A nossa suficiência vem de Deus, o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica (2 Co 3:5b-6)
At 1:8; 9:15; 2 Co 3:6; Ef 3:6-7
Nesta semana, veremos a maneira como o Senhor nos prepara e nos capacita a exercer o nosso ministério como ministros da nova aliança.
Em Efésios 3:6-7, o apóstolo Paulo nos diz que, conforme o dom da graça de Deus e segundo a força operante do Seu poder, ele foi constituído ministro do evangelho. Mais adiante veremos a maneira como Paulo recebeu, da parte de Deus, a comissão para levar o nome do Senhor perante gentios e reis, bem como perante os judeus (At 9:15). A fim de dar cumprimento a esse comissionamento, Deus precisou prepará-lo, mostrando-lhe Seu plano na era do Novo Testamento.
Por outro lado, temos a experiência dos doze apóstolos como ministros da nova aliança. Diferentemente de Paulo, eles haviam estado com Jesus durante o Seu ministério terreno. Em Atos 1:8, o Senhor Jesus deixa claro a comissão de cada um deles: "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra". Uma vez que eles haviam testemunhado todas aquelas experiências e ouvido as palavras da boca do próprio Senhor, eles deveriam se manter cheios do Espírito para poder propagar o evangelho do reino até aos confins da terra.
Essa é também a nossa incumbência: levar o evangelho do reino a toda a terra habitada, para que o Senhor volte (Mt 24:14). Pela experiência de Paulo e dos doze apóstolos, que será vista em detalhes no decorrer da semana, podemos ver que, sempre que o Senhor nos chama, Ele mesmo se encarrega de nos capacitar para o exercício de nosso ministério. Como ministros da nova aliança, nós somos aqueles que invocam o nome do Senhor e dependem totalmente Dele. Quando temos essa atitude, Ele certamente nos sustenta e habilita a levarmos outras pessoas à salvação. Louvado seja o Senhor!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Um sacrifício vivo
Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional (Rm 12:1)
Gn 22; Rm 12:2; 13:8
O resultado espontâneo de crer no Senhor é nossa total entrega a Ele. Isso implica ser um sacrifício vivo. No Antigo Testamento temos o exemplo prático de Abraão que se colocou como um sacrifício vivo, quando Deus solicitou-lhe oferecer seu único filho Isaque. De acordo com o relato do capítulo 22 de Gênesis, Abraão e Isaque se dirigiram ao lugar que Deus havia designado, sendo que no caminho, Isaque carregou a lenha. Ao chegarem, Abraão edificou um altar, dispôs a lenha, amarrou o filho e o deitou no altar, em cima da lenha. Isaque era jovem e forte, mas se deixou ser atado pelo pai e permaneceu deitado sobre o altar. Isaque estava consciente de que ele próprio era um sacrifício. Ele não estava desacordado nem tinha sido forçado a nada. Sendo velho, Abraão nada poderia fazer se Isaque lhe resistisse. Nisso, vemos que a escolha de Isaque foi entregar a própria vida espontaneamente nas mãos de seu pai e sob a vontade de Deus. Isaque não tinha mais o controle sobre si mesmo, permitindo a Deus decidir sobre o que seria feito dele. Isaque se entregou nas mãos do Deus que ressuscita os mortos.
Isso é ser um sacrifício vivo. Consciente e espontaneamente, entregamos nossa vida ao Senhor, sabendo o que estamos fazendo e para quem o estamos fazendo. Consagrar-se é declarar ao Senhor que Ele tem todo o direito sobre a nossa vida, porque Ele é o nosso Deus. Consagrar-se é não resistir absolutamente a Deus e se deixar ser colocado sobre o altar.
Isaque sabia que faltava um animal para ser imolado (v. 7), então ele espontaneamente se deixou ser colocado no altar. Quem conhece o evangelho tem essa atitude, de se dispor para o Senhor em qualquer contingência. É o mesmo que dizer: "Senhor, estou aqui, se precisar de algo ou se a igreja tiver alguma necessidade, pode me utilizar. Não me importo com a minha pessoa nem com os meus sentimentos. Senhor, a Sua satisfação é tudo que eu quero, porque a Sua alegria é a minha alegria". Certamente Deus fica satisfeito quando vê um filho Seu com essa disposição.
