Respondeu-lhe Jesus: Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me (Jo 21:22). Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João (Ap 1:1)
A vida da alma de Pedro era muito forte e com frequência dava ao Senhor a oportunidade de corrigi-lo. Quando o Senhor lhe falou que ele ainda era "moço", indicando que Pedro era imaturo, ele demonstrou uma pequena insatisfação (v. 18). Percebemos isso por sua reação ao perguntar ao Senhor quanto ao destino de João: "E quanto a este?" (v. 21). Era como se quisesse dizer: "Por que o Senhor só fala de mim!? E quanto a João, não vai dizer nada!?".
A resposta do Senhor, porém, a Pedro foi: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me" (v. 22). Então, se tornou corrente entre os irmãos o dito de que aquele discípulo não morreria. João, todavia, explicou: "Ora, Jesus não dissera que tal discípulo não morreria, mas: Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?" (v. 23). Em outras palavras, o que João queria dizer é que seria impossível permanecer vivo até a volta do Senhor por causa da limitação da vida humana, que está sujeita às enfermidades. O que, na verdade, permaneceria até a volta do Senhor seria o seu ministério e não seu corpo físico. A vida física de João passou, mas suas palavras não.
Alguns preciosos servos de Deus, afirmaram que, quando um ministro do Senhor dorme, seu ministério termina. Esse princípio se aplica aos apóstolos do Senhor. O ministério deles passou quando eles morreram. O de João, no entanto, permanecerá até a volta do Senhor!
Em Apocalipse 1:1 diz: "Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João". O versículo acima nos mostra que a revelação de Jesus Cristo fora dada primeiramente a João e este deveria mostrar aos demais servos. Hoje somos os muitos servos no ministério de João.
O ministério de João se dedica à prática das verdades, sendo essa também a nossa ênfase. Embora muitos se dediquem a estudar o ministério de Paulo, dando ênfase ao conhecimento e transmissão das verdades (1 Tm 2:4; 2 Tm 2:2), devemos dar atenção à prática delas, pois toda a Palavra de Deus deve ser praticada. Baseados nisso é que o tema desta série do Alimento Diário é "Nossa atitude para com as verdades". Precisamos conferir com nosso viver, qual tem sido nossa atitude para com as verdades. Somos meros ouvintes ou praticantes? (Tg 1:22).
Obs: Texto extraído do Alimento Diário.
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
terça-feira, 11 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
O resultado do amadurecimento espiritual
Em verdade, em verdade te digo que, quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres (Jo 21:18)
Rm 12:3-5; 1 Co 12:21-23
Após a morte e ressurreição do Senhor, Ele apareceu aos Seus discípulos. Dentre Suas manifestações, a terceira delas foi no mar de Tiberíades (Jo 21:1). Pedro e mais seis discípulos, talvez por se sentirem perdidos com a ausência física do Senhor, resolveram voltar a pescar (vs. 2-3a). Embora fossem pescadores profissionais, durante toda a noite nada apanharam (v. 3b).
Ao clarear da madrugada, o Senhor lhes apareceu e perguntou-lhes: "Filhos, tendes aí alguma coisa de comer?" (v. 5). A resposta, porém, foi: "Não". O Senhor, entretanto, persistiu: "Lançai a rede à direita do barco e achareis" (v. 6). Eles devem ter se perguntado como aquilo era possível, uma vez que, pela experiência deles, apenas pelo movimento das águas era-lhes possível perceber onde havia peixes! Contudo eles obedeceram à Palavra do Senhor e o resultado foi que eles pescaram cento e cinquenta e três grandes peixes (v. 11)! João, então, se deu conta de que era o Senhor e contou a Pedro (v. 7).
