Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? (Rm 10:13-14)
Rm 10:12-17; 1 Co 6:17; Ef 1:10; 1 Tm 1:4
Deus dá muita importância ao ministério e ao ministro da nova aliança. Um ministro da nova aliança precisa ser uma pessoa bem esclarecida na questão da economia divina. Esses ministros abrem as riquezas da Palavra para os demais filhos de Deus. Os que recebem e experimentam o trabalhar do Deus Triúno fazem parte do Corpo de Cristo e passam a ter o viver da igreja.
Não somente devemos compreender de forma objetiva a economia divina por meio de Efésios. O conteúdo dessa economia, que chamamos de "a Fé", precisa ser trabalhado de maneira subjetiva em nossa fé, tornando-se nossa capacidade de crer e nossa realidade.
A palavra "economia" vem do termo grego oikonomía, que em Efésios 1:10 é traduzida por "dispensação" e em 1 Timóteo 1:4 é traduzida por "serviço". Assim "o serviço de Deus na fé" é literalmente o "dispensar de Deus na fé". Portanto a economia divina é dispensar, ou infundir, o próprio Deus em nós por meio da fé. Desse modo, Deus não será algo objetivo, fora de nós, mas será subjetivo, dentro de nós, e mesclado a nós em um só espírito (1 Co 6:17).
Pelo trabalhar de Deus em nós, essa Fé objetiva é dispensada a nós, isto é, é infundida em nossa fé subjetiva, e torna-se parte de nós. Nós devemos buscar isso no espírito para que se torne nossa realidade. Esse processo ocorre na vida da igreja. Um ministro da nova aliança precisa muito que a economia divina seja trabalhada nele, isto é, que a Fé objetiva (o conteúdo da Palavra) seja trabalhada em sua fé subjetiva. Romanos 10:17 diz: "E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo". O termo "pregação" no original é "ouvir". Portanto a fé vem pelo ouvir a Palavra. Quanto mais a ouvimos, mais a fé é gerada em nós, isto é, mais a Fé objetiva é trabalhada em nós e se torna nossa fé subjetiva, nossa constituição e realidade.
Todo dia devemos invocar o Senhor, pois isso acelera esse processo. Que as palavras registradas na forma da letra sejam abertas para nos alimentar e nos fazer crescer! Louvado seja o Senhor!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Os diáconos no Novo Testamento
Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus (At 7:55-56)
At 6:1-4; 8:5-13, 26-40; 21:8-9
Um ministro da nova aliança possui uma posição elevada. Em Atos temos o registro de que várias pessoas creram no Senhor, foram cheias do espírito, venderam seus bens e colocaram o produto aos pés dos apóstolos. Essas pessoas partiam o pão de casa em casa e desfrutavam intensamente o Senhor, mas também passavam por necessidades físicas, sendo necessária a distribuição diária de alimentos. Por certo tempo, os próprios apóstolos cuidavam disso, mas, por precisarem de tempo para se dedicar à oração e ao ministério da Palavra, resolveram instituir diáconos, ou ministros. Estes deveriam ter bom testemunho e ser cheios do Espírito e de sabedoria (At 6:1-4).
Estêvão foi um dos primeiros diáconos estabelecidos em Jerusalém. Em Atos 7 podemos ver como ele era constituído da Palavra. Como ministros da nova aliança, precisamos buscar ter conteúdo da Palavra, assim como Estevão. Por essa causa, ele foi apedrejado e morreu. Mesmo sendo apedrejado, ele orava e invocava o Senhor que Se mostrou para ele em pé (v. 56). O Senhor dava atenção às suas orações, e isso mostra que estava atento a ele, como se dissesse: "Estevão, que você quer falar a Mim?". E Estêvão Lhe disse: "Senhor, não lhes imputes este pecado!" (v. 60). Mesmo sendo apedrejado até a morte, ele estava pedindo perdão para aquelas pessoas.
Esse é um bom modelo de diácono, um ministro da nova aliança. Isso é algo que Deus deseja. O coração dele é como o coração do Senhor. Apesar de ser tratado injustamente, Estevão tinha um coração perdoador. Ser ministro da nova aliança deve ser a meta de todo cristão. Filipe era outro diácono escolhido em Atos 6. Mais tarde, após a perseguição que se levantou contra os discípulos do Senhor por causa da morte de Estêvão, ele foi para a região de Samaria, ao norte, onde pregou o evangelho a várias pessoas. Em seguida o Espírito o enviou para o sul, onde pregou o evangelho a um eunuco etíope que voltava de Jerusalém para sua terra (At 8:5-13, 26-40). Também quando Paulo, no final de sua terceira viagem ministerial, se dirigia a Jerusalém, encontrou Filipe em Cesareia. É dito que ele tinha quatro filhas que profetizavam (21:8-9), indicando que certamente educou bem suas filhas.
