quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Trazer o Reino de Deus

A necessidade de hoje é para os cristãos que conhecem o tempo. Deus está procurando por um povo que simpatize com Ele e trabalhe com Ele em concluir esta era e introduzir a próxima. Se os cristãos virem como sua maior responsabilidade na terra a salvação das pessoas, então, eles falharam em cumprir a mais alta vontade de Deus. Eles deviam reconhecer que têm uma responsabilidade ainda maior do que a salvação de almas: eles têm de levar esta era a um fim e trazer o reino de Deus. Sua mais alta responsabilidade é testemunhar a destruição do arquiinimigo de Deus, Satanás, e todos os seus poderes das trevas. Eles deviam ver isso como o principal objetivo de todas as suas obras. A oração não é apenas para orar, mas para ferir satanás. Salvar almas não é meramente salvar as pessoas, mas causar dano a Satanás nesse processo. Por favor, não me interprete mal aqui. Não rebaixamos a obra de evangelismo, pois a salvação de homens e mulheres é a mais gloriosa tarefa a qual nunca deveríamos dispensar; mas na obra de salvar almas não percamos o reino de vista. Nós nos tornaremos obreiros mais efetivos nas mãos do Senhor se sempre tivermos em vista o reino de Deus e as coisas concernentes ao determinado conselho de Deus e o destino estabelecido para o inimigo de Deus.

Por que será que após os filhos de Deus testificarem do reino dos céus o fim deve chegar? Aqui podemos perceber novamente o trabalhar de Deus junto com os homens. Deus deseja que o fim chegue. Mas se os Seus filhos falharem em trabalhar com Ele em oposição a esta era e em desejar que o Seu reino venha, Ele adiará a chegada do reino. Mas quando os filhos de Deus realmente abominarem os fenômenos repugnantes do desfecho desta era e orarem por sua morte rápida bem como orarem pelo reino, Ele se levantará e agirá. Quando quer que os filhos de Deus se levantem para sustentarem o testemunho do reino dos céus – o que significa que eles querem o que Ele quer e odeiam o que Ele odeia naquele momento –, a vontade deles é unida à vontade de Deus. E isso possibilita ao Senhor levantar-se e agir.

Nunca assumamos que o fim vem automaticamente. Não, se não desejarmos a vontade de Deus, Sua vontade será retardada. Portanto, Deus está esperando pacientemente hoje, buscando por aqueles que são de uma mente com Ele e estão dispostos a trabalhar com Ele para trazer o fim desta era. Quem entre nós está disposto a realizar esta grande obra? Quem entre nós está disposto a pagar o preço?

(PS: Texto extraído de escritos de Watcham Nee) 

O crescimento de vida

Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono (Ap 3:21)

Gn 1:28; Is 11:3-5; Jo 6:57; Rm 14:17; Ef 6:12


O desejo de Deus sempre foi que o homem governasse sobre toda a terra, e foi com esse propósito que ele foi criado (Gn 1:28). Mas, por causa da ação de Satanás nele, esse propósito foi interrompido temporariamente. Hoje, a terra está nas mãos do inimigo de Deus, dos principados e potestades (Lc 4:6; Jo 14:30; Ef 6:12; 1 Jo 5:19b).

O evangelho do reino, porém, contribui para que o governo de Deus venha para a terra. Assim como aquele jumentinho que o Senhor montou estava preparado para introduzir o Rei Jesus em Jerusalém, nós precisamos também estar preparados para trazê-Lo de volta e introduzir Seu reino na terra. O crescimento espiritual obtido por meio de uma dieta espiritual saudável nos fará submissos a Ele, pois quem Dele se alimenta, por Ele vive (Jo 6:57). Quanto mais restringidos a essa dieta formos, mais transformação será manifestada em nosso viver.

Quando o Senhor Jesus entrou na cidade, as multidões clamavam: "Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas maiores alturas!" (Mt 21:9). Isso também indica que haverá júbilo quando o Leão da tribo de Judá abrir o livro e lhe desatar os selos. Os mistérios de Deus serão desvendados, Seu reino será estabelecido na terra e Ele reinará juntamente com os crentes maduros, os vencedores.