Ao chegarem à praia, viram que o Senhor já havia lhes preparado peixe e pão (v. 9). Isso era uma demonstração de que o Senhor estava ali, suprindo-os. Depois de terem comido, o Senhor dirigiu a palavra a Pedro, perguntando-lhe: "Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros?" (v. 15a). A expressão amas-me mais do que estes outros? também pode ser traduzida para amas-me mais do que estas coisas? Era como se o Senhor lhe perguntasse: Você ama a mim mais do que seu barco e demais ferramentas de seu sustento? Para nós, hoje, porém, o Senhor pergunta: "Amas-me mais do que seu computador, tablet e smartphone?". O Senhor registrou essa situação para falar conosco, em nossos dias. A quem amamos mais? Nossos meios de sustento, ou ao Senhor?
Em seguida, Pedro respondeu: "Sim, Senhor, tu sabes que te amo" (v. 15b). O Senhor, então, acrescentou: ''Apascenta os meus cordeiros" (v. 15c). O Senhor repetiu essa pergunta uma segunda vez (v. 16), mas, na terceira, a resposta de Pedro tinha um tom diferente: "Pedro entristeceu-se por Ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo" (v. 17). Era como se Pedro concluísse que o Senhor já não confiava nele.
Nesse momento, o Senhor trouxe uma palavra crucial a Pedro e também a nós: "Em verdade, em verdade te digo que, quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres" (v. 18). Ser "mais moço", nesse versículo, diz respeito à idade espiritual de Pedro, isto é, sua imaturidade espiritual. E por isso ele tinha muita liberdade de ir para onde queria ou de fazer o que queria, independente dos outros. No entanto, quando ele amadurecesse, já não seria assim. Sua liberdade seria tolhida e teria de se coordenar com outros.
Ao contrário do que pensamos, o crescimento de vida nos faz servir com outros irmãos em coordenação. Nesse sentido, é sempre bom termos um companheiro espiritual que possa coordenar-se conosco. Não é recomendado servirmos sozinhos ou individualmente. Todavia não pense que por causa disso, você tem de puxar outros pela cintura e fazer-se cabeça sobre aquele. Devemos nos submeter e nos coordenar com os demais irmãos.
Pedro não gostou de ser repreendido pelo Senhor e "voltando-se, viu que também o ia seguindo o discípulo a quem Jesus amava. [ ... ] Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: E quanto a este?" (vs. 20-21). Ainda que não gostemos, o Senhor quer nos mostrar que, hoje, precisamos contar com a ajuda dos demais irmãos (Rm 12:3-5). Servir isoladamente é um forte sinal de imaturidade. Assim como Pedro, nós também precisamos aprender essa lição para sermos cada vez mais úteis ao Senhor e à Sua obra.
Rm 12:3-5; 1 Co 12:21-23
Após a morte e ressurreição do Senhor, Ele apareceu aos Seus discípulos. Dentre Suas manifestações, a terceira delas foi no mar de Tiberíades (Jo 21:1). Pedro e mais seis discípulos, talvez por se sentirem perdidos com a ausência física do Senhor, resolveram voltar a pescar (vs. 2-3a). Embora fossem pescadores profissionais, durante toda a noite nada apanharam (v. 3b).
Ao clarear da madrugada, o Senhor lhes apareceu e perguntou-lhes: "Filhos, tendes aí alguma coisa de comer?" (v. 5). A resposta, porém, foi: "Não". O Senhor, entretanto, persistiu: "Lançai a rede à direita do barco e achareis" (v. 6). Eles devem ter se perguntado como aquilo era possível, uma vez que, pela experiência deles, apenas pelo movimento das águas era-lhes possível perceber onde havia peixes! Contudo eles obedeceram à Palavra do Senhor e o resultado foi que eles pescaram cento e cinquenta e três grandes peixes (v. 11)! João, então, se deu conta de que era o Senhor e contou a Pedro (v. 7).
Ao chegarem à praia, viram que o Senhor já havia lhes preparado peixe e pão (v. 9). Isso era uma demonstração de que o Senhor estava ali, suprindo-os. Depois de terem comido, o Senhor dirigiu a palavra a Pedro, perguntando-lhe: "Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros?" (v. 15a). A expressão amas-me mais do que estes outros? também pode ser traduzida para amas-me mais do que estas coisas? Era como se o Senhor lhe perguntasse: Você ama a mim mais do que seu barco e demais ferramentas de seu sustento? Para nós, hoje, porém, o Senhor pergunta: "Amas-me mais do que seu computador, tablet e smartphone?". O Senhor registrou essa situação para falar conosco, em nossos dias. A quem amamos mais? Nossos meios de sustento, ou ao Senhor?
