A nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes (Ef 6:12).
Ef 6:13-18; Ap 12:6
Hoje veremos a relação da visão de Apocalipse 12 com o mapa-múndi. Vimos no versículo 4 que o grande dragão estava detido em frente à mulher para devorar o filho varão, quando este nascesse (ver figo na página 67). Uma vez que esse filho foi arrebatado para o trono de Deus (v. 5), toda a ira do grande dragão foi direcionada para a mulher e para o restante de sua descendência (vs. 13, 17). Eles são os que guardam os mandamentos de Deus (os judeus) e têm o testemunho de Jesus (os crentes vivos), mas que não foram arrebatados antes da grande tribulação. Então a mulher perseguida pelo inimigo de Deus fugiu para o deserto, um lugar preparado para o seu refúgio (v. 6). No versículo 14 vemos que foram dadas à mulher as duas asas da grande águia para que voasse até ao deserto. No mapa apresentado na pág. 67 podemos ver primeiramente duas figuras: uma águia, a partir dos contornos do mapa da América do Norte, e um dragão, a partir dos contornos do mapa da Europa e Ásia.
Além disso, os contornos do continente africano lembram o perfil de um feto sendo formado no ventre materno. É importante notar que o dragão está com a boca bem aberta, como que querendo devorar a criança em formação.
Essa interpretação nos mostra um quadro de luta. Em toda a Bíblia vemos sempre o Senhor e o Seu povo envolvidos numa batalha universal. É uma luta contra os principados, potestades e os dominadores deste mundo tenebroso nos lugares celestiais (Ef 6:12). Por isso nossa atitude para com essa verdade deve ser a de desenvolver um espírito de luta contra o inimigo de Deus. Devemos tomar toda a armadura de Deus para que possamos resistir a esse inimigo (vs. 13-18), levando o evangelho a toda a terra e sendo fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder (v. 10).
Escrito por Dong Yu Lan. Publicado em Nossa atitude para com as verdades (2)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
terça-feira, 20 de maio de 2014
Como vencer o dragão vermelho
Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida (Ap 12:11).
Rm 8:6; 1 Co 12:3; Gl 5:19-21; Cl 1:13; 1 Jo 1:7; 5:19
Vimos que a visão registrada em Apocalipse 12 é composta por dois grandes sinais: a mulher, que estava grávida do filho varão, e um grande dragão vermelho, que se deteve em frente à mulher a fim de lhe devorar o filho quando nascesse.
Mas, afinal, qual é a relação entre a serpente e o dragão? Como vimos, esse dragão é a antiga serpente que enganou a Eva e fez com que o homem desobedecesse a Deus. De que maneira, pois, foi essa serpente transformada em um dragão? Podemos afirmar que, ao longo dos séculos, Satanás, a antiga serpente, vem se alimentando da carne e do sangue de toda a humanidade, que vem do pó da terra (1 Jo 5:19; Gn 2:7; 3:14). Essa é a razão pela qual ela cresceu continuamente até tomar as proporções de um grande dragão vermelho. Esse quadro espantoso nos mostra a necessidade de as pessoas receberem o evangelho, serem libertadas do império das trevas e transportadas para o reino do Filho de Deus (CI 1:13).
Por outro lado, o pó representa nossa natureza humana, que, após a queda do homem, tornou-se carne, na qual habita o pecado e estão alojados os desejos lascivos, concupiscências, inimizades e outras obras (GI 5:19-21). A carne está em constante luta contra o Espírito. Ao andar na carne, o homem serve de comida para a serpente. O que fazer então? Paulo nos adverte a andar no espírito, e jamais satisfaremos a concupiscência da carne (v. 16). A mente posta na carne dá para a morte, mas a mente posta no Espírito é vida e paz (Rm 8:6). Sempre que invocamos o nome do Senhor, colocamos nossa mente no Espírito (1 Co 12:3) e somos salvos de ser comida da antiga serpente.
Em Apocalipse 12 lemos: "Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida" (v. 11). Temos aqui três condições para derrotar o dragão: vencer os pecados pelo sangue, dar testemunho do Senhor e negar a nós mesmos.
