Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas (Fp 3:1)
At 2:47; 1 Co 4:15
Alguns irmãos desistem de frequentar as conferências por achar a palavra repetitiva demais no tocante a negar a vida da alma e invocar o nome do Senhor Jesus. É necessário esclarecermos que, por um lado, na igreja sempre haverá uma palavra nova; por outro, sempre será necessário falarmos sobre invocar o nome do Senhor e negar a vida da alma, porque isso é parte do ministério da nova aliança.
Invocar o nome do Senhor deve ser uma prática cotidiana, assim como comemos feijão com arroz diariamente. No Brasil, todos os dias as pessoas fazem isso e não enjoam do cardápio. De igual modo, invocar o Senhor é um hábito saudável que precisa ser parte do nosso viver. No salmo 116:2b lemos: "Invocá-lo-ei enquanto eu viver".
Vemos na Bíblia que Deus utiliza repetições para falar com Seu povo. No Antigo Testamento, há um livro chamado Deuteronômio, composto dos seguintes radicais: "deuteros", que significa segunda vez; e "nomos", que significa lei. Nesse livro, Deus estava repetindo as palavras da lei ditas nos livros de Êxodo e Levítico. O mesmo ocorre com os livros de Samuel, Reis e Crônicas. Já no Novo Testamento, vemos que os quatro evangelhos repetem os mesmos relatos. Paulo, em Filipenses 3: 1, diz: "Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas". Isso indica a repetição como um princípio de Deus, pois Ele deseja que ruminemos Sua palavra. Ouvir as mesmas coisas, principalmente sobre invocar o nome do Senhor e negar a vida da alma, é segurança para nós.
Devemos invocar o nome do Senhor não apenas ao nos deparar com situações difíceis, mas constantemente, por amarmos Sua presença. Precisamos praticar essa palavra; isso eu digo não na posição de um professor, mas como um pai, assim como Paulo se posicionou perante os coríntios: "Porque ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis contudo muitos pais. Pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus" (1 Co 4:15). Um preceptor é um professor. Ele ensina a lição aos alunos, mas não se preocupa se eles estão se alimentando adequadamente. É diferente da preocupação de um pai, que deseja que seus filhos estejam se alimentando, crescendo e aprendendo. Um pai cuida, alimenta e disciplina o filho porque o ama, ainda que para isso sejam necessárias repetições. A igreja precisa de mais pais e mães, pessoas aptas a servir a Palavra de Deus aos Seus filhos, a cada dia, de maneira agradável e nova. É a mesma palavra de sempre, o mesmo alimento espiritual, mas dispensado de modo atraente e refrescante. Se alimentarmos assim as pessoas que o Senhor nos confiou, Ele certamente nos acrescentará frutos e aumentará o número dos que forem sendo salvos (At 2:47).
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Simplicidade para desfrutar do Senhor
Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Fp 3:14)
Fp 3:13; 1 Pe 1:6-7
Nesta semana veremos a importância do funcionamento normal de cada membro no corpo de Cristo, para cumprir a vontade de Deus. Mas, primeiramente, gostaria de compartilhar uma experiência pessoal. Há tempos, realizamos, anualmente, duas conferências internacionais na Estância Árvore da Vida, em Sumaré, São Paulo. Por conta da falta de feriado no meio da semana do último mês de setembro, infelizmente muitos irmãos não puderam estar presentes na conferência. Ali, houve muita liberdade do Espírito Santo, o que me alegrou bastante.
Contudo sofri restrições ao ministrar as mensagens por estar com a saúde debilitada. Fui hospitalizado e, após uma ligeira melhora, fui liberado do hospital. Enquanto eu falava pelo Senhor na conferência, meu corpo era revigorado, mas, ao término das mensagens, eu me sentia fisicamente desgastado. Após a conferência, novamente fui hospitalizado devido a uma constante baixa do índice de hemoglobina. Aquilo me trouxe acentuada apatia e falta de disposição para me alimentar. Mas o Senhor operou um milagre em minha vida! Comecei a invocar o nome do Senhor com mais realidade, crendo na cura que Ele já tinha me dado, ainda que aos olhos humanos a possibilidade de cura parecesse remota. Assim, a disposição de me alimentar melhorava a cada dia! Agora estou motivado a viver enquanto o Senhor me der fôlego! Creio que Ele curou não só meu corpo, mas todo o meu ser tripartido! Aleluia! Todos nós sofreremos em vários aspectos: físico, psicológico e espiritualmente. No entanto não devemos nos queixar, mas encarar as dificuldades como oportunidades dadas pelo Senhor para nos amadurecer. O Senhor conhece cada uma de nossas necessidades.