Em seguida, Pedro respondeu: "Sim, Senhor, tu sabes que te amo" (v. 15b). O Senhor, então, acrescentou: ''Apascenta os meus cordeiros" (v. 15c). O Senhor repetiu essa pergunta uma segunda vez (v. 16), mas, na terceira, a resposta de Pedro tinha um tom diferente: "Pedro entristeceu-se por Ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo" (v. 17). Era como se Pedro concluísse que o Senhor já não confiava nele.
Nesse momento, o Senhor trouxe uma palavra crucial a Pedro e também a nós: "Em verdade, em verdade te digo que, quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres" (v. 18). Ser "mais moço", nesse versículo, diz respeito à idade espiritual de Pedro, isto é, sua imaturidade espiritual. E por isso ele tinha muita liberdade de ir para onde queria ou de fazer o que queria, independente dos outros. No entanto, quando ele amadurecesse, já não seria assim. Sua liberdade seria tolhida e teria de se coordenar com outros.
Ao contrário do que pensamos, o crescimento de vida nos faz servir com outros irmãos em coordenação. Nesse sentido, é sempre bom termos um companheiro espiritual que possa coordenar-se conosco. Não é recomendado servirmos sozinhos ou individualmente. Todavia não pense que por causa disso, você tem de puxar outros pela cintura e fazer-se cabeça sobre aquele. Devemos nos submeter e nos coordenar com os demais irmãos.
Pedro não gostou de ser repreendido pelo Senhor e "voltando-se, viu que também o ia seguindo o discípulo a quem Jesus amava. [ ... ] Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: E quanto a este?" (vs. 20-21). Ainda que não gostemos, o Senhor quer nos mostrar que, hoje, precisamos contar com a ajuda dos demais irmãos (Rm 12:3-5). Servir isoladamente é um forte sinal de imaturidade. Assim como Pedro, nós também precisamos aprender essa lição para sermos cada vez mais úteis ao Senhor e à Sua obra.
sexta-feira, 7 de março de 2014
A restauração da prática de invocar o nome do Senhor
Darei lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do SENHOR e o sirvam de comum acordo (Sl 3:9)
Rm 6:4; Rm 7:6
A prática de invocar o nome do Senhor foi restaurada, na história recente da igreja, em meados da década de 60, nos Estados Unidos. Naquela época, um servo de Deus teve um anelo: que todos os que buscavam o Senhor se congregassem em um só lugar, não importando sua origem doutrinária, se fundamentalista ou pentecostal. Ele esperava que todos pudessem se reunir no mesmo lugar, praticando a unidade da igreja. Por isso alugou um grande salão de reuniões na cidade de Los Angeles.
Era muito difícil naquela época que irmãos de grupos diferentes se reunissem e permanecessem juntos. Cada um tinha suas próprias práticas e não tolerava uma conduta diferente. Dessa maneira, havia muitos conflitos e muitos se retiravam dessas reuniões.
As reuniões conduzidas pelo servo do Senhor em Los Angeles eram feitas em frente ao batistério. Após ministrar a Palavra, havia orações e, se alguém desejasse ser batizado, o batistério era descoberto e utilizado na mesma oportunidade. Por causa do impacto da palavra ministrada naqueles dias, muitos irmãos que haviam sido batizados anteriormente por aspersão sentiram a necessidade de se batizar por imersão, para que experimentassem o sepultamento do velho homem.
Certo dia, porém, durante o ministério da Palavra, um irmão simplesmente entrou no batistério, sentindo-se desesperado por sua condição espiritual. Ele já havia sido batizado antes, mas se sentia velho espiritualmente.