Assim como para governar o mundo presente são necessários vários homens nas diferentes áreas da administração e do conhecimento, o mundo que há de vir não será diferente. Precisamos pregar o evangelho do reino e cuidar com amor dos frutos, a fim de que cresçam e amadureçam, pois o Senhor também precisará de muitos homens para com Ele governar. Em Seu reino, porém, os governantes serão pessoas maduras da vida e natureza de Deus e governarão com equidade e justiça (Rm 14:17; Is 11:3-5).

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

O homem foi criado para reinar

A Sete nasceu-lhe também um filho, ao qual pôs o nome de Enos; daí se começou a invocar o nome do SENHOR (Gn 4:26)

Gn 1:26, 28; 3:6, 23-24; Cl 1:28; 1 Ts 5:23; Hb 2:5-8


A pregação do evangelho do reino é o sinal decisivo para trazer o fim. Esse evangelho está relacionado ao que o Senhor determinou: que entregaria o governo do mundo que há de vir aos homens (Hb 2:5-8). Para tal, esse homem deve crescer espiritualmente, por meio da prática do evangelho do reino. Uma vez maduro, o Senhor lhe confiará o governo do mundo vindouro.

O governo do mundo de outrora era dos anjos. Lúcífer, o mais proeminente dentre eles, foi dotado por Deus de grandes habilidades para cumprir Sua vontade. Contudo seu orgulho o fez rebelar-se contra o Criador, seduzindo a terça parte dos anjos a fazer o mesmo (Ap 12:4). Diante disso, o Senhor o puniu. Então Deus criou Adão e deu-lhe a comissão de dominar sobre toda a terra (Gn 1:28). Mas o homem ficou incapacitado de fazê-lo devido ao pecado que nele entrou. Assim, todas as nações, até hoje, permanecem debaixo do governo de Satanás (Mt 4:8-9).

Deus não desistiu de Seu plano. Ao pregar o evangelho, conduzimos os homens a receber a obra redentora de Cristo. Ao ajudá-los a crescer e amadurecer espiritualmente, por meio do evangelho do reino, cooperamos com a formação de homens que governarão com Cristo o mundo que há de vir (C 1:28).

Diferentemente dos anjos, o homem foi criado com um corpo, uma alma e um espírito, segundo a imagem e semelhança de Deus (1 Ts 5:23; Gn 1:26). O corpo do homem foi criado a partir do pó da terra, sua alma e espírito foram resultados do sopro de Deus em suas narinas (2:7). Depois disso, o homem foi posto diante da árvore da vida para que, por meio de comer seu fruto, pudesse receber a vida divina. Desse modo, desenvolveria as três partes de seu espírito: comunhão, consciência e intuição, e cumpriria a vontade de Deus. Em vez disso, Adão comeu do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, fazendo com que a morte entrasse nele (v. 17; 3:6). Diante disso, Deus teve de expulsá-lo do jardim do Éden (vs. 23-24).

O homem, então, além de perder a presença de Deus, teve de laborar na terra para dela retirar seu sustento (vs. 17-19). Isso o levou a clamar por Deus (4:26). Aquela geração confessou com a boca: "Ó Senhor Deus, eu preciso de Ti". Invocar o nome do Senhor, portanto, é resultado de o homem perceber o quanto é fraco, frágil e mortal, e que precisa de Deus! É também a maneira mais singela para estar no espírito (1 Co 12:3). Embora invocar o nome do Senhor seja uma atitude simples, requer que o façamos com frequência. Quanto mais O invocamos, mais irrigados com a vida de Deus somos. Essa prática constante e saudável aumenta nossa comunhão com Deus e a toma mais íntima. Nossa consciência não se cauteriza, mas fica sensível para discernir o que agrada ou não a Deus, bem como nossa intuição fica habilitada para perceber a vontade de Deus.

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

O sinal decisivo para o fim

E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim (Mt 24:14)

Mt 21:5, 9, 12-13; Ap 5:1-4


Nesta semana, abordaremos o tema ''A visão de Apocalipse 12" (Ap 12:1-6), que incluirá um assunto que muitos cristãos temem - a grande tribulação. Cremos, entretanto, que o Senhor, por meio de Sua palavra, nos esclarecerá muitas dúvidas.

Os ministros da nova aliança são pessoas que vivem no espírito, invocando o nome do Senhor, por isso manifestam o amor cooperando com a expansão do evangelho do reino por toda a terra e, enquanto o fazem, evitam discussões seguindo, desse modo, positivamente.