Primeiro, devemos desenvolver um viver de constante comunhão com o Senhor, que resulta num lavar contínuo dos pecados. A prática de buscar o Senhor em Sua Palavra, tomando-a com oração e como nosso alimento diário, traz a luz divina. Se andarmos na luz, "mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1:7).
A segunda condição é um viver de dar testemunho do Senhor, pregando o evangelho. Não apenas o evangelho da graça, mas também o evangelho do reino deve ser pregado para testemunho a todas as nações (Mt 24:14). Hoje temos ferramentas preciosas que podemos usar para dar esse testemunho, como a colportagem e o Bookafé.
Finalmente, em terceiro lugar, devemos ter um viver de negar a nós mesmos (16:24), restringindo a ação de nosso ego. A nossa pessoa precisa ser transformada, esvaziada das coisas naturais da nossa alma, para que a vida divina cresça em nós. Esse é o perfil de um vencedor!
(Palavra extraída do Alimento Diário)
Rm 8:6; 1 Co 12:3; Gl 5:19-21; Cl 1:13; 1 Jo 1:7; 5:19
Vimos que a visão registrada em Apocalipse 12 é composta por dois grandes sinais: a mulher, que estava grávida do filho varão, e um grande dragão vermelho, que se deteve em frente à mulher a fim de lhe devorar o filho quando nascesse.
Mas, afinal, qual é a relação entre a serpente e o dragão? Como vimos, esse dragão é a antiga serpente que enganou a Eva e fez com que o homem desobedecesse a Deus. De que maneira, pois, foi essa serpente transformada em um dragão? Podemos afirmar que, ao longo dos séculos, Satanás, a antiga serpente, vem se alimentando da carne e do sangue de toda a humanidade, que vem do pó da terra (1 Jo 5:19; Gn 2:7; 3:14). Essa é a razão pela qual ela cresceu continuamente até tomar as proporções de um grande dragão vermelho. Esse quadro espantoso nos mostra a necessidade de as pessoas receberem o evangelho, serem libertadas do império das trevas e transportadas para o reino do Filho de Deus (CI 1:13).
Por outro lado, o pó representa nossa natureza humana, que, após a queda do homem, tornou-se carne, na qual habita o pecado e estão alojados os desejos lascivos, concupiscências, inimizades e outras obras (GI 5:19-21). A carne está em constante luta contra o Espírito. Ao andar na carne, o homem serve de comida para a serpente. O que fazer então? Paulo nos adverte a andar no espírito, e jamais satisfaremos a concupiscência da carne (v. 16). A mente posta na carne dá para a morte, mas a mente posta no Espírito é vida e paz (Rm 8:6). Sempre que invocamos o nome do Senhor, colocamos nossa mente no Espírito (1 Co 12:3) e somos salvos de ser comida da antiga serpente.
Em Apocalipse 12 lemos: "Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida" (v. 11). Temos aqui três condições para derrotar o dragão: vencer os pecados pelo sangue, dar testemunho do Senhor e negar a nós mesmos.
Primeiro, devemos desenvolver um viver de constante comunhão com o Senhor, que resulta num lavar contínuo dos pecados. A prática de buscar o Senhor em Sua Palavra, tomando-a com oração e como nosso alimento diário, traz a luz divina. Se andarmos na luz, "mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1:7).
A segunda condição é um viver de dar testemunho do Senhor, pregando o evangelho. Não apenas o evangelho da graça, mas também o evangelho do reino deve ser pregado para testemunho a todas as nações (Mt 24:14). Hoje temos ferramentas preciosas que podemos usar para dar esse testemunho, como a colportagem e o Bookafé.
Finalmente, em terceiro lugar, devemos ter um viver de negar a nós mesmos (16:24), restringindo a ação de nosso ego. A nossa pessoa precisa ser transformada, esvaziada das coisas naturais da nossa alma, para que a vida divina cresça em nós. Esse é o perfil de um vencedor!