Sabemos que o batismo é representado pela travessia do Mar Vermelho, pois por meio dele morremos para o mundo, de uma vez por todas, e nascemos para Deus. Porém, mesmo após ter a vida consagrada ao Senhor, podemos envelhecer. Então o Senhor revelou que, depois de cruzarmos o Mar Vermelho, ainda temos de cruzar o rio Jordão. Nem todos que saíram do Egito entraram em Canaã. Muitos dos filhos de Israel caíram no deserto por causa de sua incredulidade. Somente a nova geração, salvo Josué e Calebe, pôde atravessar o rio Jordão, para desfrutar da novidade em Canaã. Isso significa que cruzar o rio Jordão representa enterrar a velharia, negar a vida da alma e deixar as coisas antigas para trás, a fim de desfrutar da novidade de vida e servir a Deus em novidade de espírito (Rm 6:4; 7:6).
Naquela ocasião, ao ver o irmão dentro do batistério dizendo que se sentia velho espiritualmente, o servo de Deus ficou preocupado, pois sabia que não poderia batizá-lo novamente. Então perguntou: “Ó Senhor, o que devo fazer?" E repetiu várias vezes: “Ó Senhor! Ó Senhor!" Ele estava invocando o nome do Senhor, sem perceber, por conta da situação de desespero em que se encontrava aquele irmão. Então todos ali foram tomados do mesmo sentimento e começaram a invocar: “Ó Senhor! Ó Senhor Jesus!".
Foi assim que passaram a invocar o nome do Senhor. No início, a prática ainda soava um pouco mecânica, com os irmãos marchando e falando: “Ó Senhor! Amém! Aleluia!", mas pouco a pouco o Espírito conduziu a igreja a invocar o nome do Senhor de maneira mais espontânea.
Rm 6:4; Rm 7:6
A prática de invocar o nome do Senhor foi restaurada, na história recente da igreja, em meados da década de 60, nos Estados Unidos. Naquela época, um servo de Deus teve um anelo: que todos os que buscavam o Senhor se congregassem em um só lugar, não importando sua origem doutrinária, se fundamentalista ou pentecostal. Ele esperava que todos pudessem se reunir no mesmo lugar, praticando a unidade da igreja. Por isso alugou um grande salão de reuniões na cidade de Los Angeles.
Era muito difícil naquela época que irmãos de grupos diferentes se reunissem e permanecessem juntos. Cada um tinha suas próprias práticas e não tolerava uma conduta diferente. Dessa maneira, havia muitos conflitos e muitos se retiravam dessas reuniões.
As reuniões conduzidas pelo servo do Senhor em Los Angeles eram feitas em frente ao batistério. Após ministrar a Palavra, havia orações e, se alguém desejasse ser batizado, o batistério era descoberto e utilizado na mesma oportunidade. Por causa do impacto da palavra ministrada naqueles dias, muitos irmãos que haviam sido batizados anteriormente por aspersão sentiram a necessidade de se batizar por imersão, para que experimentassem o sepultamento do velho homem.
Certo dia, porém, durante o ministério da Palavra, um irmão simplesmente entrou no batistério, sentindo-se desesperado por sua condição espiritual. Ele já havia sido batizado antes, mas se sentia velho espiritualmente.
Sabemos que o batismo é representado pela travessia do Mar Vermelho, pois por meio dele morremos para o mundo, de uma vez por todas, e nascemos para Deus. Porém, mesmo após ter a vida consagrada ao Senhor, podemos envelhecer. Então o Senhor revelou que, depois de cruzarmos o Mar Vermelho, ainda temos de cruzar o rio Jordão. Nem todos que saíram do Egito entraram em Canaã. Muitos dos filhos de Israel caíram no deserto por causa de sua incredulidade. Somente a nova geração, salvo Josué e Calebe, pôde atravessar o rio Jordão, para desfrutar da novidade em Canaã. Isso significa que cruzar o rio Jordão representa enterrar a velharia, negar a vida da alma e deixar as coisas antigas para trás, a fim de desfrutar da novidade de vida e servir a Deus em novidade de espírito (Rm 6:4; 7:6).
