quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Vivem no espírito

Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade (Jo 4:24)

Gn 1:26; 2:7; 1 Co 15:45; Hb 2:5


Deus deseja hoje produzir muitos ministros da nova aliança: pessoas que vivem no espírito e exercitam negar a si mesmos para que a vida divina neles cresça. Se isso ocorrer, eles atingirão a maturidade, serão vencedores e, na próxima era, Deus lhes entregará o governo do mundo que há de vir. Deus sujeitou a anjos o governo de Sua primeira criação, porém, por causa do orgulho, eles falharam. Lúcifer quis ser igual ao Altíssimo, e foi lançado para a terra (Is 14:12). Hoje, como Satanás, o adversário de Deus, ele é o príncipe deste mundo (Jo 12:31). Por esse motivo Hebreus 2:5-7 registra que Deus não sujeitará a anjos o mundo que há de vir, e sim ao homem.

Quando Deus determinou que o homem iria expressá-Lo e representá-Lo, o homem ainda não havia surgido; isso foi na eternidade passada. Deus tinha um plano: criar o homem à Sua imagem e conforme Sua semelhança a fim de que esse homem recebesse o próprio Deus como vida e conteúdo e fosse capaz de cumprir Sua vontade eterna (Gn 1:26). Com esse propósito, quando fez o homem do pó da terra, Ele soprou nele o fôlego de vida, e o homem se tornou alma vivente (2:7). Esse sopro se tornou o espírito do homem (Pv 20:27), órgão que pode contatar Deus e onde Deus pode habitar, porque Deus é o Espírito (Jo 4:24).Deus, então, se fez carne em Seu Filho (Jo 1:14), Jesus Cristo, morreu por nós na cruz, redimindo-nos, ressuscitou para nos justificar (Rm 4:25), e tornou-se o Espírito que dá vida (1 Co 15:45). Hoje, como esse Espírito, Deus entrou em nosso espírito e nos deu Sua vida divina (Rm 8:10). Se queremos agradar a Deus e cumprir Sua vontade, precisamos voltar-nos a nosso espírito, onde habita o Espírito de Deus, e exercitá-lo. Desse modo, serviremos a Deus em espírito (Rm 1:9).

O espírito do homem tem três partes: comunhão, intuição e consciência. Com a queda do homem, o espírito humano foi mortificado e perdeu a função de conter Deus e ter comunhão com Ele, frustrando, assim, o objetivo inicial de Deus. A parte do espírito que permaneceu ativa foi a consciência, que diz ao homem o que é certo e errado, o que é bom e mau, o que agrada e não agrada a Deus. Mas Deus ainda queria ter comunhão com o homem, por isso precisamos cuidar da nossa consciência a fim de manter aberto o canal da comunhão com Deus. Algumas vezes Deus usa a intuição para mostrar-nos a Sua vontade. Por isso, se queremos ser ministros da nova aliança, precisamos manter nosso espírito totalmente limpo a fim de ter comunhão íntima e bela com o Senhor. Na comunhão, Deus, então, nos revela Sua vontade, pois a revelação vem do Espírito àqueles que vivem no espírito. Aleluia!

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Como Ramos Frutíferos

Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim (Jo 15:4)

Jo 15:1-16


Nosso objetivo não é meramente estudar as palavras colocadas por Paulo em suas epístolas, mas sim nos tornarmos verdadeiros ministros neotestamentários, que vivem no espírito a fim de obter a revelação da Palavra para frutificar e multiplicar.

De modo natural, todos os crentes, como filhos de Deus, desejam dar fruto. Em João 15:2, 5 o Senhor Jesus disse: "Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda.[...] Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer". O desejo do Senhor para os ramos é que deem fruto. Se não derem fruto, Ele os corta. Como ministros da nova aliança, nossa missão é ajudar os ramos que não dão fruto a se tornarem frutíferos novamente, sendo um com o Senhor no trabalho de limpar para que produzam mais fruto ainda.

