segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Transformar a Letra em Vida e Frutificar

Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída (Lc 6:47-48)

Jo 13:17; 1 Co 11:23a, 15:8; 2 Co 12:1-4


O apóstolo Paulo foi chamado depois da ressurreição do Senhor. Assim, ele não esteve ao lado de Jesus quando este aperfeiçoou os discípulos em Seu ministério terreno (1 Co 15:8). O relacionamento de Paulo com o Senhor foi totalmente no espírito. Uma vez que Paulo foi chamado para ser ministro da nova aliança, o Senhor precisava equipá-lo, e o fez por meio de uma profunda experiência espiritual. Em 2 Coríntios 12:1-4 Paulo descreve sua experiência de ser arrebatado ao terceiro céu e também ao paraíso, onde ganhou visões e revelações do Senhor. O que Paulo viu e ouviu, tornou-se parte do que registrou em sua obra literária.

As palavras que Paulo ouviu do Senhor foram deixadas para nós nas suas epístolas (1 Co 11:23a). Naquela época, o Senhor levantou os ministros da nova aliança para fazer a transição da velha para a nova aliança, da lei de letra para a lei da vida. Deus precisa de ministros da nova aliança, que, colocam a mente no espírito, a fim de transformar letra em vida.

Nos dias atuais muitos têm ouvido a Palavra e a tem posto em prática (Lc 6:47-48; Jo 13:17). Por isso, com as experiências ganhas, podem dar testemunho da obra do ministério que têm praticado como ministros da nova aliança. Embora a nova aliança seja uma só e nós sejamos os muitos ministros, ao praticar a Palavra, várias maneiras de frutificar são produzidas. Damos graças ao Senhor, pois, como tais ministros, podemos ganhar com o que foi apresentado. Quando os testemunhos das várias experiências de propagação de vida em várias regiões são mostrados, não podemos ouvir meramente para satisfazer a coceira nos ouvidos, mas ir ao Senhor e verificar como podemos também praticar.

Ser ministro da nova aliança, segundo o que é registrado na Bíblia, não é coisa simples. Na época de Paulo, o Senhor precisou desses ministros e, nos dias atuais, Ele precisa mais ainda. Para isso devemos estar no espírito.Hoje há uma grande necessidade de termos ministros da nova aliança, pessoas que vivam no espírito, para que o Senhor tenha como falar com eles. Além disso, em algumas igrejas, as reuniões estão ficando envelhecidas porque os irmãos de modo geral não exercitam o espírito suficientemente. Como ministros da nova aliança, não da letra, mas do Espírito, devemos sempre voltar todo o nosso ser ao nosso espírito, mesclado com o Espírito de Deus, a fim de que o viver da igreja seja vivo e frutífero. Isso renovará não apenas nosso viver pessoal, mas o de todos os santos.

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Atingir a Plena Filiação

Assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a filiação, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade (Ef 1:4-5 lit.)

Mt 16:22-24; Jo 1:12-13; 3:5-6; 1 Co 2:14; Hb 2:5-8


Deus quer fazer de nós ministros da nova aliança, ministros do Espírito. Nossa salvação, que inclui o perdão dos pecados e a regeneração, por meio da qual recebemos a vida de Deus, foi preparada por Deus para nos tornar tais ministros. Assim, para tirar melhor proveito de nossa busca espiritual, devemos usar nosso espírito ao ler as epístolas de Paulo. Se não estivermos no espírito, o mero conhecimento da letra não nos ajudará a ser transformados. Além disso, se não estivermos no espírito, teremos muita dificuldade de explicar o que Paulo escreveu, pois as coisas do Espírito se discernem espiritualmente (1 Co 2:14).

Quando o homem caiu, três consequências aconteceram: primeiramente, seu espírito ficou amortecido para Deus; em segundo lugar, sua alma tornou-se independente de Deus; por fim, seu corpo tornou-se carne do pecado. Nessas condições, o homem se tornou incapaz de cumprir o propósito para o qual fora criado. Ao crermos no Senhor, nosso espírito foi regenerado, nascemos do Espírito, ganhamos uma nova vida, a vida divina, e nos tornamos filhos de Deus (Jo 1:12-13; 3:5-6). Contudo ainda precisamos alcançar a plena filiação para a qual fomos predestinados (Ef 1:5). Sabemos que, quando Cristo vier em Sua segunda vinda, Ele glorificará nosso corpo corruptível, tornando-o incorruptível (1 Co 15:50-53).

