terça-feira, 11 de novembro de 2014

Estudo Biblico Online Falar Cantar

A humildade é resultado de estar no espírito

A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda (Pv 16:18). A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra (29:23). Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado (Lc 14:11)

Is 14:12-14; Ez 28:17; Dn 12:1; Hb 2:5-8; 1 Pe 5:6


A filiação é parte de um grande plano que Deus tem para o homem. Seu desejo é que o homem, após receber a vida divina, cresça e se torne um filho maduro, apto para governar o mundo que há de vir (Hb 2:5-8). Vimos em séries anteriores do Alimento Diário, que o governo do mundo de outrora foi entregue aos anjos. Dentre eles, havia Miguel, Gabriel e Lúcifer (Dn 12:1; Lc 1:19; Is 14:12), tendo este proeminência sobre os demais. Em certa feita, quando Miguel contendia com ele a respeito do corpo de Moisés, Miguel não se atreveu a lhe proferir juízo infamatório; antes, disse: "O Senhor te repreenda!" (Jd 9). Isso evidencia o respeito que Miguel tinha por Lúcifer por sua posição superior.

Lúcifer fora dotado por Deus de muita sabedoria, formosura e capacidade para exercer sua função diante Dele. Suas habilidades, dadas por Deus, eram para ser usadas no cumprimento do Seu propósito, mas foram usurpadas por ele e usadas para seu próprio benefício (Ez 28:16,18). Lúcifer, como querubim da guarda ungido, deveria velar pela glória de Deus, impedindo que nada comprometesse a autoridade do Soberano, porém seu coração se elevou por causa de sua formosura (v. 17). Orgulhoso, não se satisfez com o que já tinha, mas ambicionou ser semelhante ao Altíssimo (Is 14:13-14). Diante disso, Deus o julgou, e também a tudo que estava sob a influência de sua rebelião, lançando-o por terra (Ez 28:17b; Is 14:12). Foi assim que, depois de se rebelar, Lúcifer se tornou Satanás, um adversário de Deus, e mais tarde diabo, o acusador e difamador dos homens.

Esses registros trazem importantes lições para nós. Deus também deu-nos inteligência e capacidade. Contudo, se nos firmamos nelas em detrimento de Deus, estaremos trilhando o caminho de Lúcifer, Assim como ele, se nos orgulharmos e desejarmos subir de posição, colocando de lado a humildade, exaltando a nós mesmos, o resultado será sermos humilhados (Lc 14:11).

Deus, em virtude de nosso crescimento de vida, nos coloca à frente de outros. No entanto, um ministro da nova aliança mesmo quando exaltado, se humilha, porque permanece no espírito, invocando Seu nome, reconhecendo a misericórdia e a graça de Deus para não se orgulhar (1 Pe 5:6).

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Estabelecendo Prioridades

 Vimos, que Deus deve ser prioridade antes das pessoas e, segundo, que as pessoas vêm antes das coisas; agora veremos, em terceiro lugar, que o cônjuge deve vir antes dos filhos. Os filhos são herança de Deus (Sl 127:3), mas não devem ocupar o lugar do cônjuge; afinal, marido e mulher são um só (Gn 2:24). O maior bem que podemos fazer aos filhos é amar o cônjuge. Quando os pais vivem em harmonia, amor e fidelidade, os filhos sentem-se seguros e protegidos. A falência do casamento é um desastre na vida emocional e espiritual dos filhos.

 Em Quarto lugar, os filhos devem vir antes dos amigos. Os pais precisam investir tempo, cuidado e carinho na criação dos filhos. Os filhos são educados não apenas com palavras, mas, sobretudo, com exemplo. Eles precisam não apenas de presentes, mas de presença. A família merece o melhor do nosso tempo e atenção.

 Em quinto lugar, o cônjuge deve vir antes de si mesmo. O amor não é egoísta, mas altruísta. Nosso alvo no casamento não é apenas satisfazer a própria vontade, mas também agradar ao cônjuge.
Pensemos nisso, caro leitor, e tenhamos uma atitude que respeite esta ordem de prioridades.

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário - Seção Desfrute)

Porque somos filhos de Deus, clamamos: “Aba, Pai!”

E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai! (GI 4:6)

Sl 50:15, 89:26; Jr 33:3; Jo 20:17; Rm 8:15; Gl 4:6


Esta semana abordaremos o tema "O viver de um ministro da nova aliança". O apóstolo Paulo recebeu o conteúdo do ministério da nova aliança a partir das visões e revelações quando, em espírito, foi arrebatado ao terceiro céu (2 Co 12:1-4). As palavras que ouviu no terceiro céu eram inefáveis e inexprimíveis, mas foram registradas em suas epístolas, e o desejo de Deus é que possamos extrair vida dessas palavras. Por se tratar de uma visão celestial, os ministros da nova aliança precisam estar no espírito para compreendê-las e transmiti-las (1 Co 2:9-10,13-15; 2 Tm 2:2).