Diante disso, tenhamos uma vida plena no presente. Não vamos nos deixar paralisar pelo passado. Paulo dizia: "Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão" (Fp 3:13). Isso mostra que, embora as experiências do passado façam parte do nosso legado, não devemos nos apegar a elas. Não devemos nos apegar nem mesmo à forma que a igreja tinha no passado. Certa vez, ao ser questionado sobre como ter sucesso, uma pessoa bem-sucedida respondeu que o segredo era não ter medo de errar mais que os outros, mas, sobretudo, aprender com os próprios erros. Algumas de nossas experiências são perdas e derrotas, porém não temamos errar, pois pior que isso é não fazer nada. Devemos tentar e nunca desistir. Ao superar minha enfermidade, concluí que viver é realmente gratificante. Não percamos mais tempo murmurando, mas mudemos de atitude, valorizando os feitos de Deus em nossa vida! Os casados, por exemplo, devem valorizar o cônjuge. Deus os colocou juntos para aprenderem, um com o outro, lições sob a luz divina.
Além disso, sejamos simples. Simplicidade não é sinônimo de ingenuidade, mas é ser descomplicado. Por muito tempo adquirimos muito conhecimento doutrinário no viver da igreja e, consequentemente, nos tornamos complicados. A religião nos torna complicados porque nos incita a viver pela mente; logo, arrazoamos. Entretanto o genuíno viver da igreja nos leva ao espírito. Ao invocar o nome do Senhor, nós nos esvaziamos das complicações, tocamos na vida de Deus e somos aperfeiçoados. Louvado seja o Senhor!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Fp 3:13; 1 Pe 1:6-7
Nesta semana veremos a importância do funcionamento normal de cada membro no corpo de Cristo, para cumprir a vontade de Deus. Mas, primeiramente, gostaria de compartilhar uma experiência pessoal. Há tempos, realizamos, anualmente, duas conferências internacionais na Estância Árvore da Vida, em Sumaré, São Paulo. Por conta da falta de feriado no meio da semana do último mês de setembro, infelizmente muitos irmãos não puderam estar presentes na conferência. Ali, houve muita liberdade do Espírito Santo, o que me alegrou bastante.
Contudo sofri restrições ao ministrar as mensagens por estar com a saúde debilitada. Fui hospitalizado e, após uma ligeira melhora, fui liberado do hospital. Enquanto eu falava pelo Senhor na conferência, meu corpo era revigorado, mas, ao término das mensagens, eu me sentia fisicamente desgastado. Após a conferência, novamente fui hospitalizado devido a uma constante baixa do índice de hemoglobina. Aquilo me trouxe acentuada apatia e falta de disposição para me alimentar. Mas o Senhor operou um milagre em minha vida! Comecei a invocar o nome do Senhor com mais realidade, crendo na cura que Ele já tinha me dado, ainda que aos olhos humanos a possibilidade de cura parecesse remota. Assim, a disposição de me alimentar melhorava a cada dia! Agora estou motivado a viver enquanto o Senhor me der fôlego! Creio que Ele curou não só meu corpo, mas todo o meu ser tripartido! Aleluia! Todos nós sofreremos em vários aspectos: físico, psicológico e espiritualmente. No entanto não devemos nos queixar, mas encarar as dificuldades como oportunidades dadas pelo Senhor para nos amadurecer. O Senhor conhece cada uma de nossas necessidades.
Diante disso, tenhamos uma vida plena no presente. Não vamos nos deixar paralisar pelo passado. Paulo dizia: "Esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão" (Fp 3:13). Isso mostra que, embora as experiências do passado façam parte do nosso legado, não devemos nos apegar a elas. Não devemos nos apegar nem mesmo à forma que a igreja tinha no passado. Certa vez, ao ser questionado sobre como ter sucesso, uma pessoa bem-sucedida respondeu que o segredo era não ter medo de errar mais que os outros, mas, sobretudo, aprender com os próprios erros. Algumas de nossas experiências são perdas e derrotas, porém não temamos errar, pois pior que isso é não fazer nada. Devemos tentar e nunca desistir. Ao superar minha enfermidade, concluí que viver é realmente gratificante. Não percamos mais tempo murmurando, mas mudemos de atitude, valorizando os feitos de Deus em nossa vida! Os casados, por exemplo, devem valorizar o cônjuge. Deus os colocou juntos para aprenderem, um com o outro, lições sob a luz divina.
