Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos (Rm 12:16)
Rm 12:9-21
Hoje veremos a respeito das virtudes recomendadas por Paulo aos irmãos. Para obtermos essas virtudes, devemos ser fervorosos de espírito, servindo ao Senhor (Rm 12:11). Nesse sentido, assumimos nossa posição de servos, não apenas para prestar adoração ao Senhor como no serviço sacerdotal, nem para somente servirmos aos irmãos, mas como escravos Dele. Isso é servir com o espírito ardente e fervoroso. As primeiras virtudes recomendadas são a misericórdia e o amor (vs. 8-9). A essência de tudo o que fazemos tem de ser o amor, pois isso é o sinal de que a vida de Deus em nós está chegando à maturidade. Paulo nos encoraja a amarmos cordialmente uns aos outros com amor fraternal (v. 10). Esse amor é sem hipocrisia (v. 9) e, com base nele, somos capacitados a compartilhar as necessidades dos santos e praticar a hospitalidade (v. 13). O amor nos habilita a dar prioridade às necessidades dos outros.
Quanto ao zelo, isso significa não sermos indulgentes ou preguiçosos no serviço ao Senhor (vs. 11). Quando somos fervorosos de espírito, atendemos com prontidão ao chamamento do Senhor, apresentando nosso corpo, e também renovando e transformando nossa mente. Gostaria de mencionar o testemunho de um irmão de Uganda, África, que recebeu do Senhor a comissão de cuidar de órfãos. Ele começou cuidando de dez e hoje possui cerca de trezentos órfãos sob seu encargo. Sabemos que esse tipo de serviço implica muitas despesas. Felizmente, um irmão brasileiro o ajudou, ofertando um valor substancial para suprir as necessidades do cuidado desses órfãos. Isso é a prática do amor! Esse testemunho serve de alerta para nós: precisamos nos preocupar mais com as necessidades das pessoas. Há outro testemunho sobre esse tema. Em Uberaba, uma família se dispôs a criar um instituto visando prestar tratamento de câncer gratuito para pessoas carentes em determinado hospital. Os irmãos dessa família levantaram fundos para investir nesse hospital.
O resultado foi precioso! As pessoas que ali se encontram hospitalizadas estão receptivas para a pregação do evangelho porque perceberam a preocupação e o cuidado dos irmãos com suas vidas. Em suma, se desejamos frutificar, devemos nos preocupar com as pessoas, estando sensíveis ao Espírito para que Ele nos direcione sobre o que fazer. Além disso, vamos compartilhar as necessidades dos santos, a saber, os que creem no Senhor. Quando estamos no espírito, temos misericórdia e empatia, por isso podemos nos alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram (v. 15). As experiências vivenciadas pelos que cooperam nas unidades BooKafé atestam que o lugar de oração é uma oportunidade para não sermos sábios aos nossos próprios olhos, mas para condescendermos com o que é humilde. Ali podemos orar pelas necessidades das pessoas, transmitir-lhes um pouco do amor de Deus e aprender a exercer misericórdia.
Quanto à nossa atitude em relação aos que nos perseguem, Paulo recomenda que nos esforcemos em fazer o bem perante todos os homens e manter a paz, no quanto depender de nós (vs. 19-21). Nesse aspecto, sigamos o exemplo do Senhor Jesus, que na cruz orou em favor daqueles que O crucificaram. Em Atos temos outro episódio semelhante: o apedrejamento de Estêvão, que intercedeu em favor das pessoas que o apedrejavam, dizendo: "Senhor, não lhes imputes este pecado!" (At 7:60b). Somente quando somos fervorosos de espírito a vida de Deus nos habilita alcançarmos esse padrão de viver cristão: amoroso e perdoador. Que isso nos torne vencedores na vinda do Senhor!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Servir ao Senhor com alegria
Assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros (Rm 12:4-5)
Dt 11:13; Mc 10:45; At 20:19; Hb 6:10
Em Romanos 12:3 lemos: "Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um". Essa palavra nos adverte a não pensarmos de nós mesmos além do que convém, pois isso faz com que nos consideremos melhores que os outros. Esse é um grave erro, que infelizmente tem causado muitos problemas na igreja, como dissensões e desavenças. Isso ocorre quando não nos deixamos ser quebrantados pelo Senhor, ou seja, quando não negamos a vida da alma. Os problemas estão diante de nós para mostrar que precisamos nos arrepender e nos humilhar na presença do Senhor. Quando renunciamos a nós mesmos por amor aos irmãos, somos abençoados. Os versículos 4 e 5 mostram que somos membros do corpo de Cristo e que cada membro possui sua função. Aqui se trata do serviço no sentido de "diaconia", ou seja, o serviço à igreja, diretamente aos irmãos. No tribunal de Cristo, cada um receberá do Senhor conforme as suas obras. Assim, precisamos servir de acordo com a função que recebemos do Senhor. Quando identificamos qual é a nossa porção no corpo de Cristo, e somos fiéis a essa porção, servimos com alegria e nos tornamos mais úteis nas mãos do Senhor. Devemos aprender a cooperar em favor uns dos outros quando se trata dos serviços na igreja.
