Semelhantemente, quanto a diáconos, é necessário que sejam respeitáveis, de uma só palavra, [ ... ] conservando o mistério da fé com a consciência limpa (1 Tm 3:8-9)
2 Co 3:4-6; 2 Tm 4:3
Em 2 Coríntios 3:6 Paulo afirma que os ministros da nova aliança não são da letra, mas do Espírito, e que a letra mata, mas o Espírito dá vida. Como ministros da nova aliança, devemos ler as Escrituras exercitando o espírito a fim de ganhar mais da vida divina.
Todos precisamos almejar ser como os diáconos: pessoas de oração, equipados com a Palavra, com os dons transformados em ministérios para assim auxiliar os presbíteros. Deus deseja que sejamos ministros, isto é, pessoas úteis assim como os diáconos, que servem os santos e cooperam com os presbíteros. Os presbíteros não são designados por si mesmos; antes, são ministros designados e trabalhados por Deus para transmitir vida a todos. Paulo explicou que ele fora designado por Deus para ser apóstolo neotestamentário entre os gentios, para isso ele foi equipado por Deus, que lhe deu a revelação, posteriormente registrada em suas epístolas para que os ministros da nova aliança também levem essa vida para os outros.
Tudo que aprendemos e ouvimos nas reuniões da igreja devemos considerar em nosso espírito para que essa verdade se torne realidade e vida para nós. Isso é ser um ministro da nova aliança. Se não estivermos no espírito, não poderemos compreender ou até mesmo explicar o que Paulo escreveu em suas epístolas.
Quero rogar para que, de fato, você tenha a atitude de um ministro da nova aliança, isto é, que não seja apenas um participante de conferências, de reuniões ministeriais, de reuniões de oração ou de leitura de livros, mas que se esquece de estar no espírito. Se não permanecer no Espírito, nenhuma dessas reuniões irá ajudá-lo. Você é ministro da nova aliança, portanto, esteja em espírito para que essas palavras se tornem vida.
(Palavra extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Jovens Ministros da Nova Aliança
Amados Jovens, Jesus é nosso Senhor!
Abaixo
segue um pequeno extrato de anotações em cima da reunião de jovens
ontem a noite com o irmão César, na casa 1, vamos prosseguir juntos,
abraço.
Extrato:
I - Você pode ser um jovem que tem revelação ou tem informação, em qual grupo você deseja estar? Ter informação não vai mudar sua vida, o mundo está cheio de informações, o que vai mudar sua vida e minha vida é sermos jovens que tenham revelação! Vamos orar um minuto e nos abrir ao Senhor, rogarmos para que Ele se revele a nós.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
O Novo e Vivo Caminho
Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne (Hb 10:19-20).
Êx 26:31-33; Mt 16:24; 27:51
O modelo do tabernáculo, mostrado pelo Senhor no monte, demonstra o quanto nós precisamos crescer na vida de Deus. As tábuas, por exemplo, se não obedecerem ao padrão de medida que o Senhor estabeleceu, não podem compor essa edificação. Nossa alma, semelhantemente, com seus conceitos naturais, é algo muito grande. Portanto, para que haja a edificação da igreja, precisamos ser "cortados e ajustados", isto é, negar-nos a nós mesmos (Mt 16:24).
Entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos, há um véu sustentado por quatro colunas, formando três entradas (Êx 26:31-33). Essas entradas representam o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito. Quando o Senhor morreu, o véu do santuário rasgou-se de alto a baixo (Mt 27:51). Nesse sentido, a parte do meio, que representa o Filho, foi rasgada. Como ele era suspenso pelos colchetes, ao ser partido, ficou pendurado nas colunas.
Quando o véu foi rasgado, o acesso ao Santo dos Santos foi liberado. O caminho à presença de Deus foi aberto: "Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne" (Hb 10:19-20). Assim como a carne do Senhor, que era representada pelo véu, foi rasgada, nossa vida da alma também precisa ser "partida" para que a vida de Deus penetre nosso ser. É dessa maneira que a vida divina crescerá em nós.
