sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A Salvação de Deus e a Visão do Tabernáculo - Parte 2

Leitura Bíblica: Rm 8:28-29

I - Nós que estávamos longe fomos aproximados, nós que fomos inimigos de Deus, fomos reconciliados com Deus. O sangue do Senhor já nos purificou, e Seu Espírito nos santificou, agora precisamos avançar.(2Co 5: 18-19). Nós temos o ministério da reconciliação!
Como ministros da nova aliança, devemos reconciliar mais pessoas com Deus. Nosso encargo é levar vida para todos!
      A) Este ano temos o encargo de multiplicar, sejamos um com o projeto 3-15-15, carregar os homens com responsabilidade, dar frutos ao Senhor. Para ter um viver saudável, servir o Senhor, começa com o comer. Devemos comer da Palavra, do Pão vivo que desceu do céu. Onde devemos comer? Em todo lugar, devemos comer em casa, no trabalho, na escola, andando na rua, etc, o importante é estar comendo do Senhor (Jr 15:16; Sl 119:105). A Palavra do Senhor nos ilumina, é a luz do candelabro, nós precisamos dessa luz em nosso viver. Sem este candelabro, que é a Palavra, nós não temos luz e nos corrompemos, desviamos (Jo 8:12).
II - Sem a Palavra nós morremos em nossos delitos e pecados, mas quando vem a Palavra a luz chega, aleluia! Quando a luz chega, ela nos mostra quem nós somos, nos expõe, então nos arrependemos e clamamos pelo precioso sangue de nosso Senhor Jesus. Quando falta a Palavra, nós abandonamos o primeiro AMOR, deixamos de AMAR os irmãos e as pessoas, sem Palavra o povo se corrompe! A vida da Igreja em nossa cidade precisa de PALAVRA (Zc 4:1-6).
Precisamos profetizar na vida das pessoas, começando em casa, marido e esposa, pais e filhos, no trabalho,na vida da igreja,etc, começa de casa. O Senhor nos chamou para sermos profetas, para profetizar! Precisamos ser estes dois ramos da oliveira(Figurando os dois ramos colocados no candelabro), restaurar os princípios saudáveis que abandonamos dizendo que é tradição(Atualmente há uma grande deficiência no meio do povo de Deus, que tem abandonado os principios cristãos,saudáveis, afirmando ser tradição, e com isso tem se misturado com o mundo e as coisas do mundo). Todos nós precisamos do encargo pela Palavra! Se nós não despendemos tempo para oração, nossa vida da igreja é uma derrota(Ap 5:8; 8:3-4). Ta faltando incenso na vida da igreja, a igreja precisa daqueles que estão dispostos a orar! Você está disposto? Entremos para o Santo dos santos,devemos entrar(2Co 5:20).

(PS: Palavra extraída da mensagem 1 ministrada na conferência micro-regional em Belo Horizonte - Compartilhar de um jovem)

Os que vivem no espírito manifestam o amor de Deus as pessoas

Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele. [ ... ] Nós amamos porque ele nos amou primeiro (Cl 2:6; 1 Jo 4:19)

Jo 3:16; 1 Co 12:3; 1 Tm 6:16


Embora as palavras que Paulo tenha ouvido quando esteve no terceiro céu fossem por ele descritas como inefáveis, posteriormente ele as registrou em suas catorze epístolas enviadas a diferentes irmãos e igrejas. No entanto essas palavras hoje precisam ser interpretadas. O segredo da interpretação está em 2 Coríntios 3:6: "[Deus] o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica". Alguns podem achar estranho Paulo ter deixado essas palavras em forma de letra, uma vez que ele mesmo disse que a letra mata. Isso é uma interpretação errônea. Não significa que as palavras de Paulo levam à morte, mas que simplesmente discutir o que foi escrito poderá nos levar à morte espiritual. Aqui vemos a necessidade de ministros da nova aliança exercitarem o espírito para praticar tudo o que Paulo deixou escrito. Além disso, esses ministros têm a incumbência de levar outros a praticar essas palavras para que também tenham suprimento de vida.

Como podemos ser esses ministros que exercitam o espírito continuamente? Durante todos esses anos temos enfatizado a importância de invocar o nome do Senhor. Quando invocamos, nós ganhamos mais da vida de Deus, e automaticamente somos transferidos de esfera e estamos no espírito, onde o Espírito de Deus habita (1 Co 12:3). E o resultado disso é que nosso amor pelas pessoas aumenta progressivamente. A Bíblia nos mostra que Deus habita em luz inacessível (1 Tm 6:16) mas, por outro lado, também revela que a expressão da vida divina é o amor Jo 3:16; Rm 5:8). Esse foi o grande mandamento que o Senhor nos deixou: que nos amemos uns aos outros (1 Jo 4:21).