Como membros do corpo de Cristo, temos diferentes dons, segundo a graça que nos foi dada: profecia, ministério, ensino, exortação ou oferta de riquezas materiais (vs. 6-8). Há irmãos que possuem o dom de profecia, ou seja, falam por Deus. Quanto ao ministério, ou serviço, muitos irmãos possuem dons: como o de música, cozinha, recepção, crianças e jovens. Cada um desses serviços nós desempenhamos não para homens, mas como para o Senhor, por isso sejamos diligentes. Além disso, não devemos lidar com o serviço que prestamos como se fosse algo de nossa propriedade, mas envolver outros irmãos e estar abertos às melhorias, para sermos aperfeiçoados juntos. Há, ainda, irmãos e irmãs que ensinam, isto é, que reproduzem e transmitem o ensinamento dos apóstolos. Se você é alguém que tem o dom de ensinar, busque ter mais comunhão íntima com o Senhor, a ponto de Ele mesmo falar diretamente com você.
Muitos irmãos possuem o dom de ofertar financeiramente e exercem esse dom com liberalidade. Isso significa que ofertam com generosidade e sinceridade. Se você oferta, saiba que esses recursos estão salvando pessoas em toda a terra, até mesmo na Europa e na África. Muitos estão recebendo o evangelho através do BooKafé e da colportagem. Que sejamos fiéis em continuar ofertando ao Senhor, tanto riquezas materiais, como a nossa própria pessoa e dons!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Dt 11:13; Mc 10:45; At 20:19; Hb 6:10
Em Romanos 12:3 lemos: "Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um". Essa palavra nos adverte a não pensarmos de nós mesmos além do que convém, pois isso faz com que nos consideremos melhores que os outros. Esse é um grave erro, que infelizmente tem causado muitos problemas na igreja, como dissensões e desavenças. Isso ocorre quando não nos deixamos ser quebrantados pelo Senhor, ou seja, quando não negamos a vida da alma. Os problemas estão diante de nós para mostrar que precisamos nos arrepender e nos humilhar na presença do Senhor. Quando renunciamos a nós mesmos por amor aos irmãos, somos abençoados. Os versículos 4 e 5 mostram que somos membros do corpo de Cristo e que cada membro possui sua função. Aqui se trata do serviço no sentido de "diaconia", ou seja, o serviço à igreja, diretamente aos irmãos. No tribunal de Cristo, cada um receberá do Senhor conforme as suas obras. Assim, precisamos servir de acordo com a função que recebemos do Senhor. Quando identificamos qual é a nossa porção no corpo de Cristo, e somos fiéis a essa porção, servimos com alegria e nos tornamos mais úteis nas mãos do Senhor. Devemos aprender a cooperar em favor uns dos outros quando se trata dos serviços na igreja.
Como membros do corpo de Cristo, temos diferentes dons, segundo a graça que nos foi dada: profecia, ministério, ensino, exortação ou oferta de riquezas materiais (vs. 6-8). Há irmãos que possuem o dom de profecia, ou seja, falam por Deus. Quanto ao ministério, ou serviço, muitos irmãos possuem dons: como o de música, cozinha, recepção, crianças e jovens. Cada um desses serviços nós desempenhamos não para homens, mas como para o Senhor, por isso sejamos diligentes. Além disso, não devemos lidar com o serviço que prestamos como se fosse algo de nossa propriedade, mas envolver outros irmãos e estar abertos às melhorias, para sermos aperfeiçoados juntos. Há, ainda, irmãos e irmãs que ensinam, isto é, que reproduzem e transmitem o ensinamento dos apóstolos. Se você é alguém que tem o dom de ensinar, busque ter mais comunhão íntima com o Senhor, a ponto de Ele mesmo falar diretamente com você.
