segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Servir a Deus segundo Sua vontade

Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra (Rm 7:6)

At 9:15; 1 Co 12:3; 2 Co 12:1-4


A experiência de Paulo com o nome do Senhor fez dele um ministro da nova aliança. Essa prática ajudou Paulo a viver no espírito e a receber visões e revelações do Senhor. No espírito, ele foi arrebatado ao terceiro céu e ao paraíso, onde ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir (2 Co 12:1-4). Esse foi o segundo passo que o Senhor deu para que Paulo se despisse de tudo que aprendera no judaísmo e prosseguisse sendo usado por Ele como um vaso para levar Seu nome aos gentios e reis (At 9:15).

Assim como Paulo fora determinado para servir o Senhor no ministério da antiga aliança, ele o seria no ministério da nova aliança. Contudo ele não poderia usar o que aprendera na lei para servir o Senhor na nova aliança. Por ser um profundo conhecedor do judaísmo, instruído aos pés de Gamaliel, ele precisava ser equipado com as palavras da nova aliança, para compreender o plano eterno de Deus, Sua economia, e desempenhar sua nova comissão.
O conteúdo que recebera no terceiro céu veio diretamente do Deus Triúno. Naquela época, porque ainda lhe faltavam experiências, Paulo não registrou as palavras que recebera no terceiro céu, pois eram palavras difíceis de serem transmitidas aos homens.

No tempo certo, durante suas viagens, Paulo começou a escrever tudo que ouvira, pois queria transmitir às igrejas o que recebera. Suas epístolas são um registro na forma da letra da visão e das revelações que recebera.

Aqui vemos uma importante lição para nós. O Senhor também deseja que sejamos, hoje, os ministros da nova aliança. Para tal, precisamos estar no espírito, invocando Seu nome. Também necessitamos receber de Deus a revelação de Sua vontade, o conteúdo da nova aliança, a fim de não O servirmos na caducidade da letra, mas em novidade de espírito (Rm 7:6).

(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Servos Bons, Fiéis e Prudentes

O servo prudente goza do favor do rei, mas o que procede indignamente é objeto do seu furor (Pv 14:35)

Mt 24:45-51; 25:14-30; Ap 12:6-18

Depois de dar à luz o filho varão, a mulher de Apocalipse 12 recebeu as duas asas da grande águia a fim de voar para o deserto e ser sustentada por três anos e meio, o período da grande tribulação (v. 14). Olhando para o mapa-múndi atual, podemos delinear a figura de um dragão no continente europeu e de uma águia no continente norte-americano. Além disso, podemos delinear a figura de um feto no continente africano. Embora o filho varão seja um homem feito e represente os vencedores de todas as eras e lugares, temos usado a figura do feto no continente africano, um varão em gestação, como encorajamento para a pregação do evangelho naquele continente, de modo que mais pessoas sejam salvas e mais cristãos cresçam e amadureçam em todos os lugares, a fim de se tornarem vencedores para reinar com Cristo no reino milenar.

Como vemos em Apocalipse 12:5, assim que o filho varão nasceu, foi arrebatado ao terceiro céu. Esse será o arrebatamento dos santos vencedores no início da grande tribulação. Uma vez que os vencedores forem arrebatados, Miguel e seus anjos pelejarão contra o diabo e seus anjos. Estes serão expulsos do céu e lançados para a terra. Uma vez atirado à terra, o dragão irá perseguir a mulher que dera à luz o filho varão, isto é, os cristãos vivos que não tiverem sido vencedores ainda. Esse será o início da grande tribulação de três anos e meio.

Para sermos vencedores, de fato precisamos ser servos bons e fiéis que negociam os talentos recebidos do Senhor (Mt 25:14-20). Além disso, precisamos de alguns detalhes descritos em Mateus 24:45-51. Os servos de Mateus 25 são chamados de bons e fiéis (vs. 21, 23), mas o servo de Mateus 24 é bom (em oposição ao servo mau que espanca seus conservos - v. 48), fiel e prudente (v. 45). Prudência, ou sabedoria, não se aprende em livros, por meio de estudo, mas é uma questão de ser cheio do Espírito, tendo uma visão abrangente e universal.
Há vários irmãos empresários, muito bem-sucedidos, que amam ao Senhor, servem na igreja e aprenderam a ser prudentes ao longo dos anos. Vários desses irmãos prudentes foram incluídos na obra do Senhor, não porque são bem-sucedidos, mas porque são prudentes. A igreja precisa da prudência deles, uma vez que administram seus bens com prudência e conseguem ver as coisas melhor do que outros. Na vida da igreja precisamos ser servos assim, para participar da obra do Senhor.

(OBS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Os ministros da nova aliança extraem vida da Palavra

Semelhantemente, quanto a diáconos, é necessário que sejam respeitáveis, de uma só palavra, [ ... ] conservando o mistério da fé com a consciência limpa (1 Tm 3:8-9)

2 Co 3:4-6; 2 Tm 4:3


Em 2 Coríntios 3:6 Paulo afirma que os ministros da nova aliança não são da letra, mas do Espírito, e que a letra mata, mas o Espírito dá vida. Como ministros da nova aliança, devemos ler as Escrituras exercitando o espírito a fim de ganhar mais da vida divina.
Todos precisamos almejar ser como os diáconos: pessoas de oração, equipados com a Palavra, com os dons transformados em ministérios para assim auxiliar os presbíteros. Deus deseja que sejamos ministros, isto é, pessoas úteis assim como os diáconos, que servem os santos e cooperam com os presbíteros. Os presbíteros não são designados por si mesmos; antes, são ministros designados e trabalhados por Deus para transmitir vida a todos. Paulo explicou que ele fora designado por Deus para ser apóstolo neotestamentário entre os gentios, para isso ele foi equipado por Deus, que lhe deu a revelação, posteriormente registrada em suas epístolas para que os ministros da nova aliança também levem essa vida para os outros.

Tudo que aprendemos e ouvimos nas reuniões da igreja devemos considerar em nosso espírito para que essa verdade se torne realidade e vida para nós. Isso é ser um ministro da nova aliança. Se não estivermos no espírito, não poderemos compreender ou até mesmo explicar o que Paulo escreveu em suas epístolas.

Quero rogar para que, de fato, você tenha a atitude de um ministro da nova aliança, isto é, que não seja apenas um participante de conferências, de reuniões ministeriais, de reuniões de oração ou de leitura de livros, mas que se esquece de estar no espírito. Se não permanecer no Espírito, nenhuma dessas reuniões irá ajudá-lo. Você é ministro da nova aliança, portanto, esteja em espírito para que essas palavras se tornem vida.

(Palavra extraída do Alimento Diário)