Muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo! (Hb 9:14)
Rm 1:8-9; 2 Co 5:18-19; Cl 1:13
Romanos 1, a partir do versículo 8, diz: "Primeiramente, dou graças a meu Deus, mediante Jesus Cristo, no tocante a todos vós, porque, em todo o mundo, é proclamada a vossa fé. Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço menção de vós". Tínhamos a necessidade de justificação porque nossa situação diante de Deus era injusta. Não nos era permitido aproximar-nos de Deus. Mas o sangue do Senhor Jesus nos purificou, e Sua cruz nos santificou. Aleluia! Precisamos servir a Deus no espírito.
Deus nos libertou do império das trevas e transferiu-nos para o reino do Filho do Seu amor. (CI 1:13). Nós, pecadores, mas escolhidos por Deus, uma vez santificados, podemos entrar no tabernáculo. Isso é maravilhoso! Não precisamos, nos dias de hoje, de animais para nos representar na expiação porque já temos o sangue de Cristo! Ao aceitar esse fato, cremos que Ele já derramou Seu sangue por nós e nos justificou. A seguir, passamos pela "bacia", fomos lavados e santificados pelo Seu Espírito. Então, "atravessamos as cinco colunas" e, enfim, tornamo-nos aptos para entrar no "Santo Lugar" e servir a Deus!
O homem que deseja servir a Deus precisa passar por todo esse processo de justificação e santificação, arcando com a responsabilidade de entrar no "Santo Lugar". Não mais estamos numa posição comum. Deus tem-nos dado a incumbência de pregar o evangelho a fim de reconciliar os homens com Ele, tirando-os do mundo, levando-os para o "átrio" e, em seguida, trazendo-os para o "Santo Lugar".
O livro de Romanos vem nos mostrar como servir a Deus. Para isso, mostra inicialmente que "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3:23). Por isso o homem precisa de redenção, justificação e santificação. Passando por esses processos, pode assumir a responsabilidade de servir a Deus. Essa é a boa-nova! Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
SIMPLESMENTE MUITO AMADOS
Os Escritos de João são verdadeiramente uma injeção de amor, comunhão e perseverança para nós cristãos. A forma doce e intensa que o apóstolo fala de como o amor de Deus se manifestou a nós por meio de Seu Filho Jesus é algo que realmente nos enche de vida e de alegria!
“(e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada), o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Cristo Jesus. Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa.” 1Jo 1:1-4
Nascemos apenas com uma certeza, a morte. Vivíamos longe, errantes e inimigos de Deus. Incompletos, sem esperança e ainda tínhamos que lidar com um vazio do tamanho da eternidade em nosso interior, dia e noite, sem que nada desse mundo nos pudesse preencher. Que prisão! Escravos do espaço, do tempo, dos pecados e da morte! Paulo, ao final do capítulo 7 de Romanos exclama: desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo dessa morte?(v.24). Uma guerra constante em nosso interior, pois há em nós o querer o bem, porém muitas vezes nos pegamos fazendo exatamente aquilo que mais odiamos.
Além disso, dentro de nós uma busca por coisas eternas, viver mais, medo de envelhecer, conhecer mais, ser jovem para sempre, felicidade completa e duradoura... Por outro lado, facilmente, sujeitos às inconstâncias temporárias das nossas emoções, em vinte e quatro horas, capazes de oscilar da extrema alegria à depressão profunda! Quem me livrará do corpo dessa morte?
Diante desse cenário caótico, João vem e nos diz:
(e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada)
A vida eterna, incriada, nossa esperança, estava oculta no Pai de gerações em gerações. Profetas receberam a revelação de que tal vida estaria acessível a nós, mas não a concretização da promessa. Anjos anelam perscrutar esse mistério, Cristo em nós! Eis uma boa notícia: vida se manifestou! E em seguida, vemos que temos acesso não apenas a essa vida eterna em nós, mas podemos ter a presença de Deus e ter comunhão com Ele: Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Cristo Jesus. Pai? Sim, de pobres, errantes e inimigos, fomos feitos filhos de Deus! Podemos clamar a Deus: Aba Pai! Pai querido!