Por meio do novo e vivo caminho, temos acesso ao Deus Triúno: ao Pai, ao Filho e ao Espírito. Agora já não há separação entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos. Todos podemos acessar o Santo Lugar, antes permitido apenas aos filhos de Arão. E não somente isto, mas também ao Santo dos Santos, cujo acesso era permitido apenas ao sumo sacerdote, uma vez ao ano.
A arriscada entrada do sumo sacerdote ao Santo dos Santos, agora, é possível e segura por esse novo e vivo caminho. Havia grande temor no dia da expiação, quando o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, pois, se houvesse qualquer impureza, ele poderia ser fulminado. Hoje, porém, podemos entrar com intrepidez, isto é, sem medo ou receio!
Esse registro da Bíblia é maravilhoso! Não há mais qualquer barreira entre o homem e Deus, uma vez que o Senhor Jesus cumpriu as altas exigências da lei em nosso lugar. Ele abriu-nos um caminho pelo qual temos acesso ao Pai, ao Filho e ao Espírito (Jo 14:6). Hoje, o Espírito habita em nós. Assim, a todo tempo podemos entrar no Santo dos Santos, isto é, em nosso espírito, e desfrutar da presença de Deus. Quando invocamos o nome do Senhor, esse fato se realiza.
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário )
Êx 26:31-33; Mt 16:24; 27:51
O modelo do tabernáculo, mostrado pelo Senhor no monte, demonstra o quanto nós precisamos crescer na vida de Deus. As tábuas, por exemplo, se não obedecerem ao padrão de medida que o Senhor estabeleceu, não podem compor essa edificação. Nossa alma, semelhantemente, com seus conceitos naturais, é algo muito grande. Portanto, para que haja a edificação da igreja, precisamos ser "cortados e ajustados", isto é, negar-nos a nós mesmos (Mt 16:24).
Entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos, há um véu sustentado por quatro colunas, formando três entradas (Êx 26:31-33). Essas entradas representam o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito. Quando o Senhor morreu, o véu do santuário rasgou-se de alto a baixo (Mt 27:51). Nesse sentido, a parte do meio, que representa o Filho, foi rasgada. Como ele era suspenso pelos colchetes, ao ser partido, ficou pendurado nas colunas.
Quando o véu foi rasgado, o acesso ao Santo dos Santos foi liberado. O caminho à presença de Deus foi aberto: "Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne" (Hb 10:19-20). Assim como a carne do Senhor, que era representada pelo véu, foi rasgada, nossa vida da alma também precisa ser "partida" para que a vida de Deus penetre nosso ser. É dessa maneira que a vida divina crescerá em nós.
Por meio do novo e vivo caminho, temos acesso ao Deus Triúno: ao Pai, ao Filho e ao Espírito. Agora já não há separação entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos. Todos podemos acessar o Santo Lugar, antes permitido apenas aos filhos de Arão. E não somente isto, mas também ao Santo dos Santos, cujo acesso era permitido apenas ao sumo sacerdote, uma vez ao ano.
A arriscada entrada do sumo sacerdote ao Santo dos Santos, agora, é possível e segura por esse novo e vivo caminho. Havia grande temor no dia da expiação, quando o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos, pois, se houvesse qualquer impureza, ele poderia ser fulminado. Hoje, porém, podemos entrar com intrepidez, isto é, sem medo ou receio!
Esse registro da Bíblia é maravilhoso! Não há mais qualquer barreira entre o homem e Deus, uma vez que o Senhor Jesus cumpriu as altas exigências da lei em nosso lugar. Ele abriu-nos um caminho pelo qual temos acesso ao Pai, ao Filho e ao Espírito (Jo 14:6). Hoje, o Espírito habita em nós. Assim, a todo tempo podemos entrar no Santo dos Santos, isto é, em nosso espírito, e desfrutar da presença de Deus. Quando invocamos o nome do Senhor, esse fato se realiza.