Muitos irmãos possuem o dom de ofertar financeiramente e exercem esse dom com liberalidade. Isso significa que ofertam com generosidade e sinceridade. Se você oferta, saiba que esses recursos estão salvando pessoas em toda a terra, até mesmo na Europa e na África. Muitos estão recebendo o evangelho através do BooKafé e da colportagem. Que sejamos fiéis em continuar ofertando ao Senhor, tanto riquezas materiais, como a nossa própria pessoa e dons!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
O serviço adequado a Deus
Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional (Rm 12:1)
At 10:7; Rm 13:6; 15:25; 2 Co 9:13; 12:18; Fp 2:17
O serviço adequado a Deus é prático e concreto. Por isso, em Romanos 12:1, o apóstolo Paulo roga que apresentemos nosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Não servimos a Deus somente em espírito, mas consagramos a Ele todo o nosso ser: corpo, alma e espírito. O sacrifício que apresentamos ao Senhor é vivo, porque temos a vida de ressurreição. Também é considerado santo, pois em Cristo obtemos a santificação. Além disso, é um sacrifício agradável, porque a obra redentora de Cristo nos tornou aceitos por Deus.
O sacrifício vivo é relacionado ao serviço ou culto racional. A palavra "culto" vem da tradução da palavra grega "latreia", que aponta para um serviço direto a Deus, como um serviço sacerdotal prestado diante de Deus.
Um requisito fundamental para sermos úteis ao Senhor é não nos conformarmos com este século. A palavra século significa a presente era, o mundo atual, que é controlado pelo inimigo de Deus, o príncipe deste mundo. Logo, não devemos amar o mundo nem as coisas que existem nele. Quando nos deixamos moldar pelo sistema mundano, o amor do Pai não está em nós (1 Jo 2:15). Que estejamos atentos às roupas com que nos vestimos, bem como ao nosso comportamento e maneira de falar. Se alguma dessas coisas estiver identificada com este mundo, estamos nos sujeitando ao sistema controlado pelo maligno. Estejamos atentos, pois a intenção do inimigo é nos escravizar e nos tornar infrutíferos para Deus. O Senhor Jesus disse que, embora estejamos no mundo, não somos do mundo, assim como Ele também não é (Jo 17:15-16). O Senhor é o padrão de servo de Deus que buscamos alcançar. Portanto, se quisermos ser frutíferos para Deus, devemos ser transformados pela renovação da nossa mente.
A renovação da mente também diz respeito às reuniões. Quando desfrutamos do Senhor nas reuniões, não devemos buscar apenas nosso benefício individual, mas assumir nossa função como cooperadores Dele. Frequentar as reuniões não tem como objetivo nossa própria edificação, mas a edificação do Corpo de Cristo. Por isso, para servir a Deus, é necessário avançar na experiência cristã, ganhando mais da realidade de Cristo. Se buscarmos ter uma comunhão íntima com o Senhor, saberemos que Ele deseja enviar trabalhadores para Sua seara. Vamos nos apresentar a Ele, de corpo, alma e espírito! Se estivermos dispostos a servi-Lo dessa forma, certamente Sua vida em nós crescerá e frutificará.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
At 10:7; Rm 13:6; 15:25; 2 Co 9:13; 12:18; Fp 2:17
O serviço adequado a Deus é prático e concreto. Por isso, em Romanos 12:1, o apóstolo Paulo roga que apresentemos nosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Não servimos a Deus somente em espírito, mas consagramos a Ele todo o nosso ser: corpo, alma e espírito. O sacrifício que apresentamos ao Senhor é vivo, porque temos a vida de ressurreição. Também é considerado santo, pois em Cristo obtemos a santificação. Além disso, é um sacrifício agradável, porque a obra redentora de Cristo nos tornou aceitos por Deus.
O sacrifício vivo é relacionado ao serviço ou culto racional. A palavra "culto" vem da tradução da palavra grega "latreia", que aponta para um serviço direto a Deus, como um serviço sacerdotal prestado diante de Deus.