Ao longo da história da igreja muitos deram suas vidas ao Senhor dessa maneira, porque creram no evangelho e foram transformados pelo poder do evangelho. Hoje estamos vivendo os tempos finais, onde existe muita incredulidade, mas precisamos estar entre aqueles que creem no que Deus falou e têm esperança no poder do evangelho. Em Romanos 12: 1-2 vemos que quando alguém crê no Senhor dessa maneira O serve com diligência, simplicidade e alegria. Por fim, em Romanos 13:8 lemos: "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei". Isso é ser a expressão prática do evangelho de Deus. Somos devedores desse amor. Assim, se de fato amamos as pessoas, vamos nos preocupar com elas, cuidar delas, apascentá-las e pregar o evangelho. Vamos praticar o evangelho em que cremos, até que o Senhor venha. Quando Ele vier, O veremos face a face, e Ele enxugará de nossos olhos toda lágrima. Em breve, estaremos para sempre com Ele. Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Gn 22; Rm 12:2; 13:8
O resultado espontâneo de crer no Senhor é nossa total entrega a Ele. Isso implica ser um sacrifício vivo. No Antigo Testamento temos o exemplo prático de Abraão que se colocou como um sacrifício vivo, quando Deus solicitou-lhe oferecer seu único filho Isaque. De acordo com o relato do capítulo 22 de Gênesis, Abraão e Isaque se dirigiram ao lugar que Deus havia designado, sendo que no caminho, Isaque carregou a lenha. Ao chegarem, Abraão edificou um altar, dispôs a lenha, amarrou o filho e o deitou no altar, em cima da lenha. Isaque era jovem e forte, mas se deixou ser atado pelo pai e permaneceu deitado sobre o altar. Isaque estava consciente de que ele próprio era um sacrifício. Ele não estava desacordado nem tinha sido forçado a nada. Sendo velho, Abraão nada poderia fazer se Isaque lhe resistisse. Nisso, vemos que a escolha de Isaque foi entregar a própria vida espontaneamente nas mãos de seu pai e sob a vontade de Deus. Isaque não tinha mais o controle sobre si mesmo, permitindo a Deus decidir sobre o que seria feito dele. Isaque se entregou nas mãos do Deus que ressuscita os mortos.
Isso é ser um sacrifício vivo. Consciente e espontaneamente, entregamos nossa vida ao Senhor, sabendo o que estamos fazendo e para quem o estamos fazendo. Consagrar-se é declarar ao Senhor que Ele tem todo o direito sobre a nossa vida, porque Ele é o nosso Deus. Consagrar-se é não resistir absolutamente a Deus e se deixar ser colocado sobre o altar.
Isaque sabia que faltava um animal para ser imolado (v. 7), então ele espontaneamente se deixou ser colocado no altar. Quem conhece o evangelho tem essa atitude, de se dispor para o Senhor em qualquer contingência. É o mesmo que dizer: "Senhor, estou aqui, se precisar de algo ou se a igreja tiver alguma necessidade, pode me utilizar. Não me importo com a minha pessoa nem com os meus sentimentos. Senhor, a Sua satisfação é tudo que eu quero, porque a Sua alegria é a minha alegria". Certamente Deus fica satisfeito quando vê um filho Seu com essa disposição.