Em algumas regiões os cooperadores buscaram o verdadeiro sentido de serem ministros da nova aliança, que é frutificar. Estabeleceram como meta triplicar o número de irmãos até o final de 2015, e isso com responsabilidade. A maneira de frutificar é estar no espírito. Estar no espírito é como permanecer na videira, recebendo os nutrientes da sua seiva que, por fim, produzirão os muitos frutos. Afinal somos ministros do Espírito. O desejo e a necessidade do Senhor é que haja muitos ministros da nova aliança. Na verdade, Ele deseja que todos sejam tais ministros. Se formos fiéis, permanecendo na videira e recebendo sua rica vida no Espírito, isso se torna algo fácil.

Não se trata de decorar livros e livros, e guardar seu conteúdo na memória; antes, basta exercitar o espírito, viver no espírito, e a Palavra de Deus se abre para nós. Por isso ser ministro não é coisa muito especial. Na verdade, os que têm a vida divina estão habilitados para serem ministros. Mesmo que alguém diga: "Eu ainda não alcancei, não cheguei lá", ao menos pode dizer: "Eu estou indo na direção". Permanecendo na videira, como ministros da nova aliança, é certo que Deus nos usará.

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Transformar a Letra em Vida e Frutificar

Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída (Lc 6:47-48)

Jo 13:17; 1 Co 11:23a, 15:8; 2 Co 12:1-4


O apóstolo Paulo foi chamado depois da ressurreição do Senhor. Assim, ele não esteve ao lado de Jesus quando este aperfeiçoou os discípulos em Seu ministério terreno (1 Co 15:8). O relacionamento de Paulo com o Senhor foi totalmente no espírito. Uma vez que Paulo foi chamado para ser ministro da nova aliança, o Senhor precisava equipá-lo, e o fez por meio de uma profunda experiência espiritual. Em 2 Coríntios 12:1-4 Paulo descreve sua experiência de ser arrebatado ao terceiro céu e também ao paraíso, onde ganhou visões e revelações do Senhor. O que Paulo viu e ouviu, tornou-se parte do que registrou em sua obra literária.

As palavras que Paulo ouviu do Senhor foram deixadas para nós nas suas epístolas (1 Co 11:23a). Naquela época, o Senhor levantou os ministros da nova aliança para fazer a transição da velha para a nova aliança, da lei de letra para a lei da vida. Deus precisa de ministros da nova aliança, que, colocam a mente no espírito, a fim de transformar letra em vida.

Nos dias atuais muitos têm ouvido a Palavra e a tem posto em prática (Lc 6:47-48; Jo 13:17). Por isso, com as experiências ganhas, podem dar testemunho da obra do ministério que têm praticado como ministros da nova aliança. Embora a nova aliança seja uma só e nós sejamos os muitos ministros, ao praticar a Palavra, várias maneiras de frutificar são produzidas. Damos graças ao Senhor, pois, como tais ministros, podemos ganhar com o que foi apresentado. Quando os testemunhos das várias experiências de propagação de vida em várias regiões são mostrados, não podemos ouvir meramente para satisfazer a coceira nos ouvidos, mas ir ao Senhor e verificar como podemos também praticar.

Ser ministro da nova aliança, segundo o que é registrado na Bíblia, não é coisa simples. Na época de Paulo, o Senhor precisou desses ministros e, nos dias atuais, Ele precisa mais ainda. Para isso devemos estar no espírito.Hoje há uma grande necessidade de termos ministros da nova aliança, pessoas que vivam no espírito, para que o Senhor tenha como falar com eles. Além disso, em algumas igrejas, as reuniões estão ficando envelhecidas porque os irmãos de modo geral não exercitam o espírito suficientemente. Como ministros da nova aliança, não da letra, mas do Espírito, devemos sempre voltar todo o nosso ser ao nosso espírito, mesclado com o Espírito de Deus, a fim de que o viver da igreja seja vivo e frutífero. Isso renovará não apenas nosso viver pessoal, mas o de todos os santos.

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Atingir a Plena Filiação

Assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a filiação, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade (Ef 1:4-5 lit.)

Mt 16:22-24; Jo 1:12-13; 3:5-6; 1 Co 2:14; Hb 2:5-8


Deus quer fazer de nós ministros da nova aliança, ministros do Espírito. Nossa salvação, que inclui o perdão dos pecados e a regeneração, por meio da qual recebemos a vida de Deus, foi preparada por Deus para nos tornar tais ministros. Assim, para tirar melhor proveito de nossa busca espiritual, devemos usar nosso espírito ao ler as epístolas de Paulo. Se não estivermos no espírito, o mero conhecimento da letra não nos ajudará a ser transformados. Além disso, se não estivermos no espírito, teremos muita dificuldade de explicar o que Paulo escreveu, pois as coisas do Espírito se discernem espiritualmente (1 Co 2:14).