E como tal milagre aconteceu na nossa vida? Obras? Boa pessoa? Não! Bastou-nos crer! Que graça! Que amor! Que misericórdia! Diante de tão grande maravilha, como não nos entregarmos ao Senhor Jesus, dando-lhe nossa vida, negando a nós mesmos?
Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; (Rm 5:10)
Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa. 1Jo 1:4
Bom Dia!
(Texto enviado pela irmã Anna Martins)
“(e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada), o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Cristo Jesus. Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa.” 1Jo 1:1-4
Nascemos apenas com uma certeza, a morte. Vivíamos longe, errantes e inimigos de Deus. Incompletos, sem esperança e ainda tínhamos que lidar com um vazio do tamanho da eternidade em nosso interior, dia e noite, sem que nada desse mundo nos pudesse preencher. Que prisão! Escravos do espaço, do tempo, dos pecados e da morte! Paulo, ao final do capítulo 7 de Romanos exclama: desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo dessa morte?(v.24). Uma guerra constante em nosso interior, pois há em nós o querer o bem, porém muitas vezes nos pegamos fazendo exatamente aquilo que mais odiamos.
Além disso, dentro de nós uma busca por coisas eternas, viver mais, medo de envelhecer, conhecer mais, ser jovem para sempre, felicidade completa e duradoura... Por outro lado, facilmente, sujeitos às inconstâncias temporárias das nossas emoções, em vinte e quatro horas, capazes de oscilar da extrema alegria à depressão profunda! Quem me livrará do corpo dessa morte?
Diante desse cenário caótico, João vem e nos diz:
(e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada)
A vida eterna, incriada, nossa esperança, estava oculta no Pai de gerações em gerações. Profetas receberam a revelação de que tal vida estaria acessível a nós, mas não a concretização da promessa. Anjos anelam perscrutar esse mistério, Cristo em nós! Eis uma boa notícia: vida se manifestou! E em seguida, vemos que temos acesso não apenas a essa vida eterna em nós, mas podemos ter a presença de Deus e ter comunhão com Ele: Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Cristo Jesus. Pai? Sim, de pobres, errantes e inimigos, fomos feitos filhos de Deus! Podemos clamar a Deus: Aba Pai! Pai querido!
E como tal milagre aconteceu na nossa vida? Obras? Boa pessoa? Não! Bastou-nos crer! Que graça! Que amor! Que misericórdia! Diante de tão grande maravilha, como não nos entregarmos ao Senhor Jesus, dando-lhe nossa vida, negando a nós mesmos?
Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; (Rm 5:10)
Estas coisas, pois, vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa. 1Jo 1:4
Bom Dia!
(Texto enviado pela irmã Anna Martins)
A realidade do altar
Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo Seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção (Hb 9:12)
Êx 29:10-12,15-21; Rm 5:6-11; Hb 9:22b
Conforme estudamos em séries passadas, encontramos na figura do tabernáculo vários sinais e figuras que indicam claramente o desejo de Deus para Seu povo. Enquanto o povo de Israel peregrinava pelo deserto, a adoração a Deus ocorria no tabernáculo, a habitação de Deus.
A Bíblia afirma que, sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados, razão pela qual existia na entrada do tabernáculo o altar do holocausto, com fogo constante para queimar as ofertas. Justo como Deus é, o correto seria o derramamento de sangue do próprio pecador. Contudo Deus também se mostra amoroso e, no mais profundo de Sua compaixão pelo homem, decretou em Sua lei que um animal morreria no lugar do pecador, e o sangue de um animal serviria para remissão dos pecados.