Além disso, sejamos simples. Simplicidade não é sinônimo de ingenuidade, mas é ser descomplicado. Por muito tempo adquirimos muito conhecimento doutrinário no viver da igreja e, consequentemente, nos tornamos complicados. A religião nos torna complicados porque nos incita a viver pela mente; logo, arrazoamos. Entretanto o genuíno viver da igreja nos leva ao espírito. Ao invocar o nome do Senhor, nós nos esvaziamos das complicações, tocamos na vida de Deus e somos aperfeiçoados. Louvado seja o Senhor!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Da justificação à glória de Deus
Eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas (1 Pe 1:2). Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou (Rm 8:29-30).
Rm 1:17; 9:16; 10:13; 12:3; Hb 4:16
Nenhum filho de Deus deve se gabar e pensar de si mesmo além do que convém (Rm 12:3), em especial aqueles que estão há mais tempo na vida da igreja. Deus é quem determina tudo: Ele tem misericórdia de quem quer ter misericórdia e usa a quem Ele quer usar (9:16). Todavia isso não significa que devemos ser passivos, muito menos fatalistas. Cabe a nós aplicar o coração para buscar a misericórdia do Senhor (Hb 4:16). Cabe a nós também buscar o Senhor para ter uma mente renovada, sempre exercitando o espírito, e ter um serviço inovador, cheio da vida divina.
Precisamos de um entendimento correto com relação à predestinação do homem. Por um lado, Deus é Deus, e de antemão escolhe quem deseja. Por outro ângulo, Ele o faz baseado no que somos. Por ser Deus, Ele sabe o que desejamos e o que iremos fazer (1 Pe 1:2). Por isso não podemos culpar a Deus pelas nossas escolhas ou por quaisquer situações negativas pelas quais passamos; antes, devemos olhar para nossa própria condição e assumir a responsabilidade das consequências do que decidimos e fazemos, nos arrepender e buscar a Deus. A salvação apresentada no livro de Romanos é grandiosa. O Senhor Jesus é o Primogênito entre muitos irmãos e está nos conduzindo desde a justificação até à glorificação (Rm 8:29-30). Sabedor disso, Paulo tinha um desespero em querer salvar os judeus, seus compatriotas, pois eles rejeitavam o evangelho de Deus, e queriam se justificar pelas obras, esforçando-se em cumprir a lei.
No entanto, segundo o evangelho de Deus, para ser justificado é preciso crer no Senhor Jesus. Deus não poupou Seu único Filho; antes, por todos nós O deu gratuitamente, a fim de que fôssemos justificados por Sua graça, mediante a redenção que há em Cristo (3:24). Agora, Deus espera que nós O recebamos pela fé (5:1). Esse é o evangelho de Deus; não é complexo como subir ao Himalaia nem exige penitência para alcançar algo pelos próprios méritos. Não! É bem simples! Basta crer com o coração para a justiça e confessar com a boca a respeito da salvação para ser justificado (10:9-10). Damos graças ao Senhor, pois Ele depositou em nossa" conta celestial" um valor que não conseguimos medir. Esse valor chama-se a salvação completa. Quão grande é essa salvação! Para abrir esse "cofre", não é necessário um algoritmo nem mesmo uma sequência lógica de raciocínios. A senha é simples: “Ó Senhor Jesus!". A Palavra de Deus garante que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (v. 13).
Até a segunda vinda de Cristo, a manifestação do reino, devemos usar nossa "senha" para usufruir a riqueza que o evangelho de Deus traz para todos nós! Louvado seja o Senhor!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Rm 1:17; 9:16; 10:13; 12:3; Hb 4:16
Nenhum filho de Deus deve se gabar e pensar de si mesmo além do que convém (Rm 12:3), em especial aqueles que estão há mais tempo na vida da igreja. Deus é quem determina tudo: Ele tem misericórdia de quem quer ter misericórdia e usa a quem Ele quer usar (9:16). Todavia isso não significa que devemos ser passivos, muito menos fatalistas. Cabe a nós aplicar o coração para buscar a misericórdia do Senhor (Hb 4:16). Cabe a nós também buscar o Senhor para ter uma mente renovada, sempre exercitando o espírito, e ter um serviço inovador, cheio da vida divina.