(Palavra extraída do Alimento Diário)
terça-feira, 13 de maio de 2014
Outro Sinal: O Grande Dragão Vermelho
Ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite diante do nosso Deus (Ap 12:10).
Gn 3:1-6; 1 Pe 5:8-10; Ap 12:7-9
Dando continuidade à visão de Apocalipse 12, lemos nos versículos 3 e 4: "Viu-se, também, outro sinal no céu, e eis um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças, sete diademas. A sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra; e o dragão se deteve em frente da mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o filho quando nascesse". Aqui vemos outro sinal, um dragão, que procura devorar o filho gerado pela mulher universal. A razão disso é que esse filho possui uma função muito importante dentro do plano de Deus.
O versículo 5 diz: "Nasceu-lhe, pois, um filho varão, que há de reger todas as nações com cetro de ferro. E o seu filho foi arrebatado para Deus até ao seu trono". O fato de não ter conseguido devorar o filho da mulher deixou o dragão furioso, e ele passou a persegui-la, fazendo com que ela fugisse para o deserto. Esse deserto, conforme o versículo 6, é um lugar preparado por Deus para o seu sustento pelo período de mil duzentos e sessenta dias, que corresponde a três anos e meio.
Nos versículos seguintes vemos que houve ainda uma batalha do arcanjo Miguel, juntamente com seus anjos, contra o dragão e seus anjos (v. 7). O resultado é que o dragão e os seus anjos foram derrotados e lançados para a terra (vs. 8-9).
Na experiência da vida cristã, podemos constatar que o inimigo de Deus é também nosso adversário, o qual anda em derredor como leão que ruge, procurando nos devorar (1 Pe 5:8). Que fazer então? Devemos ser sóbrios e vigilantes, resistindo ao diabo, firmes na fé, sabendo que muitos em todo o mundo estão sofrendo conosco (v. 9). Ainda temos a promessa de que o Deus de toda graça nos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar (v. 10).
Prosseguindo no capítulo 12 de Apocalipse vemos uma grande revelação: o dragão é, na verdade, "a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo" (v. 9). Voltando ao princípio das Escrituras, em Gênesis 3, vemos uma serpente sedutora, que induziu Eva a comer do fruto que Deus havia ordenado que não comesse e também a oferecê-lo ao seu marido. Assim, Deus os expulsou do Éden. Pelo relato de Apocalipse, a antiga serpente agora é um grande dragão, sedutor de toda a terra. Graças a Deus, esse dragão e todos os seus anjos serão atirados para a terra, e no céu não mais se achará lugar para eles.
(Palavra extraída do Alimento Diário)
Gn 3:1-6; 1 Pe 5:8-10; Ap 12:7-9
Dando continuidade à visão de Apocalipse 12, lemos nos versículos 3 e 4: "Viu-se, também, outro sinal no céu, e eis um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças, sete diademas. A sua cauda arrastava a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra; e o dragão se deteve em frente da mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o filho quando nascesse". Aqui vemos outro sinal, um dragão, que procura devorar o filho gerado pela mulher universal. A razão disso é que esse filho possui uma função muito importante dentro do plano de Deus.
O versículo 5 diz: "Nasceu-lhe, pois, um filho varão, que há de reger todas as nações com cetro de ferro. E o seu filho foi arrebatado para Deus até ao seu trono". O fato de não ter conseguido devorar o filho da mulher deixou o dragão furioso, e ele passou a persegui-la, fazendo com que ela fugisse para o deserto. Esse deserto, conforme o versículo 6, é um lugar preparado por Deus para o seu sustento pelo período de mil duzentos e sessenta dias, que corresponde a três anos e meio.
Nos versículos seguintes vemos que houve ainda uma batalha do arcanjo Miguel, juntamente com seus anjos, contra o dragão e seus anjos (v. 7). O resultado é que o dragão e os seus anjos foram derrotados e lançados para a terra (vs. 8-9).