Assim, quando um israelita pecava, trazia ao altar touros, ovelhas ou pombas. Como forma de união do pecador com a oferta, o ofertante impunha as mãos sobre o animal, identificando-se com ele. Portanto, para ocorrer a expiação de pecados, era necessário o sacrifício de um animal, e seu sangue derramado ao redor do altar representava o sangue do pecador, sendo, também, aspergido para testemunho. Após o sacrifício, a carne do animal imolado era cortada em pedaços, colocada no altar e queimada até tornar-se cinzas. Durante esse processo, sem dúvida, uma fumaça subia, levando a Deus um aroma agradável. Aquele sacrifício O satisfazia, já que o pecado havia sido tratado, e, assim, um pecador se reconciliava com Ele.
Na nossa experiência, somos considerados imperfeitos e indignos de entrar no Santo Lugar e ter comunhão íntima com o Senhor. Por isso, em Romanos, vemos que é preciso que haja o sacrifício para alcançar a remissão dos pecados e transformar-se num servo de Deus. Sabedor de nossa condição, Deus preparou-nos um substituto. O Senhor Jesus veio como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Quando confessamos a morte do Senhor e reconhecemos que tudo o que Ele fez foi para nossa salvação, nossas transgressões são perdoadas. O altar do holocausto, portanto, representa a cruz, na qual Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores.
Nós, que antes éramos inimigos, agora fomos reconciliados com Deus. O Senhor Jesus resolveu o problema de nossos pecados uma vez por todas! Não temos mais a necessidade de imolar um animal para nos substituir! O sacrifício de Cristo não se repete, é único, perfeito e eficaz! Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Êx 29:10-12,15-21; Rm 5:6-11; Hb 9:22b
Conforme estudamos em séries passadas, encontramos na figura do tabernáculo vários sinais e figuras que indicam claramente o desejo de Deus para Seu povo. Enquanto o povo de Israel peregrinava pelo deserto, a adoração a Deus ocorria no tabernáculo, a habitação de Deus.
A Bíblia afirma que, sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados, razão pela qual existia na entrada do tabernáculo o altar do holocausto, com fogo constante para queimar as ofertas. Justo como Deus é, o correto seria o derramamento de sangue do próprio pecador. Contudo Deus também se mostra amoroso e, no mais profundo de Sua compaixão pelo homem, decretou em Sua lei que um animal morreria no lugar do pecador, e o sangue de um animal serviria para remissão dos pecados.
Assim, quando um israelita pecava, trazia ao altar touros, ovelhas ou pombas. Como forma de união do pecador com a oferta, o ofertante impunha as mãos sobre o animal, identificando-se com ele. Portanto, para ocorrer a expiação de pecados, era necessário o sacrifício de um animal, e seu sangue derramado ao redor do altar representava o sangue do pecador, sendo, também, aspergido para testemunho. Após o sacrifício, a carne do animal imolado era cortada em pedaços, colocada no altar e queimada até tornar-se cinzas. Durante esse processo, sem dúvida, uma fumaça subia, levando a Deus um aroma agradável. Aquele sacrifício O satisfazia, já que o pecado havia sido tratado, e, assim, um pecador se reconciliava com Ele.
Na nossa experiência, somos considerados imperfeitos e indignos de entrar no Santo Lugar e ter comunhão íntima com o Senhor. Por isso, em Romanos, vemos que é preciso que haja o sacrifício para alcançar a remissão dos pecados e transformar-se num servo de Deus. Sabedor de nossa condição, Deus preparou-nos um substituto. O Senhor Jesus veio como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Quando confessamos a morte do Senhor e reconhecemos que tudo o que Ele fez foi para nossa salvação, nossas transgressões são perdoadas. O altar do holocausto, portanto, representa a cruz, na qual Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores.
Nós, que antes éramos inimigos, agora fomos reconciliados com Deus. O Senhor Jesus resolveu o problema de nossos pecados uma vez por todas! Não temos mais a necessidade de imolar um animal para nos substituir! O sacrifício de Cristo não se repete, é único, perfeito e eficaz! Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
O castigo que nos trouxe a paz
Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores (Rm 5:8)
Is 53:5; Rm 5:6-9; 6:6; 7:18
Quando nascemos de nossos pais, herdamos deles uma natureza caída, que a Bíblia chama de carne. Essa carne para nada aproveita (Jo 6:63), sendo a fonte de nossos delitos e pecados. Por isso está debaixo da condenação de Deus, uma vez que em nós não habita bem nenhum (Rm 7:18).