Vimos nas semanas anteriores que Deus Pai nos escolheu antes da fundação do mundo e nos predestinou para a filiação (Ef 1:4-5). A plena filiação consiste em sermos filhos de Deus maduros, isto é, ter condições de assumir a herança de nosso Pai. Até que isso ocorra, nosso relacionamento com Ele precisa crescer mais e mais. Podemos estreitar nossa comunhão com nosso Pai celestial, clamando: ''Aba, Pai!".

Tomando, por exemplo, nosso relacionamento com nossos pais, vemos que, quando crianças, ao chamar nosso pai ou mãe, não era nenhum enfado para eles ouvir essas palavras; pelo contrário, quanto mais chamávamos: "Papai!" ou "mamãe!", mais desejavam que repetíssemos. Ouvir-nos chamá-los assim lhes trazia muita alegria. Nosso Pai celestial também reage semelhantemente. Ele deseja que nos aproximemos Dele e O chamemos de Pai.

A experiência de chamar Deus de Pai para o apóstolo Paulo deve ter sido resultado das visões e revelações que ele recebeu do Senhor (2 Co 12:1-4). Isso deve ter marcado profundamente seu ser, de modo que ele mencionou essa questão em duas de suas epístolas (Rm 8:15; Gl 4:6). Ele viu que por meio da redenção de Cristo tivemos não apenas o perdão de pecados pelo Seu sangue precioso (Ef 1:7), mas também um novo nascimento, e nos tornamos filhos de Deus (Jo 1:13; 20:17). E, porque somos filhos de Deus, podemos sempre clamar: "Aba, Pai!".

À medida que nos aproximamos de nosso Pai, no espírito, e temos um relacionamento íntimo com Ele, nossa conduta e ações serão transformadas e não conseguiremos mais ser pessoas comuns e levianas. Fomos separados por Deus e agora temos um alvo: a plena filiação. Aleluia! Porque nascemos de Deus, podemos clamar: "Aba, Pai!".

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Para que não mais sejamos como meninos

Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para a salvação (1 Pe 2:2)

1 Co 12:3; 1 Tm 4:15; 2 Tm 2:22


Em certa ocasião, eu levei quatro líderes cristãos a uma viagem com o intuito de aperfeiçoá-los no serviço a Deus. Conduzi-os a uma reunião com um renomado servo do Senhor em um auditório novo, onde havia muitos cristãos novos. Naquela época, nos anos 70, era possível ver muitos jovens se vestindo no estilo hippie. Durante a mensagem, eles colocavam os pés em cima das cadeiras, tomados por um comportamento pouco convencional. Ao término da reunião, apresentei os líderes ao servo do Senhor que ministrara a palavra. Nessa comunhão, aqueles líderes foram ousados e começaram a questioná-lo, de maneira bem crítica, sobre o comportamento dos referidos jovens hippies. Então o servo de Deus, sabiamente, lhes respondeu: "Imagine que uma criança vem até à sua casa visita-lo e, de repente, faz xixi no carpete da sua casa. Qual seria a sua reação? O que faria? E se depois de três, quatro anos, você chamasse essa mesma criança e lhe pedisse que fizesse xixi no carpete, o que ela lhe responderia?". Certamente a criança não aceitaria acatar tal pedido. Por quê? Porque ela já haveria crescido em vida o suficiente para discernir bons comportamentos. Seria anormal que ela praticasse o mesmo ato infantil de outrora.

Dessa história extraímos que o segredo é alimentarmos os irmãos a fim de que eles cresçam em maturidade na vida espiritual (1 Tm 4:15). Percebemos que há muitos irmãos se vestindo de maneira imprópria, portando-se inadequadamente nas reuniões. E o que vamos fazer? Impedi-los de frequentar as reuniões? Evidente que não! Aguardemos a salvação diária do Senhor para com eles enquanto os levamos a invocar o Seu nome (2 Tm 2:22) e a tomar o "leite" da Palavra (1 Pe 2:2).

Após a comunhão, viajamos com os líderes a outra cidade, onde foram recepcionados da melhor maneira possível. Para cada líder fora disponibilizado um irmão como guia durante o passeio à cidade. Nesse momento, os líderes ficaram vislumbrados com os vários equipamentos tecnológicos disponibilizados à venda no comércio. Admirados, os líderes escolheram os produtos que lhes eram agradáveis e, sem o meu conhecimento, pediram aos irmãos guias que pagassem o valor cobrado. Os irmãos, por amor a mim e querendo dispensar um bom cuidado aos visitantes, acabavam comprando os produtos para os líderes. Nessa experiência percebi que o caráter deles ainda não era condizente ao de servos do Senhor. Ainda eram crianças, precisando crescer. Contudo foram esses mesmos líderes que se escandalizaram com o comportamento dos jovens hippies.

Amados irmãos, nossas atitudes refletem nosso crescimento espiritual. Quando invocamos o nome do Senhor, entramos no espírito (1 Co 12:3). E, no espírito, temos um sentimento sobre o que agrada e o que não agrada ao Senhor. Aleluia!

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)