Um requisito fundamental para sermos úteis ao Senhor é não nos conformarmos com este século. A palavra século significa a presente era, o mundo atual, que é controlado pelo inimigo de Deus, o príncipe deste mundo. Logo, não devemos amar o mundo nem as coisas que existem nele. Quando nos deixamos moldar pelo sistema mundano, o amor do Pai não está em nós (1 Jo 2:15). Que estejamos atentos às roupas com que nos vestimos, bem como ao nosso comportamento e maneira de falar. Se alguma dessas coisas estiver identificada com este mundo, estamos nos sujeitando ao sistema controlado pelo maligno. Estejamos atentos, pois a intenção do inimigo é nos escravizar e nos tornar infrutíferos para Deus. O Senhor Jesus disse que, embora estejamos no mundo, não somos do mundo, assim como Ele também não é (Jo 17:15-16). O Senhor é o padrão de servo de Deus que buscamos alcançar. Portanto, se quisermos ser frutíferos para Deus, devemos ser transformados pela renovação da nossa mente.
A renovação da mente também diz respeito às reuniões. Quando desfrutamos do Senhor nas reuniões, não devemos buscar apenas nosso benefício individual, mas assumir nossa função como cooperadores Dele. Frequentar as reuniões não tem como objetivo nossa própria edificação, mas a edificação do Corpo de Cristo. Por isso, para servir a Deus, é necessário avançar na experiência cristã, ganhando mais da realidade de Cristo. Se buscarmos ter uma comunhão íntima com o Senhor, saberemos que Ele deseja enviar trabalhadores para Sua seara. Vamos nos apresentar a Ele, de corpo, alma e espírito! Se estivermos dispostos a servi-Lo dessa forma, certamente Sua vida em nós crescerá e frutificará.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
A lei do espírito e da vida
O pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça (Rm 6:14)
Rm 3:23; 7:21-25; Ef 6:4
De acordo com Romanos 7, todo aquele que deseja fazer a vontade de Deus possui um conflito interior entre a lei do pecado e a lei de Deus. Em outras palavras, embora nos sintamos capazes (lei da mente) de fazer a vontade de Deus (lei de Deus), fracassamos, inclinando-nos para fazer o mal (lei do pecado e da morte). Dessa forma, somos incapazes de fazer o bem que preferimos e, espontaneamente, fazemos o mal que rejeitamos (v. 19).
Em Romanos 6 Paulo discorre que, quando alguém está escravizado pela lei do pecado, é inútil para Deus. No capítulo 7, o próprio Paulo reconhece sua inutilidade. Também precisamos desse tipo de experiência, para perceber que não importa nossa intenção de fazer o bem para agradar a Deus; em nossa carne não habita bem algum. A lei da mente fica subjugada pela lei do pecado, assim como tudo o que se encontra na superfície da terra obedece à lei da gravidade. Por exemplo, é frequente que os jovens fiquem encorajados a buscar o Senhor após participarem de uma conferência de jovens. Após algum tempo, porém, desanimam por ter fracassado em seus objetivos espirituais. É como ser vencido pela lei da gravidade. A lei da mente nos induz a crer que podemos cumprir a lei de Deus, e pensamos que somos bons, por natureza. Mas, quando tentamos, a partir de nossa mente, praticar a palavra de Deus, encontramos em nossos membros outra lei, que nos leva a fracassar em nossas decisões: a lei do pecado e da morte.
A lei da mente é fraca demais para atender às exigências da lei de Deus. Por isso, em Romanos 7, vemos que Paulo travava uma constante luta, tentando agradar a Deus, mas sempre fracassando. Por fim, Paulo, já desesperado de si mesmo, clama: "Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte " (v. 24). Seu pedido de socorro é para ser liberto do corpo desta morte, ou seja, da lei do pecado e da morte. Graças a Deus, em Jesus Cristo há libertação, por isso "graças a Deus por Jesus Cristo!" (v. 25). Por meio de Jesus, ganhamos vida em nosso espírito. Agora, recebemos a lei do espírito da vida, mais forte que a lei do pecado e da morte. Ela nos capacita e cumprir a lei de Deus, sendo muito superior à lei da nossa mente. Se estivermos no espírito, seremos fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder (Ef 6:10) Esse poder é a lei que nos levará a realizar a vontade de Deus. Aleluia!