Neste contexto, merecíamos morrer pela condenação que nos foi imposta. Porém o Senhor morreu em nosso lugar. Embora nascido da carne, descendendo de Davi, Nele não havia pecado algum. E essa carne foi levada à cruz, incluindo a nós, para um tratamento cabal. Portanto, quando cremos no Senhor Jesus, recebendo Sua obra na cruz, nossa carne também é aniquilada. Com Ele foi crucificado nosso velho homem (6:6).
Uma vez que cremos no nome do Senhor, experimentando Sua morte e ressurreição, somos feitos filhos de Deus (Jo 1:12). O ato de crer em Cristo, confessando-O como nosso Senhor e Salvador, resulta em que todas as coisas relativas ao pecado, mundo e ego foram crucificadas com Ele. Aleluia! O Senhor aniquilou nossa carne quando se dispôs a morrer por nós. Por nascer no Senhor, somos considerados filhos de Deus.
O sangue precioso de Cristo é suficiente para apagar o registro de nossos pecados. Aceitando a Cristo e a Sua obra redentora ganhamos a salvação. A esse aspecto do evangelho chamamos de evangelho da graça, pois mostra que por nós mesmos não há salvação, senão pela fé na obra gloriosa da cruz. Pela graça fomos salvos, e isso não vem de nós, é dom de Deus (Ef 2:8). Como pecadores, não tínhamos como nos justificar, mas Deus enviou Seu Filho para morrer em nosso lugar e cumprir a justiça de Deus. Uma vez aceito o sacrifício de Jesus, as exigências de Deus foram satisfeitas. Mediante tal redenção, obtivemos a justificação gratuitamente.
E ainda mais, não fomos tão somente justificados, mas também santificados, ou seja, separados por Deus para participarmos de Seu plano de salvação. Assim sendo, purificados pelo sangue remissor, justificados por meio da redenção e santificados em Cristo, temos paz com Deus.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Is 53:5; Rm 5:6-9; 6:6; 7:18
Quando nascemos de nossos pais, herdamos deles uma natureza caída, que a Bíblia chama de carne. Essa carne para nada aproveita (Jo 6:63), sendo a fonte de nossos delitos e pecados. Por isso está debaixo da condenação de Deus, uma vez que em nós não habita bem nenhum (Rm 7:18).
Neste contexto, merecíamos morrer pela condenação que nos foi imposta. Porém o Senhor morreu em nosso lugar. Embora nascido da carne, descendendo de Davi, Nele não havia pecado algum. E essa carne foi levada à cruz, incluindo a nós, para um tratamento cabal. Portanto, quando cremos no Senhor Jesus, recebendo Sua obra na cruz, nossa carne também é aniquilada. Com Ele foi crucificado nosso velho homem (6:6).
Uma vez que cremos no nome do Senhor, experimentando Sua morte e ressurreição, somos feitos filhos de Deus (Jo 1:12). O ato de crer em Cristo, confessando-O como nosso Senhor e Salvador, resulta em que todas as coisas relativas ao pecado, mundo e ego foram crucificadas com Ele. Aleluia! O Senhor aniquilou nossa carne quando se dispôs a morrer por nós. Por nascer no Senhor, somos considerados filhos de Deus.
O sangue precioso de Cristo é suficiente para apagar o registro de nossos pecados. Aceitando a Cristo e a Sua obra redentora ganhamos a salvação. A esse aspecto do evangelho chamamos de evangelho da graça, pois mostra que por nós mesmos não há salvação, senão pela fé na obra gloriosa da cruz. Pela graça fomos salvos, e isso não vem de nós, é dom de Deus (Ef 2:8). Como pecadores, não tínhamos como nos justificar, mas Deus enviou Seu Filho para morrer em nosso lugar e cumprir a justiça de Deus. Uma vez aceito o sacrifício de Jesus, as exigências de Deus foram satisfeitas. Mediante tal redenção, obtivemos a justificação gratuitamente.