Ao longo da história da igreja muitos deram suas vidas ao Senhor dessa maneira, porque creram no evangelho e foram transformados pelo poder do evangelho. Hoje estamos vivendo os tempos finais, onde existe muita incredulidade, mas precisamos estar entre aqueles que creem no que Deus falou e têm esperança no poder do evangelho. Em Romanos 12: 1-2 vemos que quando alguém crê no Senhor dessa maneira O serve com diligência, simplicidade e alegria. Por fim, em Romanos 13:8 lemos: "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei". Isso é ser a expressão prática do evangelho de Deus. Somos devedores desse amor. Assim, se de fato amamos as pessoas, vamos nos preocupar com elas, cuidar delas, apascentá-las e pregar o evangelho. Vamos praticar o evangelho em que cremos, até que o Senhor venha. Quando Ele vier, O veremos face a face, e Ele enxugará de nossos olhos toda lágrima. Em breve, estaremos para sempre com Ele. Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Ouvir, crer e obedecer ao evangelho
Pois esta palavra está mui perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a cumprires (Dt 30:14)
Rm 10:8-10, 12, 14-17, 21; 2 Co 4:13; Hb 3:12
Em Romanos 10:8-10 lemos: "Porém que se diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé que pregamos. Se, com a tua boca confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação". O versículo 10 é muito importante para entendermos que crer com o coração é algo crucial. Não temos dúvidas sobre aquilo em que cremos, a despeito de qualquer situação. Isso é ter fé. Tudo depende de termos fé.
Se cremos no Senhor, o próximo passo é confessar com a boca a respeito do Senhor e Suas riquezas. Ele é rico para com todos os que O invocam, porque os que invocam são os que creram (v. 12). Por outro lado, o Senhor não pode ser rico para com os que não creram. É certo que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo, mas o requisito para confessar com a boca é crer com o coração. Como uma pessoa que não crê vai invocar o Senhor? Crer é primordial.
Continuando nos versículos 14-15 lemos: "Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?". Quem crê, invoca o nome do Senhor e O confessa; por isso, é enviado para pregar o evangelho. Quando alguém ouve esse cristão pregando o evangelho, também crê, invoca e confessa o Senhor. Logo, essa pessoa também é enviada e pregará o evangelho a outras. Esse é o caminho que Deus escolheu, como um ciclo da propagação da vida. Nós pregamos o evangelho porque cremos. Nós fomos enviados porque cremos. Isso é algo que ocorre espontaneamente.
Os versículos 16 e 17 apresentam uma situação contrária: "Mas nem todos obedeceram ao evangelho, pois Isaías diz: Senhor, quem acreditou na nossa pregação? E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo". Numa outra tradução, essa palavra diz o seguinte: ''A fé vem pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Cristo". Os versículos seguintes mostram que por toda a terra o Senhor fez ouvir a Sua voz, e as Suas palavras, até os confins do mundo. Então, muitos ouviram essas palavras, mas infelizmente não creram. Isso mostra que o coração deles não obedeceu ao evangelho, mas se rebelou. Temos aqui um coração rebelde e uma boca contradizente (Rm 10:21). Aos olhos de Deus, um coração de incredulidade é rebelde e perverso (Hb 3:12).
Se desejamos ser ministros da nova aliança, busquemos crer com o espírito da fé: "Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos" (2 Co 4:13).
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Rm 10:8-10, 12, 14-17, 21; 2 Co 4:13; Hb 3:12
Em Romanos 10:8-10 lemos: "Porém que se diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé que pregamos. Se, com a tua boca confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação". O versículo 10 é muito importante para entendermos que crer com o coração é algo crucial. Não temos dúvidas sobre aquilo em que cremos, a despeito de qualquer situação. Isso é ter fé. Tudo depende de termos fé.
Se cremos no Senhor, o próximo passo é confessar com a boca a respeito do Senhor e Suas riquezas. Ele é rico para com todos os que O invocam, porque os que invocam são os que creram (v. 12). Por outro lado, o Senhor não pode ser rico para com os que não creram. É certo que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo, mas o requisito para confessar com a boca é crer com o coração. Como uma pessoa que não crê vai invocar o Senhor? Crer é primordial.