Naquela ocasião, ao ver o irmão dentro do batistério dizendo que se sentia velho espiritualmente, o servo de Deus ficou preocupado, pois sabia que não poderia batizá-lo novamente. Então perguntou: “Ó Senhor, o que devo fazer?" E repetiu várias vezes: “Ó Senhor! Ó Senhor!" Ele estava invocando o nome do Senhor, sem perceber, por conta da situação de desespero em que se encontrava aquele irmão. Então todos ali foram tomados do mesmo sentimento e começaram a invocar: “Ó Senhor! Ó Senhor Jesus!".
Foi assim que passaram a invocar o nome do Senhor. No início, a prática ainda soava um pouco mecânica, com os irmãos marchando e falando: “Ó Senhor! Amém! Aleluia!", mas pouco a pouco o Espírito conduziu a igreja a invocar o nome do Senhor de maneira mais espontânea.
quinta-feira, 6 de março de 2014
Perseguidos por invocar o nome do Senhor
À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso (1 Co 1:2)
Jo 17:21; 20:30-31; At 7:58-59; 1 Co 6:11
Por conta da perseguição promovida pelos judeus, muitos cristãos temiam invocar o nome do Senhor na igreja em Jerusalém. Os que invocavam publicamente eram perseguidos e presos. Por esse motivo, aqueles que estavam cheios do Espírito deixaram a cidade, indo a outros lugares, como a região da Judeia e Samaria, a fim de anunciar a Palavra de Deus. A Bíblia registra que, por ocasião da perseguição, os cristãos foram dispersos para outras regiões, exceto os apóstolos. Estes, por permanecerem em Jerusalém, já não invocavam o nome do Senhor publicamente com a intrepidez que tinham no início.
Imaginamos que os apóstolos permaneceram em Jerusalém para apascentar os recém-convertidos, mas o fato é que, como deixaram de invocar o nome do Senhor com ousadia, pouco a pouco o ministério de invocar o nome do Senhor foi deixado de lado por eles.
Em razão disso, o Senhor precisou levantar outra pessoa para continuar esse ministério. Sabemos que, nessa época, Saulo era um jovem fariseu zeloso da lei e das tradições judaicas. Quando Estevão foi apedrejado, ele estava lá e presenciou que Estevão invocava o nome do Senhor durante seu martírio (At 7:58-59).
Saulo ainda não entendia quem era o Senhor. Respirando ameaças contra os discípulos do Senhor, ele pediu autorização dos principais sacerdotes para ir a Damasco a fim de lançar na prisão aqueles que invocavam o nome do Senhor. Foi no caminho de Damasco que uma grande luz brilhou ao seu redor. Era o Senhor Se revelando a Saulo e lhe mostrando que, ao perseguir os que invocavam o nome do Senhor, ele estava perseguindo o próprio Senhor Jesus.
Diante dessa palavra, entendemos que, ao invocarmos o nome do Senhor, não apenas somos salvos, como também nos identificamos com o Senhor e Ele se identifica conosco de tal maneira que somos um com Ele, e Ele conosco (Jo 17:21). Além disso, ficamos cheios do Espírito, temos vida e somos libertos das coisas que nos prendiam no passado! (20:30-31; 1 Co 6:11). Por isso devemos perseverar invocando o nome do Senhor até que Ele venha!
Jo 17:21; 20:30-31; At 7:58-59; 1 Co 6:11
Por conta da perseguição promovida pelos judeus, muitos cristãos temiam invocar o nome do Senhor na igreja em Jerusalém. Os que invocavam publicamente eram perseguidos e presos. Por esse motivo, aqueles que estavam cheios do Espírito deixaram a cidade, indo a outros lugares, como a região da Judeia e Samaria, a fim de anunciar a Palavra de Deus. A Bíblia registra que, por ocasião da perseguição, os cristãos foram dispersos para outras regiões, exceto os apóstolos. Estes, por permanecerem em Jerusalém, já não invocavam o nome do Senhor publicamente com a intrepidez que tinham no início.