E ainda mais, não fomos tão somente justificados, mas também santificados, ou seja, separados por Deus para participarmos de Seu plano de salvação. Assim sendo, purificados pelo sangue remissor, justificados por meio da redenção e santificados em Cristo, temos paz com Deus.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Jesus participou de carne e sangue
O Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai (Jo 1:14)
Rm 1:3; 1 Tm 3:16
Ontem vimos que o Senhor Jesus foi concebido pelo Espírito Santo por meio de Maria. Foi por meio dela que Cristo ganhou a forma humana, em semelhança de carne pecaminosa, mas sem o pecado (Rm 8:3). Como descendente de Davi, o Senhor foi gerado de Maria, tendo participação de carne e sangue (Hb 2:14).
Se não tivesse passado pelo processo de encarnação, Cristo nada poderia fazer para nos redimir. Assim como Davi, nós também estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Em cada um de nós não habitava bem nenhum. Precisávamos de uma boa-nova, e eis que surge o Filho de Deus para nos resgatar e dar-nos vida.
A obra de salvação, no entanto, dependia da crucificação da carne. No próprio Senhor não havia pecado. Na Sua morte, Ele crucificou toda carne. Segundo Romanos 6:6, "foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos".
Na Sua ressurreição, Jesus foi designado Filho de Deus! Isso significa que o Senhor já não tinha nenhuma ligação com a carne. O problema da carne foi solucionado na cruz. Cristo não permaneceu na morte; antes, nosso Senhor venceu aquele que tem o poder da morte e ressurgiu!
Em suma, existem dois aspectos do evangelho de Deus com respeito ao Senhor Jesus. Primeiro, Ele sendo nascido de Maria, veio em carne, como um legítimo descendente de Davi. Nesse aspecto, em Sua morte na cruz, Ele resgatou-nos dos nossos pecados. Cumpriu a obra da redenção. Em segundo lugar, Ele foi gerado Filho de Deus em Sua ressurreição. Nesse aspecto, Ele pode liberar a vida de Deus aos que Nele creem.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Rm 1:3; 1 Tm 3:16
Ontem vimos que o Senhor Jesus foi concebido pelo Espírito Santo por meio de Maria. Foi por meio dela que Cristo ganhou a forma humana, em semelhança de carne pecaminosa, mas sem o pecado (Rm 8:3). Como descendente de Davi, o Senhor foi gerado de Maria, tendo participação de carne e sangue (Hb 2:14).
Se não tivesse passado pelo processo de encarnação, Cristo nada poderia fazer para nos redimir. Assim como Davi, nós também estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Em cada um de nós não habitava bem nenhum. Precisávamos de uma boa-nova, e eis que surge o Filho de Deus para nos resgatar e dar-nos vida.
A obra de salvação, no entanto, dependia da crucificação da carne. No próprio Senhor não havia pecado. Na Sua morte, Ele crucificou toda carne. Segundo Romanos 6:6, "foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos".
Na Sua ressurreição, Jesus foi designado Filho de Deus! Isso significa que o Senhor já não tinha nenhuma ligação com a carne. O problema da carne foi solucionado na cruz. Cristo não permaneceu na morte; antes, nosso Senhor venceu aquele que tem o poder da morte e ressurgiu!
Em suma, existem dois aspectos do evangelho de Deus com respeito ao Senhor Jesus. Primeiro, Ele sendo nascido de Maria, veio em carne, como um legítimo descendente de Davi. Nesse aspecto, em Sua morte na cruz, Ele resgatou-nos dos nossos pecados. Cumpriu a obra da redenção. Em segundo lugar, Ele foi gerado Filho de Deus em Sua ressurreição. Nesse aspecto, Ele pode liberar a vida de Deus aos que Nele creem.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
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