A lei do espírito e da vida nos capacita a praticar o conteúdo de Romanos, que trata da plena salvação de Deus. Todos os estágios da salvação ali relacionados (justificação, santificação, reconciliação, transformação, conformação e glorificação) devem ser realidade em nosso viver, não só individual, mas coletivamente, para a edificação do Corpo de Cristo. Nesse contexto, Romanos 16 retrata exemplos práticos do genuíno viver da igreja. Todos os exemplos nos encorajam a acolher e ajudar os irmãos que servem, a abrir nossa casa como um lugar de oração e a servir uns aos outros como mães e pais espirituais. Essa é a prática desejável no viver da igreja, a maneira saudável de edificar o Corpo de Cristo.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Rm 3:23; 7:21-25; Ef 6:4
De acordo com Romanos 7, todo aquele que deseja fazer a vontade de Deus possui um conflito interior entre a lei do pecado e a lei de Deus. Em outras palavras, embora nos sintamos capazes (lei da mente) de fazer a vontade de Deus (lei de Deus), fracassamos, inclinando-nos para fazer o mal (lei do pecado e da morte). Dessa forma, somos incapazes de fazer o bem que preferimos e, espontaneamente, fazemos o mal que rejeitamos (v. 19).
Em Romanos 6 Paulo discorre que, quando alguém está escravizado pela lei do pecado, é inútil para Deus. No capítulo 7, o próprio Paulo reconhece sua inutilidade. Também precisamos desse tipo de experiência, para perceber que não importa nossa intenção de fazer o bem para agradar a Deus; em nossa carne não habita bem algum. A lei da mente fica subjugada pela lei do pecado, assim como tudo o que se encontra na superfície da terra obedece à lei da gravidade. Por exemplo, é frequente que os jovens fiquem encorajados a buscar o Senhor após participarem de uma conferência de jovens. Após algum tempo, porém, desanimam por ter fracassado em seus objetivos espirituais. É como ser vencido pela lei da gravidade. A lei da mente nos induz a crer que podemos cumprir a lei de Deus, e pensamos que somos bons, por natureza. Mas, quando tentamos, a partir de nossa mente, praticar a palavra de Deus, encontramos em nossos membros outra lei, que nos leva a fracassar em nossas decisões: a lei do pecado e da morte.
A lei da mente é fraca demais para atender às exigências da lei de Deus. Por isso, em Romanos 7, vemos que Paulo travava uma constante luta, tentando agradar a Deus, mas sempre fracassando. Por fim, Paulo, já desesperado de si mesmo, clama: "Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte " (v. 24). Seu pedido de socorro é para ser liberto do corpo desta morte, ou seja, da lei do pecado e da morte. Graças a Deus, em Jesus Cristo há libertação, por isso "graças a Deus por Jesus Cristo!" (v. 25). Por meio de Jesus, ganhamos vida em nosso espírito. Agora, recebemos a lei do espírito da vida, mais forte que a lei do pecado e da morte. Ela nos capacita e cumprir a lei de Deus, sendo muito superior à lei da nossa mente. Se estivermos no espírito, seremos fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder (Ef 6:10) Esse poder é a lei que nos levará a realizar a vontade de Deus. Aleluia!
A lei do espírito e da vida nos capacita a praticar o conteúdo de Romanos, que trata da plena salvação de Deus. Todos os estágios da salvação ali relacionados (justificação, santificação, reconciliação, transformação, conformação e glorificação) devem ser realidade em nosso viver, não só individual, mas coletivamente, para a edificação do Corpo de Cristo. Nesse contexto, Romanos 16 retrata exemplos práticos do genuíno viver da igreja. Todos os exemplos nos encorajam a acolher e ajudar os irmãos que servem, a abrir nossa casa como um lugar de oração e a servir uns aos outros como mães e pais espirituais. Essa é a prática desejável no viver da igreja, a maneira saudável de edificar o Corpo de Cristo.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Nosso objetivo: crescer e frutificar
Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra (Gn 1:28)
Gn 1:24-27; Lc 13:6-9
Em Gênesis 1:28 vemos a determinação de Deus para que o homem e a mulher fossem fecundos e se multiplicassem. Essa mesma ordem é para nós hoje, no aspecto espiritual. Ser fecundo significa ser frutífero, ou seja, ser cheio de frutos. Isso significa que o Senhor deseja que frutifiquemos, que geremos pessoas para Ele.
Deus criou os animais segundo a espécie de cada um (vs, 24-25). Contudo a criação do homem foi planejada de maneira diferente: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança" (v. 26a). Fomos criados segundo a espécie de Deus. À vista disso, o plano original de Deus é que enchamos a terra com a "espécie de Deus", isto é, com filhos de Deus, multiplicando a vida divina.
Como sabemos, Satanás prejudicou o plano original de Deus para o homem, corrompendo-o com a natureza pecaminosa. Ao comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, o homem caiu em degradação e ficou impossibilitado de dar cumprimento ao propósito de Deus.