Hoje, no entanto, no viver da igreja, temos de salvar nossa alma, negando a nós mesmos, tomando a cruz e seguindo o Senhor (Mt 16:24). A necessidade da salvação de nossa alma não existe somente por causa dos pecados grosseiros que cometemos por vivermos na carne, mas também por causa de nossa boa pessoa, de nossas críticas baseadas em "boas" razões, que procedem de uma mente independente de Deus. Para recebermos a plena filiação, tanto o lado mal como o lado bom da vida da alma precisam ser negados (vs. 22-23). Essa é a maneira de crescermos e nos tornarmos filhos de Deus maduros. Uma vez maduros, podemos governar com Cristo no mundo que há de vir (Hb 2:5-8).

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

No espírito manifestamos o Amor

O fruto do Espírito é: amor (GI 5:22a)

Jo 7:37-39; 14:16-17; 1 Co 15:45b; 1 Jo 3:14, 16; 4:8b


O Senhor precisa dos ministros da nova aliança para esclarecer as palavras que o apóstolo Paulo registrou em suas epístolas e torná-las acessíveis aos filhos de Deus. Para compreender seus escritos, esses ministros precisam estar no espírito. Dessa maneira, eles conseguem extrair vida das Escrituras, aplicá-las em seu viver e transmiti-las a outros.

Em 2 Coríntios 3:6 lemos: "[Deus] nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica". O Espírito que vivifica não se trata apenas do Espírito Santo, mas compreende o Deus Triúno - o Pai, o Filho e o Espírito Santo (1 Co 15:45b). O Espírito que vivifica é "O Espírito", resultado da glorificação do Filho, que foi dado a todos os que creram em Jesus (Jo 7:37-39). Ele também é chamado de "Espírito da Realidade" (14:16-17). Esse, portanto, é o Espírito que ungiu os ministros da nova aliança, habilitando-os a desempenhar seus ministérios (2 Co 1:21). É por meio desse "O Espírito" que podemos compreender os escritos de Paulo, registrados em suas catorze epístolas.

Antes mesmo da fundação do mundo, Deus Pai nos escolheu para a filiação plena ("adoção de filhos", conforme o original grego, pode ser traduzido por "filiação"- Ef 1:4-5). Entretanto, por causa da queda do homem, o Filho, nos redimiu, concedendo-nos o perdão de pecados (v. 7). Uma vez convertidos, o Espírito entrou em nós, selando-nos (v. 13b). Dessa forma, podemos clamar: ''Aba, Pai!". Pelo fato de termos recebido o Espírito da filiação, conseguimos chamar Deus de Pai (Rm 8:15; Gl 4:6).Esse Espírito maravilhoso está em nós. Uma vez estando Nele, manifestamos o amor, pois a natureza de Deus é amor (Gl 5:22; 1 Jo 4:8b). Quando estamos nesse Espírito, não há lugar para críticas ou condenação de irmãos. Nele temos o amor de Deus e amamos os irmãos (3:14, 16). O amor flui espontaneamente daqueles que estão no Espírito. Louvado seja o Senhor!

(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Servir a Deus segundo Sua vontade

Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra (Rm 7:6)

At 9:15; 1 Co 12:3; 2 Co 12:1-4


A experiência de Paulo com o nome do Senhor fez dele um ministro da nova aliança. Essa prática ajudou Paulo a viver no espírito e a receber visões e revelações do Senhor. No espírito, ele foi arrebatado ao terceiro céu e ao paraíso, onde ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir (2 Co 12:1-4). Esse foi o segundo passo que o Senhor deu para que Paulo se despisse de tudo que aprendera no judaísmo e prosseguisse sendo usado por Ele como um vaso para levar Seu nome aos gentios e reis (At 9:15).

Assim como Paulo fora determinado para servir o Senhor no ministério da antiga aliança, ele o seria no ministério da nova aliança. Contudo ele não poderia usar o que aprendera na lei para servir o Senhor na nova aliança. Por ser um profundo conhecedor do judaísmo, instruído aos pés de Gamaliel, ele precisava ser equipado com as palavras da nova aliança, para compreender o plano eterno de Deus, Sua economia, e desempenhar sua nova comissão.
O conteúdo que recebera no terceiro céu veio diretamente do Deus Triúno. Naquela época, porque ainda lhe faltavam experiências, Paulo não registrou as palavras que recebera no terceiro céu, pois eram palavras difíceis de serem transmitidas aos homens.

No tempo certo, durante suas viagens, Paulo começou a escrever tudo que ouvira, pois queria transmitir às igrejas o que recebera. Suas epístolas são um registro na forma da letra da visão e das revelações que recebera.

Aqui vemos uma importante lição para nós. O Senhor também deseja que sejamos, hoje, os ministros da nova aliança. Para tal, precisamos estar no espírito, invocando Seu nome. Também necessitamos receber de Deus a revelação de Sua vontade, o conteúdo da nova aliança, a fim de não O servirmos na caducidade da letra, mas em novidade de espírito (Rm 7:6).

(PS: Palavra extraída do Alimento Diário)