremos ao Senhor (Mt 21:1-11). Que essa palavra possa surtir efeito em todos nós!
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
Gn 49:9, 11; Mt 21:1-11; Cl 3:16
Invocar o nome do Senhor nos introduz na esfera do Espírito, nos faz crescer na vida divina e receber o comissionamento de Deus. Apesar disso, muitos tomam essa prática apenas como um movimento. Invocar o nome do Senhor não deve ser uma doutrina nem uma prática acidental, ocasional, mas deve ser parte de nossa vida diária, como a nossa respiração. Precisamos cultivar o hábito de invocar sempre o precioso nome do Senhor.
Além do nome, precisamos da Palavra. Quando pregamos o evangelho, devemos ter um bom depósito da Palavra habitando ricamente em nós (CI 3:16). Quanto mais equipados com a Palavra, mais avançamos para o próximo estágio, que é o de profeta, isto é, de falar pelo Senhor. Exercendo essa função, a vida divina em nós irá crescer ainda mais e, por fim, seremos enviados pelo Senhor para outros lugares. Como resultado de pregar a Palavra, muitas pessoas serão salvas, e nós precisaremos cuidar delas e apascentá-las por meio de reuniões e visitas em suas casas. Dessa forma, estaremos exercendo a função e o ministério de apóstolo. Não queremos buscar a posição de apóstolos, mas, pelo crescimento da vida de Deus em nós buscar a função de um apóstolo.
Baseados na visão de Apocalipse 12, muitos têm se consagrado para levar o evangelho até a África e, assim, ajudar os filhos de Deus naquele continente a compor o filho varão e a se tomar vencedores. Na parte norte da África, porém, há vários países de língua árabe de difícil acesso. O Senhor levantou entre nós alguns irmãos que tomaram o encargo de traduzir os livros espirituais para o árabe e disseminar a Palavra nesses países, portanto devemos apoiá-los. Com a disseminação desses livros em árabe, quando chegar o momento oportuno, o Senhor abrirá as portas do evangelho nesses lugares.
Em Gênesis 49 vemos a bênção profética de Jacó para seus filhos. Nela vimos como um jumentinho pode se transformar em leão, ou seja, como pessoas teimosas e fortes em seu ser natural, como nós, podem se tomar reis que reinarão com Cristo, o Leão da tribo de Judá. Além de invocar o nome do Senhor e guardar a Sua Palavra, algo crucial para nosso crescimento e transformação, há outro item indispensável que é negar a nós mesmos, tomar a cruz e seguir o Senhor (Mt 16:24-25). Se nossa vida da alma não é eliminada, a vida divina não tem como crescer em nós e nos transformar. Todavia, quanto mais negarmos a nós mesmos, isto é, perdermos a vida da alma, mais a vida divina crescerá em nós, e mais úteis seremos ao Senhor (Mt 21:1-11). Que essa palavra possa surtir efeito em todos nós!
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
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