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário )
terça-feira, 3 de junho de 2014
A experiência no Santo Lugar e no Santo dos Santos
E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito (2 Co 3:18). Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus (Hb 10:19).
Êx 25:10-22; 40:26; Lv 16:12; 1 Pe 2:9; Ap 5:8; 8:4
Em nossa aplicação e experiência do tabernáculo, primeiro passamos pelo altar do holocausto, que representa a cruz de Cristo, e pela bacia de bronze, que prefigura o lavar do Espírito Santo. Isso nos qualifica a entrar no Santo Lugar para servir a Deus. Ali desfrutamos a luz, o alimento do Senhor e as orações que fazemos a Ele. Que essa seja nossa experiência em qualquer dia e a qualquer hora, não apenas em dias especiais.
No Antigo Testamento, o Senhor determinou que apenas a casa de Arão servisse no Santo Lugar. Hoje, porém, todos somos parte do sacerdócio real e nação santa (1 Pe 2:9).
No Santo Lugar, temos o candelabro de ouro, que representa a luz da Palavra de Deus, e a mesa dos pães da proposição, que prefigura o Senhor como nosso alimento e também nossa experiência da mesa do Senhor todas as semanas. No tabernáculo tínhamos doze pães e taças sobre a mesa de ouro (Lv 24:5-6; Êx 37:16). Hoje, sobre a mesa do Senhor, temos um pão e um cálice. Embora sejamos muitos, somos unicamente um pão (1 Co 10:17). Louvado seja o Senhor, agora estamos todos em um só Corpo. Primeiro passamos pela luz do candelabro para, depois, desfrutar os pães que estão sobre a mesa e o cálice da bênção que transborda.
Diante do véu, havia ainda um terceiro item: o altar de ouro do incenso bem no centro do tabernáculo (Êx 40:26), que simboliza as nossas orações ao Senhor (cf. Ap 5:8; 8:3-4). O fogo para queimar o incenso do altar de ouro vinha do altar de bronze do átrio (cf. Lv 16:12).
Precisamos ter o hábito de ir ao altar de ouro para oferecer o incenso ao Senhor, isto é, despender mais tempo em oração a Ele. Quando a fumaça do incenso sobe, nossas orações também sobem ao Senhor. Deus, então, aspira a fumaça e fica satisfeito, pois há Cristo nela, e nós também ficamos satisfeitos.Além do Santo Lugar, havia um lugar mais interior no tabernáculo, o Santo dos Santos, também chamado de Lugar Santíssimo, onde apenas o sumo sacerdote podia ir uma vez ao ano (Hb 9:7). Entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos havia quatro colunas, onde se pendurava um véu, uma cortina. Atrás desse segundo véu ficava a arca da aliança, ou arca do testemunho. Ali era o lugar onde Deus se avistava com o homem (Êx 25:10-22).
O véu que isolava o Santo dos Santos do Santo Lugar tinha sobre si figuras de querubins bordadas. Ele era de uma só peça e foi posto sobre quatro colunas, preso por colchetes (Êx 26:33). Ninguém podia entrar no Santo dos Santos, exceto Moisés, que poderia entrar a qualquer momento, e o sumo sacerdote uma vez por ano. Os querubins representam a santidade de Deus. Somente quem era santo podia entrar no Santo dos Santos. Deus exigia não só que o problema do pecado fosse resolvido, como também que os sacerdotes fossem santos.
Hoje o Santo dos Santos é o nosso espírito, onde habita o Espírito de Deus. Além disso, pelo sangue de Jesus, podemos "entrar" com intrepidez no Santo dos Santos. Isso tudo é para nos encorajar a ter o hábito de "ir além do véu" (Hb 6:18-20), isto é, nos voltar ao espírito, a fim de nos reconciliar com Deus mais profundamente em nosso serviço a Ele (2 Co 5:20) e desfrutar de Sua presença gloriosa. Aleluia!