Na experiência da vida cristã, podemos constatar que o inimigo de Deus é também nosso adversário, o qual anda em derredor como leão que ruge, procurando nos devorar (1 Pe 5:8). Que fazer então? Devemos ser sóbrios e vigilantes, resistindo ao diabo, firmes na fé, sabendo que muitos em todo o mundo estão sofrendo conosco (v. 9). Ainda temos a promessa de que o Deus de toda graça nos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar (v. 10).
Prosseguindo no capítulo 12 de Apocalipse vemos uma grande revelação: o dragão é, na verdade, "a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo" (v. 9). Voltando ao princípio das Escrituras, em Gênesis 3, vemos uma serpente sedutora, que induziu Eva a comer do fruto que Deus havia ordenado que não comesse e também a oferecê-lo ao seu marido. Assim, Deus os expulsou do Éden. Pelo relato de Apocalipse, a antiga serpente agora é um grande dragão, sedutor de toda a terra. Graças a Deus, esse dragão e todos os seus anjos serão atirados para a terra, e no céu não mais se achará lugar para eles.
(Palavra extraída do Alimento Diário)
O primeiro sinal - A Mulher Universal
Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam (Tg 1:12).
Gn 37:9-10; Ap 1:1-3; 12:1-6
Nesta semana abordaremos uma importante visão apresentada no capítulo 12 de Apocalipse, que corresponde a uma mulher e um dragão.
Apocalipse é um livro repleto de visões e revelações, que chegaram até nós para que saibamos como proceder hoje. Podemos dividi-lo em duas partes: a primeira é formada pelos onze primeiros capítulos, e a segunda compreende os capítulos de 12 a 22.
Em Apocalipse 12:1-2 lemos: "Viu-se grande sinal no céu, a saber, uma mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça, que, achando-se grávida, grita com as dores de parto, sofrendo tormentos para dar à luz". A Bíblia traz figuras e alegorias de significado e aplicações espirituais diversos. Há várias interpretações para esses sinais. Uma delas é que essa mulher refere-se à totalidade dos filhos de Deus no mundo ao longo dos séculos, pois inclui os patriarcas (estrelas), os que guardavam os mandamentos de Deus no Antigo Testamento (lua), se referindo ao povo de Israel, e os que têm o testemunho de Jesus, os santos do Novo Testamento (sol). Há outras interpretações com ricas aplicações espirituais, mas não abordaremos no momento.
Vemos nesses versículos que essa mulher se encontrava grávida e estava sofrendo intensamente com as dores de parto, a ponto de gritar por conta dos tormentos para dar à luz. O sofrimento dessa mulher indica que, ao longo dos séculos, Deus tem trabalhado naqueles que foram chamados, a fim de gerar vencedores.
Podemos ver na Bíblia exemplos de pessoas que sofreram, arriscando suas vidas para cooperar com Deus. Temos Abraão, que abandonou sua terra e sua parentela e foi habitar em Canaã; Josué, que liderou os hebreus em muitas batalhas na conquista da boa terra; Daniel e seus três amigos, que enfrentaram grandes adversidades em Babilônia, e muitos outros (Hb 11:32-38). Também na história da igreja muitos se tornaram mártires, como Pedro e Paulo.
Na era presente, da mesma forma, muitos têm se consagrado ao Senhor para levar adiante Seu propósito, passando por tribulações, angústias e perseguições, levando sempre no corpo o morrer de Jesus (2 Co 4:10).
Não desanimemos, pois os sofrimentos do tempo presente produzirão eterno peso de glória (v. 17). Por fim, a mulher universal, em meio ao sofrimento, dará à luz o filho varão, que há de reger as nações. Aleluia!
(Palavra extraída do Alimento Diário)
Gn 37:9-10; Ap 1:1-3; 12:1-6
Nesta semana abordaremos uma importante visão apresentada no capítulo 12 de Apocalipse, que corresponde a uma mulher e um dragão.
Apocalipse é um livro repleto de visões e revelações, que chegaram até nós para que saibamos como proceder hoje. Podemos dividi-lo em duas partes: a primeira é formada pelos onze primeiros capítulos, e a segunda compreende os capítulos de 12 a 22.