Cremos que todos aqueles que invocam o nome do Senhor se voltam e permanecem no espírito. Como é possível saber se estamos vivendo no espírito? Isso é medido pelo nosso amor para com as pessoas. Assim, quando nós invocamos o nome do Senhor, por um lado deixamos clara a nossa dependência do Senhor e negamos a nós mesmos, e, por outro, nós manifestamos a vida divina por meio do amor de Deus. A vida da igreja não se resume ao nosso viver de reuniões, mas abrange ainda nosso viver familiar e social, ou seja, todo o nosso viver diário. Daí a importância de invocarmos continuamente. Ó Senhor Jesus!

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Servir com outros irmãos

Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres. [ ... ] E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado (At 13:1-2)

At 9:22, 26-29; Gl 1:17; Fp 3:5-6


Com a cooperação dos diáconos o número de novos convertidos continuava aumentando, um dos motivos pelo qual se levantou grande perseguição contra a igreja em Jerusalém (At 8:1a). Nesse contexto surge o jovem Saulo, hebreu por nascimento e extremamente zeloso do judaísmo (Fp 3:5). Por esse motivo, Saulo estava entre os que perseguiam aqueles que invocavam o nome do Senhor. Além disso, apesar de ser praticamente impossível alguém guardar os dez mandamentos em sua totalidade, o próprio Paulo afirmou que ele era irrepreensível quanto à lei (v. 6).

Pelas palavras de Paulo podemos ver que ele era bastante impetuoso e ousado em relação às suas convicções desde o tempo em que perseguia os santos e acreditava, com isso, preservar a tradição judaica e agradar a Deus. Por isso, quando recebeu o chamamento divino, por meio de Ananias, em Damasco, seu primeiro impulso foi o de visitar as sinagogas para debater com os judeus (At 9:22, 27-29). Contudo, essa antiga maneira de Paulo agir precisava aos poucos ser deixada de lado (2 Tm 2:24). Para isso, ele precisava experimentar o viver da igreja e o serviço ao lado de outros irmãos. Da mesma forma, todos temos nossa maneira natural de fazer as coisas mas, no serviço ao Senhor, precisamos aprender a deixar de lado nossa vida da alma, representada pelas nossas opiniões, e servir em coordenação com os demais irmãos. Por outro lado, Paulo precisava ser instruído com as palavras da nova aliança. As coisas antigas haviam passado e, por esse motivo, quando ele esteve no deserto da Arábia, Deus o arrebatou ao terceiro céu, onde ele ouviu palavras inefáveis, as quais, naquele momento, não lhe foi lícito referir (2 Co 12:2-4).

Depois de estar no deserto, Paulo voltou para Damasco (Gl 1:17). No livro de Atos podemos ver que ele foi também a Jerusalém (9:26-29). Aqui vemos como Barnabé acolheu Paulo e dava importância ao jovem recém-convertido. Pelos registros bíblicos, ele gostava de ajudar jovens cristãos a serem aperfeiçoados para se tomarem úteis no serviço ao Senhor. Podemos citar como exemplo o jovem João Marcos que, na primeira viagem de visita às igrejas, os havia deixado e voltado para Jerusalém (13:13). Na segunda viagem, Barnabé queria dar a ele uma segunda chance, mas Paulo não quis levá-lo. Nesse ponto precisamos aprender com Barnabé, e sempre valorizar os irmãos, ainda que eles cometam erros, sabendo que no futuro eles poderão ser muito úteis ao Senhor.

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Cheios do Espírito

Não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam (Rm 10:12)

At 2:17-21, 42-47; 6:1-4; 7:55-56, 59


Vimos ontem que, após ter recebido da parte de Deus um chamamento especial para levar o evangelho aos gentios, Paulo precisou ser preparado com as palavras da economia divina no Novo Testamento. Isso ocorreu porque, diferentemente dos doze apóstolos, ele não havia estado com o Senhor Jesus e não tinha conhecimento de Suas palavras. Os discípulos, por outro lado, tiveram oportunidade de permanecer com Jesus por volta de três anos e meio de Seu ministério terreno. Após a ascensão de Cristo aos céus, os apóstolos começaram seu ministério levando as pessoas a invocar o nome do Senhor, conforme lemos em Atos 2. Naquele grande ajuntamento que havia em Jerusalém por ocasião do dia de Pentecostes, Pedro tomou a palavra e mencionou as profecias registradas pelo profeta Joel (vs. 17-21), referentes aos muitos sinais que viriam a ocorrer no fim dos tempos. No entanto ele fez questão de enfatizar que o que traria a salvação seria invocar o nome do Senhor. Em nossa vida cristã, tudo se inicia quando nós cremos e invocamos esse nome, pois recebemos o perdão dos nossos pecados e também ganhamos a vida de Deus. Naquela ocasião, houve um acréscimo de quase três mil pessoas (v. 41).