Continuando nos versículos 14-15 lemos: "Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?". Quem crê, invoca o nome do Senhor e O confessa; por isso, é enviado para pregar o evangelho. Quando alguém ouve esse cristão pregando o evangelho, também crê, invoca e confessa o Senhor. Logo, essa pessoa também é enviada e pregará o evangelho a outras. Esse é o caminho que Deus escolheu, como um ciclo da propagação da vida. Nós pregamos o evangelho porque cremos. Nós fomos enviados porque cremos. Isso é algo que ocorre espontaneamente.
Os versículos 16 e 17 apresentam uma situação contrária: "Mas nem todos obedeceram ao evangelho, pois Isaías diz: Senhor, quem acreditou na nossa pregação? E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo". Numa outra tradução, essa palavra diz o seguinte: ''A fé vem pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Cristo". Os versículos seguintes mostram que por toda a terra o Senhor fez ouvir a Sua voz, e as Suas palavras, até os confins do mundo. Então, muitos ouviram essas palavras, mas infelizmente não creram. Isso mostra que o coração deles não obedeceu ao evangelho, mas se rebelou. Temos aqui um coração rebelde e uma boca contradizente (Rm 10:21). Aos olhos de Deus, um coração de incredulidade é rebelde e perverso (Hb 3:12).
Se desejamos ser ministros da nova aliança, busquemos crer com o espírito da fé: "Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos" (2 Co 4:13).
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
A glória dos filhos de Deus
O Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar (1 Pe 5:10)
Rm 8:2, 18-22, 24-25
Fomos salvos pela morte e pela vida de Cristo. Por um lado, Sua morte redentora providenciou o perdão dos pecados; por outro, a lei do espírito da vida nos libertou da lei do pecado e da morte (Rm 5:10; 8:2). Tudo no evangelho de Deus é favorável a que sejamos vencedores. Não precisamos mais viver derrotados pela lei do pecado e da morte, quando cremos na libertação que já recebemos pela lei do espírito da vida. É possível vivenciar essa palavra, porque essa é a promessa de Deus para nós. Por isso, temos esperança, e essa esperança nos dá muita alegria.
A esperança não se baseia no que vemos, mas no que cremos (8:24-25). Mesmo quando ainda não vemos as mudanças que desejamos, seja na igreja, em nosso lar, ou em nossa pessoa, não abrimos mão da esperança, porque cremos no poder do evangelho de Deus. A ênfase dessa esperança é a plena filiação, que significa alcançarmos a maturidade como filhos de Deus. Nesse processo de amadurecimento, cada filho de Deus passa pelos sofrimentos necessários que podem ser visíveis no tempo presente, mas que nada são quando comparados com a glória a ser revelada em nós no porvir (vs. 18-22). Mesmo padecendo sofrimentos e não vendo a glória, podemos estar alegres, pois cremos na promessa da plena filiação. Essa é a nossa esperança da glória.
Não apenas a criação de Deus geme e suporta angústias até agora, "mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo" (v. 23). Isso significa que ao olharmos para a nossa condição e para a glória que buscamos alcançar, ficamos sem palavras diante de Deus. Não temos outra reação senão gemer em nosso íntimo, invocando: "Ó Senhor! Como sou difícil!". Invocar o nome do Senhor é a expressão desse gemido, que também expressa o sentimento de arrependimento. Invocamos o Senhor porque cremos em Seu poder; invocamos Seu nome porque isso nos dá esperança: “Ó Senhor! Ó Senhor! Creio em Ti! Estou avançando e um dia a glória vai se manifestar em mim!".