Em Apocalipse 12:1-2 lemos: "Viu-se grande sinal no céu, a saber, uma mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça, que, achando-se grávida, grita com as dores de parto, sofrendo tormentos para dar à luz". A Bíblia traz figuras e alegorias de significado e aplicações espirituais diversos. Há várias interpretações para esses sinais. Uma delas é que essa mulher refere-se à totalidade dos filhos de Deus no mundo ao longo dos séculos, pois inclui os patriarcas (estrelas), os que guardavam os mandamentos de Deus no Antigo Testamento (lua), se referindo ao povo de Israel, e os que têm o testemunho de Jesus, os santos do Novo Testamento (sol). Há outras interpretações com ricas aplicações espirituais, mas não abordaremos no momento.
Vemos nesses versículos que essa mulher se encontrava grávida e estava sofrendo intensamente com as dores de parto, a ponto de gritar por conta dos tormentos para dar à luz. O sofrimento dessa mulher indica que, ao longo dos séculos, Deus tem trabalhado naqueles que foram chamados, a fim de gerar vencedores.
Podemos ver na Bíblia exemplos de pessoas que sofreram, arriscando suas vidas para cooperar com Deus. Temos Abraão, que abandonou sua terra e sua parentela e foi habitar em Canaã; Josué, que liderou os hebreus em muitas batalhas na conquista da boa terra; Daniel e seus três amigos, que enfrentaram grandes adversidades em Babilônia, e muitos outros (Hb 11:32-38). Também na história da igreja muitos se tornaram mártires, como Pedro e Paulo.
Na era presente, da mesma forma, muitos têm se consagrado ao Senhor para levar adiante Seu propósito, passando por tribulações, angústias e perseguições, levando sempre no corpo o morrer de Jesus (2 Co 4:10).
Não desanimemos, pois os sofrimentos do tempo presente produzirão eterno peso de glória (v. 17). Por fim, a mulher universal, em meio ao sofrimento, dará à luz o filho varão, que há de reger as nações. Aleluia!
(Palavra extraída do Alimento Diário)
O perigo da velhice espiritual
E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos (Rm 13:11).
Mt 16:24; Ef 5:14; Hb 2:5-8
O viver da igreja é o melhor ambiente para sermos transformados em reis. A principal característica desse viver é seguirmos o Senhor Jesus. Para segui-Lo, porém, o próprio Senhor disse que precisamos negar a nós mesmos (Mt 16:24). Por um lado, Ele quer nos suprir com Sua vida divina; por outro, nossa vida da alma está ocupando Seu lugar. Então, para que a vida de Deus cresça em nós, nossa vida da alma precisa ser negada.
O Senhor nos incumbiu de governar o mundo que há de vir (Hb 2:5-8). Por isso, hoje, Ele está trabalhando em nós. Para que sejamos leões, leoas ou leõezinhos, antes precisamos ser como aquele jumentinho, que foi transformado por estar amarrado à videira. Dessa maneira, cheios do Espírito, estaremos também prontos para ser usados pelo Senhor.
Essa experiência corresponde ao nosso processo de transformação. O Senhor nos ganhou e nos colocou na vida da igreja para desfrutarmos da vida abundante que está em Sua Palavra. Quanto mais vida extrairmos dela, mais rapidamente uma mudança ocorrerá em nosso interior e também em nosso viver. Nosso caráter forte e teimoso de donkey (jumento) dará lugar à expressão da vida de Deus. Antes pulávamos de um lado para outro e feríamos os que se aproximavam de nós; depois da transformação, entretanto, já não agimos mais assim. Isso acontece porque aprendemos a não nos alimentar de outra coisa, senão da vida de Deus.
Há um perigo, porém: a velhice espiritual. Como vimos no início desta semana, pouco a pouco podemos ficar "enjoados" das palavras de vida e buscar coisas vãs para nos preencher. Sem perceber, acabamos envelhecendo e, ainda que não caiamos em decadência, perdemos a sensibilidade e gosto pelas coisas de Deus. Participamos das reuniões, por exemplo, de maneira tradicional, sem nenhuma reação ao falar atual do Senhor.