Imaginamos que os apóstolos permaneceram em Jerusalém para apascentar os recém-convertidos, mas o fato é que, como deixaram de invocar o nome do Senhor com ousadia, pouco a pouco o ministério de invocar o nome do Senhor foi deixado de lado por eles.
Em razão disso, o Senhor precisou levantar outra pessoa para continuar esse ministério. Sabemos que, nessa época, Saulo era um jovem fariseu zeloso da lei e das tradições judaicas. Quando Estevão foi apedrejado, ele estava lá e presenciou que Estevão invocava o nome do Senhor durante seu martírio (At 7:58-59).
Saulo ainda não entendia quem era o Senhor. Respirando ameaças contra os discípulos do Senhor, ele pediu autorização dos principais sacerdotes para ir a Damasco a fim de lançar na prisão aqueles que invocavam o nome do Senhor. Foi no caminho de Damasco que uma grande luz brilhou ao seu redor. Era o Senhor Se revelando a Saulo e lhe mostrando que, ao perseguir os que invocavam o nome do Senhor, ele estava perseguindo o próprio Senhor Jesus.
Diante dessa palavra, entendemos que, ao invocarmos o nome do Senhor, não apenas somos salvos, como também nos identificamos com o Senhor e Ele se identifica conosco de tal maneira que somos um com Ele, e Ele conosco (Jo 17:21). Além disso, ficamos cheios do Espírito, temos vida e somos libertos das coisas que nos prendiam no passado! (20:30-31; 1 Co 6:11). Por isso devemos perseverar invocando o nome do Senhor até que Ele venha!
segunda-feira, 3 de março de 2014
O Espírito nos fará lembrar
Mas O Consolador, O Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito (Jo 14:26)
Jo 14:12, 16-17, 26; 16:13-14
Hoje o Senhor tem muitas coisas a fazer na terra, mas muitas vezes não pode contar conosco, pois não dedicamos tempo suficiente para estar em Sua presença. Por isso Ele permite situações em nossa vida para nos voltarmos à Sua presença, onde podemos receber o encargo diretamente Dele. Hebreus 6:19 nos diz que devemos lançar a âncora da nossa alma para além do véu, no Santo dos Santos, que é o nosso espírito. Além disso, precisamos de um bom depósito da Palavra, que obtemos pela leitura da Bíblia complementada pelos livros espirituais que nos trazem a presente verdade.
João 16:13 diz: "Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir". Aqui vemos que o Espírito da realidade nos guiará a toda realidade e não falará nada por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido. O que o Espírito recebeu veio do Senhor que, por sua vez, recebeu do Pai. Da mesma forma, o que falamos hoje, nós recebemos de outros irmãos que estiveram à nossa frente, e hoje temos a função não apenas de transmitir o que ouvimos, mas, principalmente, de levar outros a praticar essas palavras.
No livro de Apocalipse, o apóstolo João retrata quatro grandes visões (capítulos 1, 4, 17 e 21), que recebeu quando estava no espírito. Isso mostra que, se estamos no espírito, o Senhor fala conosco e nos mostra Sua vontade. Quando João esteve em Éfeso, não inventou um novo ministério para si, mas utilizou os escritos de Paulo e ajudou os irmãos ali a também exercitarem o espírito.
Quando o Senhor fala conosco pelo Espírito, Ele o faz baseado em Sua Palavra. Se dedicarmos um tempo diário ao contato com a Bíblia e os livros espirituais, podemos até nos esquecer do que lemos depois de um tempo, mas aquilo ficará depositado em nós, e o Espírito nos fará lembrar oportunamente, conforme haja necessidade (Jo 14:26). Ao ler a Palavra de Deus, devemos transformar os versículos em nossa oração, de forma que essa prática se torne um hábito saudável em nossa vida cristã. O mais importante não é memorizar as palavras, mas, sim, ouvir o Senhor falando conosco. Se um dia Ele precisar, nos fará lembrar de tudo o que lemos e ouvimos, pois estará armazenado em nosso espírito.