É reconfortante saber que quando gememos dessa maneira, invocando o Senhor, não estamos sozinhos, mas o Espírito Santo, o Consolador, intercede por nós: "Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis" (Rm 8:26). Enquanto nos arrependemos e gememos pela nossa condição, por termos esperança em Deus, o Espírito Santo geme conosco e intercede por nós sobremaneira. Esses gemidos são inexprimíveis. Enquanto clamamos: “Ó Senhor!", o Espírito Santo clama em nosso favor: “Ó Deus!" e, por meio do Espírito, Deus opera, conformando-nos à imagem do Seu Filho. Esse é o resultado real de invocar o nome do Senhor. A questão é se cremos ou não nessa promessa.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Rm 8:2, 18-22, 24-25
Fomos salvos pela morte e pela vida de Cristo. Por um lado, Sua morte redentora providenciou o perdão dos pecados; por outro, a lei do espírito da vida nos libertou da lei do pecado e da morte (Rm 5:10; 8:2). Tudo no evangelho de Deus é favorável a que sejamos vencedores. Não precisamos mais viver derrotados pela lei do pecado e da morte, quando cremos na libertação que já recebemos pela lei do espírito da vida. É possível vivenciar essa palavra, porque essa é a promessa de Deus para nós. Por isso, temos esperança, e essa esperança nos dá muita alegria.
A esperança não se baseia no que vemos, mas no que cremos (8:24-25). Mesmo quando ainda não vemos as mudanças que desejamos, seja na igreja, em nosso lar, ou em nossa pessoa, não abrimos mão da esperança, porque cremos no poder do evangelho de Deus. A ênfase dessa esperança é a plena filiação, que significa alcançarmos a maturidade como filhos de Deus. Nesse processo de amadurecimento, cada filho de Deus passa pelos sofrimentos necessários que podem ser visíveis no tempo presente, mas que nada são quando comparados com a glória a ser revelada em nós no porvir (vs. 18-22). Mesmo padecendo sofrimentos e não vendo a glória, podemos estar alegres, pois cremos na promessa da plena filiação. Essa é a nossa esperança da glória.
Não apenas a criação de Deus geme e suporta angústias até agora, "mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo" (v. 23). Isso significa que ao olharmos para a nossa condição e para a glória que buscamos alcançar, ficamos sem palavras diante de Deus. Não temos outra reação senão gemer em nosso íntimo, invocando: "Ó Senhor! Como sou difícil!". Invocar o nome do Senhor é a expressão desse gemido, que também expressa o sentimento de arrependimento. Invocamos o Senhor porque cremos em Seu poder; invocamos Seu nome porque isso nos dá esperança: “Ó Senhor! Ó Senhor! Creio em Ti! Estou avançando e um dia a glória vai se manifestar em mim!".
É reconfortante saber que quando gememos dessa maneira, invocando o Senhor, não estamos sozinhos, mas o Espírito Santo, o Consolador, intercede por nós: "Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis" (Rm 8:26). Enquanto nos arrependemos e gememos pela nossa condição, por termos esperança em Deus, o Espírito Santo geme conosco e intercede por nós sobremaneira. Esses gemidos são inexprimíveis. Enquanto clamamos: “Ó Senhor!", o Espírito Santo clama em nosso favor: “Ó Deus!" e, por meio do Espírito, Deus opera, conformando-nos à imagem do Seu Filho. Esse é o resultado real de invocar o nome do Senhor. A questão é se cremos ou não nessa promessa.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
A esperança da glória
Aos quais Deus quis dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, isto é, Cristo em vós, a esperança da glória (Cl 1:27)
Lc 7:47; Rm 2:29; 3:10-18; 4:17-18
O Senhor quer nos restaurar interiormente, pois o que importa para Ele é obtermos a realidade do espírito, não a aparência da letra (Rm 2:29). Mesmo que aparentemente alguém se considere uma boa pessoa, é impossível ostentar a condição de "justo" à luz do evangelho, pois na Palavra é dito que não há justo, nem um sequer (3:10). Isso se refere à nossa verdadeira condição humana, que precisamos reconhecer.
Os versículos seguintes descrevem uma situação extremamente negativa, que não nos remete só ao passado, quando ainda não críamos no Senhor, mas também aos dias de hoje, pois serve como um espelho refletindo as ocasiões em que permitimos que a vida da alma nos domine (vs. 11-18). Quando admitimos, sinceramente, que essa é a nossa condição humana decaída, valorizamos a graça de Deus ao nos redimir.