Podemos considerar que há três condições nas quais os irmãos podem se encontrar. A primeira é muito boa: eles têm encargo pela igreja, estão envolvidos com os serviços, com a pregação do evangelho e o apascentamento das pessoas. A segunda condição diz respeito àqueles que ainda estão novos e cheios do frescor da vida de Deus, sendo, portanto, irmãos ativos. Porém ainda há uma terceira condição, na qual os irmãos pararam de buscar o crescimento na vida divina. Eles não se envolvem mais com os serviços, ficam à margem de tudo o que é promovido pela igreja e, assim, envelhecem.
Esperamos que alguns irmãos possam ajudar esse último grupo a reagir, dizendo: "Nós somos leões! Não podemos continuar dormindo! Vamos despertar e levantar! Vamos cooperar com o Senhor" (Rm 13:11; Ef 5:14)! É desse tipo de reação que precisamos!
(Palavra extraída do Alimento Diário)
Mt 16:24; Ef 5:14; Hb 2:5-8
O viver da igreja é o melhor ambiente para sermos transformados em reis. A principal característica desse viver é seguirmos o Senhor Jesus. Para segui-Lo, porém, o próprio Senhor disse que precisamos negar a nós mesmos (Mt 16:24). Por um lado, Ele quer nos suprir com Sua vida divina; por outro, nossa vida da alma está ocupando Seu lugar. Então, para que a vida de Deus cresça em nós, nossa vida da alma precisa ser negada.
O Senhor nos incumbiu de governar o mundo que há de vir (Hb 2:5-8). Por isso, hoje, Ele está trabalhando em nós. Para que sejamos leões, leoas ou leõezinhos, antes precisamos ser como aquele jumentinho, que foi transformado por estar amarrado à videira. Dessa maneira, cheios do Espírito, estaremos também prontos para ser usados pelo Senhor.
Essa experiência corresponde ao nosso processo de transformação. O Senhor nos ganhou e nos colocou na vida da igreja para desfrutarmos da vida abundante que está em Sua Palavra. Quanto mais vida extrairmos dela, mais rapidamente uma mudança ocorrerá em nosso interior e também em nosso viver. Nosso caráter forte e teimoso de donkey (jumento) dará lugar à expressão da vida de Deus. Antes pulávamos de um lado para outro e feríamos os que se aproximavam de nós; depois da transformação, entretanto, já não agimos mais assim. Isso acontece porque aprendemos a não nos alimentar de outra coisa, senão da vida de Deus.
Há um perigo, porém: a velhice espiritual. Como vimos no início desta semana, pouco a pouco podemos ficar "enjoados" das palavras de vida e buscar coisas vãs para nos preencher. Sem perceber, acabamos envelhecendo e, ainda que não caiamos em decadência, perdemos a sensibilidade e gosto pelas coisas de Deus. Participamos das reuniões, por exemplo, de maneira tradicional, sem nenhuma reação ao falar atual do Senhor.
Podemos considerar que há três condições nas quais os irmãos podem se encontrar. A primeira é muito boa: eles têm encargo pela igreja, estão envolvidos com os serviços, com a pregação do evangelho e o apascentamento das pessoas. A segunda condição diz respeito àqueles que ainda estão novos e cheios do frescor da vida de Deus, sendo, portanto, irmãos ativos. Porém ainda há uma terceira condição, na qual os irmãos pararam de buscar o crescimento na vida divina. Eles não se envolvem mais com os serviços, ficam à margem de tudo o que é promovido pela igreja e, assim, envelhecem.
Esperamos que alguns irmãos possam ajudar esse último grupo a reagir, dizendo: "Nós somos leões! Não podemos continuar dormindo! Vamos despertar e levantar! Vamos cooperar com o Senhor" (Rm 13:11; Ef 5:14)! É desse tipo de reação que precisamos!
(Palavra extraída do Alimento Diário)
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