No capítulo 5 de Apocalipse, lemos que o apóstolo João estava chorando por não haver ninguém digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos (vs. 1-4). Contudo um dos anciãos lhe disse: "Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos" (v. 5). Esse leão representa o Senhor Jesus como Rei do reino dos céus.

Nós seremos co-reis com Cristo à medida que crescermos na vida divina por meio de uma saudável dieta espiritual. Deixaremos de ser como jumentos teimosos e arredios, para ser como jumentos humildes, que introduzem Cristo como Rei na era vindoura (Mt 21:5,9).

Certa feita, tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos os que ali vendiam e compravam; também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas (v. 12), afirmando o que estava escrito: ''A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores" (v. 13). Em outra ocasião, os discípulos mostraram admiração pelas construções do templo. O Senhor, porém, lhes disse: "Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada" (24:2).

Uma vez que a destruição do templo era um dos sinais dos fins dos tempos, os discípulos Lhe perguntaram: "Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século" (v. 3b). A partir dessa indagação, o Senhor passou a descrever uma série de acontecimentos que estão vinculados ao fim dos tempos, tais como: guerras e rumores de guerra, falsos cristos, falsos profetas, traições, o esfriamento do amor etc. (vs. 4-12). Estes, no entanto, não são sinais decisivos para o fim dos tempos, pois a seguir Ele diz: "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim" (v. 14). O que apressará o fim é a pregação do evangelho do reino.

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

Libertos pela lei do Espírito da vida

Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte (Rm 8:1-2).

Gn 6:3; Rm 7:19-25


Embora Cristo tenha crucificado o nosso velho homem, ao qual estávamos ligados antes de crermos no Senhor, ainda podemos experimentar, hoje, em nossa vida cristã, o conflito entre a vontade de agradar ao Senhor e a predisposição que temos em nossa carne para desagradar-Lhe. Isso se aplica, por exemplo, ao nosso temperamento ruim, às palavras inadequadas que eventualmente falamos ou a outro tipo de fraqueza. Tudo isso é resultado da natureza pecaminosa que entrou no homem e fez com que ele se tornasse carnal (Rm 7:14).

O pecado funciona não como uma lei escrita, mas como uma lei física, um princípio operante na natureza, ou seja, que não pode ser descumprida a menos que exista outra lei tão poderosa quanto ela: "Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim" (vs. 19-20). Podemos exemplificar isso com a lei da gravidade: se arremessarmos para cima um objeto, ele sempre irá cair em direção a terra, não importa quão grande seja a força empregada para arremessá-lo. A lei do pecado age desse mesmo modo.

Temos aqui uma batalha interior que envolve três leis distintas: a lei da nossa mente, que deseja cumprir as palavras de Deus; a lei que está em nossos membros, também chamada de "lei do pecado e da morte" (8:2); e uma terceira, que é a "lei do Espírito da vida", que veremos adiante. A primeira lei representa o homem que deseja agradar a Deus; a segunda lei representa Satanás e sua natureza pecaminosa; e a terceira, o próprio Deus. Paulo testemunhou que, quanto ao seu homem interior, ele tinha prazer na lei de Deus (7:22). Isso acontece conosco quando, ao ouvir uma mensagem, saímos da reunião cheios de vontade de colocá-la em prática. Todavia Paulo percebia que nos seus membros havia outra lei que o fazia prisioneiro do pecado (v. 23), por isso, logo em seguida, ele diz: "Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?" (v. 24). De fato, por mais que o homem se esforce, não há nada nele mesmo que possa vencer a lei do pecado e da morte.

No capítulo 8 vemos algo maravilhoso: "Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte" (vs. 1-2). Por um lado, existe uma lei muito forte, como a da gravidade, que nos leva para baixo, para longe de Deus; mas, por outro lado, Paulo nos apresenta uma lei ainda mais poderosa que pode nos libertar do pecado e da morte. Assim como a lei da gravidade pode hoje ser vencida pelas leis da aerodinâmica que ajudam um avião a voar, também nós podemos derrotar a lei da natureza maligna que está na nossa carne por meio da lei do Espírito da vida que passou a habitar em nós!

Assim como os aviões aquecem suas turbinas e aumentam consideravelmente a velocidade para decolar, nós devemos ter a atitude de intensificar nossa busca pelo Senhor, invocando mais o Seu nome, orando mais, ou seja, exercitando mais nosso espírito. Dessa maneira seremos vitoriosos e viveremos permanentemente unidos ao nosso novo marido, que é Cristo.

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)