Quando o homem caiu, três consequências aconteceram: primeiramente, seu espírito ficou amortecido para Deus; em segundo lugar, sua alma tornou-se independente de Deus; por fim, seu corpo tornou-se carne do pecado. Nessas condições, o homem se tornou incapaz de cumprir o propósito para o qual fora criado. Ao crermos no Senhor, nosso espírito foi regenerado, nascemos do Espírito, ganhamos uma nova vida, a vida divina, e nos tornamos filhos de Deus (Jo 1:12-13; 3:5-6). Contudo ainda precisamos alcançar a plena filiação para a qual fomos predestinados (Ef 1:5). Sabemos que, quando Cristo vier em Sua segunda vinda, Ele glorificará nosso corpo corruptível, tornando-o incorruptível (1 Co 15:50-53).

Hoje, no entanto, no viver da igreja, temos de salvar nossa alma, negando a nós mesmos, tomando a cruz e seguindo o Senhor (Mt 16:24). A necessidade da salvação de nossa alma não existe somente por causa dos pecados grosseiros que cometemos por vivermos na carne, mas também por causa de nossa boa pessoa, de nossas críticas baseadas em "boas" razões, que procedem de uma mente independente de Deus. Para recebermos a plena filiação, tanto o lado mal como o lado bom da vida da alma precisam ser negados (vs. 22-23). Essa é a maneira de crescermos e nos tornarmos filhos de Deus maduros. Uma vez maduros, podemos governar com Cristo no mundo que há de vir (Hb 2:5-8).

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

No espírito manifestamos o Amor

O fruto do Espírito é: amor (GI 5:22a)

Jo 7:37-39; 14:16-17; 1 Co 15:45b; 1 Jo 3:14, 16; 4:8b


O Senhor precisa dos ministros da nova aliança para esclarecer as palavras que o apóstolo Paulo registrou em suas epístolas e torná-las acessíveis aos filhos de Deus. Para compreender seus escritos, esses ministros precisam estar no espírito. Dessa maneira, eles conseguem extrair vida das Escrituras, aplicá-las em seu viver e transmiti-las a outros.

Em 2 Coríntios 3:6 lemos: "[Deus] nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica". O Espírito que vivifica não se trata apenas do Espírito Santo, mas compreende o Deus Triúno - o Pai, o Filho e o Espírito Santo (1 Co 15:45b). O Espírito que vivifica é "O Espírito", resultado da glorificação do Filho, que foi dado a todos os que creram em Jesus (Jo 7:37-39). Ele também é chamado de "Espírito da Realidade" (14:16-17). Esse, portanto, é o Espírito que ungiu os ministros da nova aliança, habilitando-os a desempenhar seus ministérios (2 Co 1:21). É por meio desse "O Espírito" que podemos compreender os escritos de Paulo, registrados em suas catorze epístolas.

Antes mesmo da fundação do mundo, Deus Pai nos escolheu para a filiação plena ("adoção de filhos", conforme o original grego, pode ser traduzido por "filiação"- Ef 1:4-5). Entretanto, por causa da queda do homem, o Filho, nos redimiu, concedendo-nos o perdão de pecados (v. 7). Uma vez convertidos, o Espírito entrou em nós, selando-nos (v. 13b). Dessa forma, podemos clamar: ''Aba, Pai!". Pelo fato de termos recebido o Espírito da filiação, conseguimos chamar Deus de Pai (Rm 8:15; Gl 4:6).Esse Espírito maravilhoso está em nós. Uma vez estando Nele, manifestamos o amor, pois a natureza de Deus é amor (Gl 5:22; 1 Jo 4:8b). Quando estamos nesse Espírito, não há lugar para críticas ou condenação de irmãos. Nele temos o amor de Deus e amamos os irmãos (3:14, 16). O amor flui espontaneamente daqueles que estão no Espírito. Louvado seja o Senhor!

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)