Quem não conhece a si mesmo também não reconhece o valor da redenção de Cristo. O Evangelho de Lucas descreve o arrependimento da mulher pecadora, que chorou aos pés do Senhor Jesus. Por conhecer a própria condição decaída, ela valorizou o Senhor ao extremo. Como resultado, obteve não somente o perdão dos pecados, mas um testemunho do Senhor a seu respeito, nas seguintes palavras: "Perdoados lhes são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama" (Lc 7:47). Quanto mais reconhecemos nossa necessidade de arrependimento e perdão, mais valorizamos a promessa de Deus, que é o evangelho.
A promessa de Deus é para nos salvar de cada uma das descrições citadas em Romanos 3:10-18. O evangelho é destinado a todos os homens, por isso podemos ter esperança. No Antigo Testamento, Abraão creu na promessa do Deus que vivifica os mortos e traz à existência as coisas que não existem. Ele creu contra a esperança, experimentando Deus de uma maneira viva (4:17-18). É nesse mesmo Deus que cremos hoje: Ele não é comum, mas extraordinário. Por isso, há esperança para nós! Se, por exemplo, não existe amor no viver familiar, temos o Deus que é amor e que traz à existência as coisas que não existem. Se estivermos desanimados pelas dificuldades, creiamos na promessa de Deus, de que Ele nos levará à glória; visto que Cristo em nós é a esperança da glória (Cl 1:27), é possível avançar até lá. Quando cremos, permitimos que Deus opere. Quando cremos, Ele pode agir em nós. Por isso quem crê no poder do evangelho tem esperança. Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Lc 7:47; Rm 2:29; 3:10-18; 4:17-18
O Senhor quer nos restaurar interiormente, pois o que importa para Ele é obtermos a realidade do espírito, não a aparência da letra (Rm 2:29). Mesmo que aparentemente alguém se considere uma boa pessoa, é impossível ostentar a condição de "justo" à luz do evangelho, pois na Palavra é dito que não há justo, nem um sequer (3:10). Isso se refere à nossa verdadeira condição humana, que precisamos reconhecer.
Os versículos seguintes descrevem uma situação extremamente negativa, que não nos remete só ao passado, quando ainda não críamos no Senhor, mas também aos dias de hoje, pois serve como um espelho refletindo as ocasiões em que permitimos que a vida da alma nos domine (vs. 11-18). Quando admitimos, sinceramente, que essa é a nossa condição humana decaída, valorizamos a graça de Deus ao nos redimir.
Quem não conhece a si mesmo também não reconhece o valor da redenção de Cristo. O Evangelho de Lucas descreve o arrependimento da mulher pecadora, que chorou aos pés do Senhor Jesus. Por conhecer a própria condição decaída, ela valorizou o Senhor ao extremo. Como resultado, obteve não somente o perdão dos pecados, mas um testemunho do Senhor a seu respeito, nas seguintes palavras: "Perdoados lhes são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama" (Lc 7:47). Quanto mais reconhecemos nossa necessidade de arrependimento e perdão, mais valorizamos a promessa de Deus, que é o evangelho.
A promessa de Deus é para nos salvar de cada uma das descrições citadas em Romanos 3:10-18. O evangelho é destinado a todos os homens, por isso podemos ter esperança. No Antigo Testamento, Abraão creu na promessa do Deus que vivifica os mortos e traz à existência as coisas que não existem. Ele creu contra a esperança, experimentando Deus de uma maneira viva (4:17-18). É nesse mesmo Deus que cremos hoje: Ele não é comum, mas extraordinário. Por isso, há esperança para nós! Se, por exemplo, não existe amor no viver familiar, temos o Deus que é amor e que traz à existência as coisas que não existem. Se estivermos desanimados pelas dificuldades, creiamos na promessa de Deus, de que Ele nos levará à glória; visto que Cristo em nós é a esperança da glória (Cl 1:27), é possível avançar até lá. Quando cremos, permitimos que Deus opere. Quando cremos, Ele pode agir em nós. Por isso quem crê no poder do evangelho tem esperança. Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Assinar:
Postagens (Atom)