Todos nós podemos ser ministros da nova aliança. Da mesma forma que os jovens se preparam para assumirem cargos importantes quando deixarem a faculdade, hoje estamos sendo aperfeiçoados visando o reino. O desejo de Deus é nos preparar para reinar com Cristo no mundo que há de vir. Temos cantado um hino que diz que "o Senhor insiste em me fazer reinar". Aleluia! Esse é o amor de Deus que nos quer aperfeiçoar.
Em João 14:12, o Senhor disse que faríamos obras ainda maiores das que Ele fez. Depois de morrer, ressuscitar e ascender aos céus, Ele se tornou o Espírito que dá vida e que está dentro de nós (vs. 18-20). O próprio Deus, que é a Palavra viva, está em nosso espírito! Isso nos capacita a ser Seus ministros e cumprir adequadamente a comissão de Deus para nós.
Jo 14:12, 16-17, 26; 16:13-14
Hoje o Senhor tem muitas coisas a fazer na terra, mas muitas vezes não pode contar conosco, pois não dedicamos tempo suficiente para estar em Sua presença. Por isso Ele permite situações em nossa vida para nos voltarmos à Sua presença, onde podemos receber o encargo diretamente Dele. Hebreus 6:19 nos diz que devemos lançar a âncora da nossa alma para além do véu, no Santo dos Santos, que é o nosso espírito. Além disso, precisamos de um bom depósito da Palavra, que obtemos pela leitura da Bíblia complementada pelos livros espirituais que nos trazem a presente verdade.
João 16:13 diz: "Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir". Aqui vemos que o Espírito da realidade nos guiará a toda realidade e não falará nada por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido. O que o Espírito recebeu veio do Senhor que, por sua vez, recebeu do Pai. Da mesma forma, o que falamos hoje, nós recebemos de outros irmãos que estiveram à nossa frente, e hoje temos a função não apenas de transmitir o que ouvimos, mas, principalmente, de levar outros a praticar essas palavras.
No livro de Apocalipse, o apóstolo João retrata quatro grandes visões (capítulos 1, 4, 17 e 21), que recebeu quando estava no espírito. Isso mostra que, se estamos no espírito, o Senhor fala conosco e nos mostra Sua vontade. Quando João esteve em Éfeso, não inventou um novo ministério para si, mas utilizou os escritos de Paulo e ajudou os irmãos ali a também exercitarem o espírito.
Quando o Senhor fala conosco pelo Espírito, Ele o faz baseado em Sua Palavra. Se dedicarmos um tempo diário ao contato com a Bíblia e os livros espirituais, podemos até nos esquecer do que lemos depois de um tempo, mas aquilo ficará depositado em nós, e o Espírito nos fará lembrar oportunamente, conforme haja necessidade (Jo 14:26). Ao ler a Palavra de Deus, devemos transformar os versículos em nossa oração, de forma que essa prática se torne um hábito saudável em nossa vida cristã. O mais importante não é memorizar as palavras, mas, sim, ouvir o Senhor falando conosco. Se um dia Ele precisar, nos fará lembrar de tudo o que lemos e ouvimos, pois estará armazenado em nosso espírito.
Todos nós podemos ser ministros da nova aliança. Da mesma forma que os jovens se preparam para assumirem cargos importantes quando deixarem a faculdade, hoje estamos sendo aperfeiçoados visando o reino. O desejo de Deus é nos preparar para reinar com Cristo no mundo que há de vir. Temos cantado um hino que diz que "o Senhor insiste em me fazer reinar". Aleluia! Esse é o amor de Deus que nos quer aperfeiçoar.
Em João 14:12, o Senhor disse que faríamos obras ainda maiores das que Ele fez. Depois de morrer, ressuscitar e ascender aos céus, Ele se tornou o Espírito que dá vida e que está dentro de nós (vs. 18-20). O próprio Deus, que é a Palavra viva, está em nosso espírito! Isso nos capacita a ser Seus ministros e cumprir adequadamente a comissão de Deus para nós.
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