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
Êx 25:10-22; 40:26; Lv 16:12; 1 Pe 2:9; Ap 5:8; 8:4
Em nossa aplicação e experiência do tabernáculo, primeiro passamos pelo altar do holocausto, que representa a cruz de Cristo, e pela bacia de bronze, que prefigura o lavar do Espírito Santo. Isso nos qualifica a entrar no Santo Lugar para servir a Deus. Ali desfrutamos a luz, o alimento do Senhor e as orações que fazemos a Ele. Que essa seja nossa experiência em qualquer dia e a qualquer hora, não apenas em dias especiais.
No Antigo Testamento, o Senhor determinou que apenas a casa de Arão servisse no Santo Lugar. Hoje, porém, todos somos parte do sacerdócio real e nação santa (1 Pe 2:9).
No Santo Lugar, temos o candelabro de ouro, que representa a luz da Palavra de Deus, e a mesa dos pães da proposição, que prefigura o Senhor como nosso alimento e também nossa experiência da mesa do Senhor todas as semanas. No tabernáculo tínhamos doze pães e taças sobre a mesa de ouro (Lv 24:5-6; Êx 37:16). Hoje, sobre a mesa do Senhor, temos um pão e um cálice. Embora sejamos muitos, somos unicamente um pão (1 Co 10:17). Louvado seja o Senhor, agora estamos todos em um só Corpo. Primeiro passamos pela luz do candelabro para, depois, desfrutar os pães que estão sobre a mesa e o cálice da bênção que transborda.
Diante do véu, havia ainda um terceiro item: o altar de ouro do incenso bem no centro do tabernáculo (Êx 40:26), que simboliza as nossas orações ao Senhor (cf. Ap 5:8; 8:3-4). O fogo para queimar o incenso do altar de ouro vinha do altar de bronze do átrio (cf. Lv 16:12).
Precisamos ter o hábito de ir ao altar de ouro para oferecer o incenso ao Senhor, isto é, despender mais tempo em oração a Ele. Quando a fumaça do incenso sobe, nossas orações também sobem ao Senhor. Deus, então, aspira a fumaça e fica satisfeito, pois há Cristo nela, e nós também ficamos satisfeitos.Além do Santo Lugar, havia um lugar mais interior no tabernáculo, o Santo dos Santos, também chamado de Lugar Santíssimo, onde apenas o sumo sacerdote podia ir uma vez ao ano (Hb 9:7). Entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos havia quatro colunas, onde se pendurava um véu, uma cortina. Atrás desse segundo véu ficava a arca da aliança, ou arca do testemunho. Ali era o lugar onde Deus se avistava com o homem (Êx 25:10-22).
O véu que isolava o Santo dos Santos do Santo Lugar tinha sobre si figuras de querubins bordadas. Ele era de uma só peça e foi posto sobre quatro colunas, preso por colchetes (Êx 26:33). Ninguém podia entrar no Santo dos Santos, exceto Moisés, que poderia entrar a qualquer momento, e o sumo sacerdote uma vez por ano. Os querubins representam a santidade de Deus. Somente quem era santo podia entrar no Santo dos Santos. Deus exigia não só que o problema do pecado fosse resolvido, como também que os sacerdotes fossem santos.
Hoje o Santo dos Santos é o nosso espírito, onde habita o Espírito de Deus. Além disso, pelo sangue de Jesus, podemos "entrar" com intrepidez no Santo dos Santos. Isso tudo é para nos encorajar a ter o hábito de "ir além do véu" (Hb 6:18-20), isto é, nos voltar ao espírito, a fim de nos reconciliar com Deus mais profundamente em nosso serviço a Ele (2 Co 5:20) e desfrutar de Sua presença gloriosa. Aleluia!
(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)
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