Os versículos seguintes nos mostram como era o viver da igreja: "E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum" (vs. 42-44).

Com o aumento no número de irmãos, os apóstolos tiveram certa dificuldade ao cuidar das questões práticas, como o serviço de alimentação dos irmãos mais necessitados, o que gerou descontentamento entre os helenistas porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária (6:1). Como aqueles que conduziam os irmãos nas questões espirituais precisavam se dedicar à Palavra e à oração (v. 4), escolheram sete homens de boa reputação e cheios do Espírito Santo para auxiliá-los no serviço às mesas (v. 3). Esses homens foram chamados diáconos. Nessa passagem vemos que ser um diácono não é algo pequeno, mas é resultado de alguém que exercita o espírito e serve a igreja segundo a capacidade dada por Deus (Ef 4:7). Eles não foram escolhidos de qualquer maneira, mas foram designados segundo a vontade do Senhor. Dentre os diáconos que foram estabelecidos, Estêvão foi especialmente usado pelo Senhor. A Bíblia nos mostra que, além de ser cheio do Espírito, ele também conhecia muito bem o plano de Deus revelado no Antigo Testamento e que Jesus era o Cristo prometido pelas Escrituras. Irritados e impactados com suas palavras, os fariseus o prenderam e o apedrejaram, tornando-o o primeiro mártir do Novo Testamento. No entanto, mesmo sendo apedrejado, Estêvão não deixou de invocar o nome do Senhor e de interceder pelos que o maltratavam; e o Senhor o ouvia em pé à destra de Deus (At 7:55-56).

Pelo registro de Atos, vemos que Estevão tinha um alto padrão espiritual, assim como os demais diáconos que foram escolhidos tinham seus dons exercitados, que se tornaram ministérios e operações visando à edificação do Corpo de Cristo (6:3; 1 Co 12:4-6). Todos eles tinham um viver normal da igreja, invocavam o nome do Senhor e conheciam a Sua Palavra. Graças ao Senhor, hoje, para sermos de fato ministros da nova aliança, não podemos ter um viver frouxo, mas viver no espírito e tomar parte nesse ministério, pois o próprio Deus é quem nos capacita!

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Preparados com as palavras de Deus

A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo (Ef 3:8)

At 9:1-19; 2 Co 12:2-4


Após ter se encontrado com o Senhor no caminho para Damasco, Paulo (que ainda se chamava Saulo) permaneceu naquela cidade por três dias até que Ananias veio ao seu encontro (At 9:3-9). Por meio dele, Paulo recebeu uma comissão da parte de Deus, que o havia escolhido para levar o Seu nome aos gentios e reis, bem como aos filhos de Israel (v. 15). A Bíblia registra que, logo em seguida, após permanecer alguns dias com alguns discípulos em Damasco, ele começou a pregar nas sinagogas daquela cidade, falando de maneira bastante ousada (v. 20).

Tempos depois, passou pela experiência relatada em 2 Coríntios 12, quando ouviu palavras inefáveis no paraíso (vs. 2-4). Nessa passagem, ele se refere apenas a "um homem", mas a maneira como o apóstolo conduziu o relato nos leva a concluir que ele falava de si mesmo.

O apóstolo Paulo, nascido na tribo de Benjamim, foi instruído aos pés de Gamaliel, um respeitado fariseu e mestre do judaísmo, e era extremamente zeloso das tradições judaicas, avantajando-se a muitos da sua idade (At 22:3; GI 1:13). No entanto, apesar de ter virtudes humanas elevadas, ele não havia estado com os demais apóstolos e faltava-lhe o conhecimento da economia de Deus no Novo Testamento, sem o qual ele não poderia desempenhar adequadamente o seu ministério.

Por essa razão, após ter sido separado e chamado por Deus, Paulo precisou ainda receber revelação e ser preparado com as palavras do evangelho e com todo o conteúdo da economia neotestamentária de Deus. O conteúdo dessa revelação tão elevada foi registrado nas catorze epístolas que escreveu posteriormente, não apenas para o nosso conhecimento, mas principalmente para que, por meio delas, tenhamos hoje suprimento de vida.

(PS: palavra Extraída do Alimento Diário)