Precisamos de um entendimento correto com relação à predestinação do homem. Por um lado, Deus é Deus, e de antemão escolhe quem deseja. Por outro ângulo, Ele o faz baseado no que somos. Por ser Deus, Ele sabe o que desejamos e o que iremos fazer (1 Pe 1:2). Por isso não podemos culpar a Deus pelas nossas escolhas ou por quaisquer situações negativas pelas quais passamos; antes, devemos olhar para nossa própria condição e assumir a responsabilidade das consequências do que decidimos e fazemos, nos arrepender e buscar a Deus. A salvação apresentada no livro de Romanos é grandiosa. O Senhor Jesus é o Primogênito entre muitos irmãos e está nos conduzindo desde a justificação até à glorificação (Rm 8:29-30). Sabedor disso, Paulo tinha um desespero em querer salvar os judeus, seus compatriotas, pois eles rejeitavam o evangelho de Deus, e queriam se justificar pelas obras, esforçando-se em cumprir a lei.
No entanto, segundo o evangelho de Deus, para ser justificado é preciso crer no Senhor Jesus. Deus não poupou Seu único Filho; antes, por todos nós O deu gratuitamente, a fim de que fôssemos justificados por Sua graça, mediante a redenção que há em Cristo (3:24). Agora, Deus espera que nós O recebamos pela fé (5:1). Esse é o evangelho de Deus; não é complexo como subir ao Himalaia nem exige penitência para alcançar algo pelos próprios méritos. Não! É bem simples! Basta crer com o coração para a justiça e confessar com a boca a respeito da salvação para ser justificado (10:9-10). Damos graças ao Senhor, pois Ele depositou em nossa" conta celestial" um valor que não conseguimos medir. Esse valor chama-se a salvação completa. Quão grande é essa salvação! Para abrir esse "cofre", não é necessário um algoritmo nem mesmo uma sequência lógica de raciocínios. A senha é simples: “Ó Senhor Jesus!". A Palavra de Deus garante que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (v. 13).
Até a segunda vinda de Cristo, a manifestação do reino, devemos usar nossa "senha" para usufruir a riqueza que o evangelho de Deus traz para todos nós! Louvado seja o Senhor!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Envelhecimento espiritual
Servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra (Rm 7:6b)
Rm 9:16; 1 Co 10:13; Ef 2:8; Cl 2:8
O povo judeu, a nação que Deus escolheu na antiga aliança, rejeitou Cristo como o Filho do Deus vivo, como Salvador. Esse era o motivo do desespero de Paulo: por mais que os judeus tivessem o histórico de ser descendentes dos patriarcas e ancestrais do próprio Cristo, Paulo sabia que não era pela "boa intenção" e pelo esforço humano que eles seriam salvos; antes, a salvação de Deus é algo gratuito, proveniente da Sua misericórdia e graça (Rm 9:16; Ef 2:8).
Essa experiência do povo judeu serve de advertência e exemplo para nós (1 Co 10:11). Não devemos ficar apegados a experiências passadas, a conceitos tradicionais, nem mesmo à nossa obstinação natural. Essas coisas causam o nosso envelhecimento espiritual e criam nossa própria religião. Por essa razão, na vida da igreja, sem exceção, todos devemos retomar à simplicidade, invocando o nome do Senhor para estar no Espírito (2 Co 11:3). Se estivermos nessa esfera de simplicidade, quando os encargos forem promovidos, seguiremos sem nenhuma resistência. Não seremos um empecilho, mas um canal onde o evangelho de Deus tem caminho para o avanço do Senhor e de Sua obra.
Devemos orar ao Senhor para que Ele descontamine nosso ser e liberte-nos de nossa própria religião, conceitos e tradição (Mt 15:6b; Cl 2:8). Temos de mudar de atitude e exercitar mais nosso espírito, invocando o nome do Senhor. o resultado será uma vida da igreja cheia de realidade, novidade e alegria.
Temos a pregação do evangelho do reino, as reuniões de grupo familiar e demais encontros na vida da igreja para mudar nossa atitude. Que possamos praticar tudo isso, como foi abordado nesta semana, em nosso espírito, no Santo dos Santos, onde temos todas as riquezas de Deus e a novidade de espírito (Rm 10:12; 7:6).
Podemos fazer esta oração: "Senhor Jesus, vem me limpar. Não quero fazer as coisas sob o efeito de minha própria religião; antes, quero estar no espírito e seguir Teu Espírito, invocando Teu rico nome, ó Senhor Jesus!".