Mas graças a Deus por Jesus Cristo! Sua obra redentora restaurou o homem à condição original! Uma vez salvos e regenerados, podemos frutificar para Deus. A palavra nos ensina a maneira de dar frutos. Em João 15, vemos que Jesus é a videira, nós somos os ramos, e o Pai é o agricultor. Todo ramo que permanece Nele pode dar fruto. Os ramos que dão fruto são limpos e os que não frutificam são cortados (vs. 1-5). Lucas 13 apresenta a parábola da figueira estéril, plantada em uma vinha. Por três anos aquela figueira não deu fruto e o dono da vinha pediu ao viticultor para cortá-la, pois estava ocupando inutilmente o solo. Mas o viticultor respondeu: "Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave ao redor dela e lhe ponha estrume. Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la" (vs. 8-9).
É dessa maneira que o Senhor nos tem tratado. Ele é misericordioso para com os que não frutificaram ainda. Somos a lavoura de Deus (1 Co 3:9), e Ele tem sido longânimo para conosco, nos concedendo mais tempo e oportunidade para frutificar. Um ramo deve produzir frutos, por isso, se não estamos frutificando, há algo errado conosco. Talvez o inimigo tenha semeado em nosso coração "ervas daninhas", "espinhos" ou "abrolhos", que atrapalham nossa frutificação. Se esse é o caso, devemos lançar mão do fogo do espírito para eliminar esses obstáculos, deixando o Senhor queimar todas as impurezas que impedem o desenvolvimento de Sua vida em nós; assim, não seremos infrutíferos.
Já recebemos a vida divina em nosso interior. Agora essa vida precisa crescer e se multiplicar, gerando mais e mais frutos.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Gn 1:24-27; Lc 13:6-9
Em Gênesis 1:28 vemos a determinação de Deus para que o homem e a mulher fossem fecundos e se multiplicassem. Essa mesma ordem é para nós hoje, no aspecto espiritual. Ser fecundo significa ser frutífero, ou seja, ser cheio de frutos. Isso significa que o Senhor deseja que frutifiquemos, que geremos pessoas para Ele.
Deus criou os animais segundo a espécie de cada um (vs, 24-25). Contudo a criação do homem foi planejada de maneira diferente: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança" (v. 26a). Fomos criados segundo a espécie de Deus. À vista disso, o plano original de Deus é que enchamos a terra com a "espécie de Deus", isto é, com filhos de Deus, multiplicando a vida divina.
Como sabemos, Satanás prejudicou o plano original de Deus para o homem, corrompendo-o com a natureza pecaminosa. Ao comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, o homem caiu em degradação e ficou impossibilitado de dar cumprimento ao propósito de Deus.
Mas graças a Deus por Jesus Cristo! Sua obra redentora restaurou o homem à condição original! Uma vez salvos e regenerados, podemos frutificar para Deus. A palavra nos ensina a maneira de dar frutos. Em João 15, vemos que Jesus é a videira, nós somos os ramos, e o Pai é o agricultor. Todo ramo que permanece Nele pode dar fruto. Os ramos que dão fruto são limpos e os que não frutificam são cortados (vs. 1-5). Lucas 13 apresenta a parábola da figueira estéril, plantada em uma vinha. Por três anos aquela figueira não deu fruto e o dono da vinha pediu ao viticultor para cortá-la, pois estava ocupando inutilmente o solo. Mas o viticultor respondeu: "Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave ao redor dela e lhe ponha estrume. Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la" (vs. 8-9).
É dessa maneira que o Senhor nos tem tratado. Ele é misericordioso para com os que não frutificaram ainda. Somos a lavoura de Deus (1 Co 3:9), e Ele tem sido longânimo para conosco, nos concedendo mais tempo e oportunidade para frutificar. Um ramo deve produzir frutos, por isso, se não estamos frutificando, há algo errado conosco. Talvez o inimigo tenha semeado em nosso coração "ervas daninhas", "espinhos" ou "abrolhos", que atrapalham nossa frutificação. Se esse é o caso, devemos lançar mão do fogo do espírito para eliminar esses obstáculos, deixando o Senhor queimar todas as impurezas que impedem o desenvolvimento de Sua vida em nós; assim, não seremos infrutíferos.
Já recebemos a vida divina em nosso interior. Agora essa vida precisa crescer e se multiplicar, gerando mais e mais frutos.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
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