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Rm 9:16; 1 Co 10:13; Ef 2:8; Cl 2:8
O povo judeu, a nação que Deus escolheu na antiga aliança, rejeitou Cristo como o Filho do Deus vivo, como Salvador. Esse era o motivo do desespero de Paulo: por mais que os judeus tivessem o histórico de ser descendentes dos patriarcas e ancestrais do próprio Cristo, Paulo sabia que não era pela "boa intenção" e pelo esforço humano que eles seriam salvos; antes, a salvação de Deus é algo gratuito, proveniente da Sua misericórdia e graça (Rm 9:16; Ef 2:8).
Essa experiência do povo judeu serve de advertência e exemplo para nós (1 Co 10:11). Não devemos ficar apegados a experiências passadas, a conceitos tradicionais, nem mesmo à nossa obstinação natural. Essas coisas causam o nosso envelhecimento espiritual e criam nossa própria religião. Por essa razão, na vida da igreja, sem exceção, todos devemos retomar à simplicidade, invocando o nome do Senhor para estar no Espírito (2 Co 11:3). Se estivermos nessa esfera de simplicidade, quando os encargos forem promovidos, seguiremos sem nenhuma resistência. Não seremos um empecilho, mas um canal onde o evangelho de Deus tem caminho para o avanço do Senhor e de Sua obra.
Devemos orar ao Senhor para que Ele descontamine nosso ser e liberte-nos de nossa própria religião, conceitos e tradição (Mt 15:6b; Cl 2:8). Temos de mudar de atitude e exercitar mais nosso espírito, invocando o nome do Senhor. o resultado será uma vida da igreja cheia de realidade, novidade e alegria.
Temos a pregação do evangelho do reino, as reuniões de grupo familiar e demais encontros na vida da igreja para mudar nossa atitude. Que possamos praticar tudo isso, como foi abordado nesta semana, em nosso espírito, no Santo dos Santos, onde temos todas as riquezas de Deus e a novidade de espírito (Rm 10:12; 7:6).
Podemos fazer esta oração: "Senhor Jesus, vem me limpar. Não quero fazer as coisas sob o efeito de minha própria religião; antes, quero estar no espírito e seguir Teu Espírito, invocando Teu rico nome, ó Senhor Jesus!".
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
A direção do Espírito
Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço menção de vós em todas as minhas orações, suplicando que, nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de visitar-vos (Rm 1:9-10)
At 21:11-12; Rm 9:3; 1 Co 16:1-4
Hoje veremos algumas viagens que o apóstolo Paulo fez a fim de extrairmos lições com relação a viver no Santo dos Santos, isto é, em nosso espírito. Em sua segunda jornada, Paulo teve uma dependência extrema do Espírito. Nela vemos que ele e Silas foram impedidos pelo Espírito Santo de pregar o evangelho na Ásia. Em seguida, quando tentaram ir para Bitínia, o Espírito de Jesus também não permitiu (At 16:6-7). Descendo a Trôade, sobreveio a Paulo uma visão, na qual um varão macedônio estava em pé e lhe rogava, dizendo: "Passa à Macedônia e ajuda-nos". Imediatamente seguiram para aquele destino, concluindo que Deus os havia chamado e enviado para anunciar o evangelho ali (vs. 8-10).
O resultado do trabalho de Paulo e de seus cooperadores na região da Macedônia foi o surgimento da igreja na cidade de Filipos, onde pregaram o evangelho às mulheres que para ali tinham concorrido. Houve um início com oração e conversões impactantes, como a de Lídia e a do carcereiro (vs. 14-15, 25-34). A região da Macedônia tornou-se também referência no serviço de oferta de riquezas materiais, rogando, inclusive, que Paulo não partisse dali sem os donativos dos irmãos (2 Co 8:1, 4).
Na terceira jornada Paulo passou por experiências extremamente difíceis que quase lhe custaram a vida e o fim precoce de seu ministério. Ele quis passar pela região da Macedônia e da Acaia para levar as ofertas coletadas para Jerusalém. No entanto, em seu trajeto, ele foi para Éfeso, região em que permaneceu por três anos. Ali ele escreveu a primeira carta endereçada aos coríntios (1 Co 16:1-4). Quando partiu para Jerusalém, ao chegar a Tiro, alguns discípulos, movidos pelo Espírito, recomendaram a Paulo que não seguisse viagem para lá (At 21:4). Em Cesareia, chegou a ser advertido por meio do profeta Ágabo, que, tomando um cinto e ligando-o com os próprios pés e mãos, declarou: "Isto diz o Espírito Santo: Assim os judeus, em Jerusalém, farão ao dono deste cinto e o entregarão nas mãos dos gentios" (v. 11). Quando ouviram as palavras de Ágabo, os irmãos que acompanhavam a Paulo rogaram-lhe que não subisse a Jerusalém (v. 12).
Paulo não deu atenção às advertências e, em Jerusalém, além de quase cumprir um voto segundo os rituais do Antigo Testamento, foi identificado pelos judeus vindos da Ásia, que o agarraram e levaram para fora da cidade a fim de matá-lo. O Senhor, porém, o livrou da morte (v. 31). Já preso, desenvolveu seu ministério epistolar, o que resultou em um legado recebido por todos os filhos de Deus até hoje.
Por que Paulo insistiu tanto em ir a Jerusalém? A resposta é que ele amava seus compatriotas a ponto de querer ser anátema, maldito e separado de Cristo, por amor a sua linhagem (Rm 9:3). Paulo desejava transmitir o evangelho de Deus aos judeus, mas estes desprezavam essa boa-nova, devido a conceitos e tradições. Paulo estava desesperado pelo fato de o povo judeu não ter percebido ainda a maravilha do evangelho.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
At 21:11-12; Rm 9:3; 1 Co 16:1-4
Hoje veremos algumas viagens que o apóstolo Paulo fez a fim de extrairmos lições com relação a viver no Santo dos Santos, isto é, em nosso espírito. Em sua segunda jornada, Paulo teve uma dependência extrema do Espírito. Nela vemos que ele e Silas foram impedidos pelo Espírito Santo de pregar o evangelho na Ásia. Em seguida, quando tentaram ir para Bitínia, o Espírito de Jesus também não permitiu (At 16:6-7). Descendo a Trôade, sobreveio a Paulo uma visão, na qual um varão macedônio estava em pé e lhe rogava, dizendo: "Passa à Macedônia e ajuda-nos". Imediatamente seguiram para aquele destino, concluindo que Deus os havia chamado e enviado para anunciar o evangelho ali (vs. 8-10).
O resultado do trabalho de Paulo e de seus cooperadores na região da Macedônia foi o surgimento da igreja na cidade de Filipos, onde pregaram o evangelho às mulheres que para ali tinham concorrido. Houve um início com oração e conversões impactantes, como a de Lídia e a do carcereiro (vs. 14-15, 25-34). A região da Macedônia tornou-se também referência no serviço de oferta de riquezas materiais, rogando, inclusive, que Paulo não partisse dali sem os donativos dos irmãos (2 Co 8:1, 4).
Na terceira jornada Paulo passou por experiências extremamente difíceis que quase lhe custaram a vida e o fim precoce de seu ministério. Ele quis passar pela região da Macedônia e da Acaia para levar as ofertas coletadas para Jerusalém. No entanto, em seu trajeto, ele foi para Éfeso, região em que permaneceu por três anos. Ali ele escreveu a primeira carta endereçada aos coríntios (1 Co 16:1-4). Quando partiu para Jerusalém, ao chegar a Tiro, alguns discípulos, movidos pelo Espírito, recomendaram a Paulo que não seguisse viagem para lá (At 21:4). Em Cesareia, chegou a ser advertido por meio do profeta Ágabo, que, tomando um cinto e ligando-o com os próprios pés e mãos, declarou: "Isto diz o Espírito Santo: Assim os judeus, em Jerusalém, farão ao dono deste cinto e o entregarão nas mãos dos gentios" (v. 11). Quando ouviram as palavras de Ágabo, os irmãos que acompanhavam a Paulo rogaram-lhe que não subisse a Jerusalém (v. 12).
Paulo não deu atenção às advertências e, em Jerusalém, além de quase cumprir um voto segundo os rituais do Antigo Testamento, foi identificado pelos judeus vindos da Ásia, que o agarraram e levaram para fora da cidade a fim de matá-lo. O Senhor, porém, o livrou da morte (v. 31). Já preso, desenvolveu seu ministério epistolar, o que resultou em um legado recebido por todos os filhos de Deus até hoje.
Por que Paulo insistiu tanto em ir a Jerusalém? A resposta é que ele amava seus compatriotas a ponto de querer ser anátema, maldito e separado de Cristo, por amor a sua linhagem (Rm 9:3). Paulo desejava transmitir o evangelho de Deus aos judeus, mas estes desprezavam essa boa-nova, devido a conceitos e tradições. Paulo estava desesperado pelo fato de o povo judeu não ter percebido ainda a maravilha do evangelho.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
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