Como ministros da nova aliança, não podemos ser pessoas que levam as coisas de qualquer maneira. O Senhor tem uma comissão para cada um. Para isso, precisamos ser ministros fiéis. Ele quer nos encarregar de algo, e devemos cooperar com Ele em Seu propósito.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
At 6:1-4; 8:5-13, 26-40; 21:8-9
Um ministro da nova aliança possui uma posição elevada. Em Atos temos o registro de que várias pessoas creram no Senhor, foram cheias do espírito, venderam seus bens e colocaram o produto aos pés dos apóstolos. Essas pessoas partiam o pão de casa em casa e desfrutavam intensamente o Senhor, mas também passavam por necessidades físicas, sendo necessária a distribuição diária de alimentos. Por certo tempo, os próprios apóstolos cuidavam disso, mas, por precisarem de tempo para se dedicar à oração e ao ministério da Palavra, resolveram instituir diáconos, ou ministros. Estes deveriam ter bom testemunho e ser cheios do Espírito e de sabedoria (At 6:1-4).
Estêvão foi um dos primeiros diáconos estabelecidos em Jerusalém. Em Atos 7 podemos ver como ele era constituído da Palavra. Como ministros da nova aliança, precisamos buscar ter conteúdo da Palavra, assim como Estevão. Por essa causa, ele foi apedrejado e morreu. Mesmo sendo apedrejado, ele orava e invocava o Senhor que Se mostrou para ele em pé (v. 56). O Senhor dava atenção às suas orações, e isso mostra que estava atento a ele, como se dissesse: "Estevão, que você quer falar a Mim?". E Estêvão Lhe disse: "Senhor, não lhes imputes este pecado!" (v. 60). Mesmo sendo apedrejado até a morte, ele estava pedindo perdão para aquelas pessoas.
Esse é um bom modelo de diácono, um ministro da nova aliança. Isso é algo que Deus deseja. O coração dele é como o coração do Senhor. Apesar de ser tratado injustamente, Estevão tinha um coração perdoador. Ser ministro da nova aliança deve ser a meta de todo cristão. Filipe era outro diácono escolhido em Atos 6. Mais tarde, após a perseguição que se levantou contra os discípulos do Senhor por causa da morte de Estêvão, ele foi para a região de Samaria, ao norte, onde pregou o evangelho a várias pessoas. Em seguida o Espírito o enviou para o sul, onde pregou o evangelho a um eunuco etíope que voltava de Jerusalém para sua terra (At 8:5-13, 26-40). Também quando Paulo, no final de sua terceira viagem ministerial, se dirigia a Jerusalém, encontrou Filipe em Cesareia. É dito que ele tinha quatro filhas que profetizavam (21:8-9), indicando que certamente educou bem suas filhas.
Como ministros da nova aliança, não podemos ser pessoas que levam as coisas de qualquer maneira. O Senhor tem uma comissão para cada um. Para isso, precisamos ser ministros fiéis. Ele quer nos encarregar de algo, e devemos cooperar com Ele em Seu propósito.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Aplicar a economia neotestamentária de Deus
Aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos (Rm 8:29)
Rm 8:30; Ef 1:3-8
Há pessoas que, ao ler os escritos de Paulo, descobrem um ponto da verdade. Então, em vez de aplicá-lo ao seu viver, apenas estudam e analisam essa verdade de forma doutrinária; isso resulta em um conhecimento morto.
Sim, por um lado, um ministro da nova aliança precisa ser equipado com a Palavra de Deus. Ele precisa saber, por exemplo, o que é a "economia divina", descrita por Paulo na carta aos Efésios. Todavia ele também deve ser capaz de explicar esse item da verdade, aplicando-o à nossa vida.
O livro de Efésios é, aparentemente, um registro na forma de letra. Todavia cabe a nós, como ministros da nova aliança, fazer com que essas palavras sejam explicadas para que conheçamos a economia neotestamentária de Deus revelada nesse livro e as pratiquemos. Sem tais ministros, essa revelação tão importante continuaria fechada para nós. Mas louvado seja o Senhor pelos ministros da nova aliança, que não somente revelam o conteúdo dessa epístola, como também nos ajudam a ver a aplicação prática dessas palavras em nosso viver diário.
Já mencionamos que o capítulo 1 de Efésios mostra que Deus Pai nos escolheu antes da fundação do mundo e nos predestinou para a filiação (vs. 3-5). A verdade sobre a plena filiação é algo maravilhoso, pois nos mostra que o Senhor nos predestinou para sermos filhos maduros. Essas palavras que estão registradas em preto e branco precisam, agora, se tornar subjetivas a nós. Elas devem nos inspirar a buscar de coração ao Senhor, a submeter-nos a Ele e a permitir que Sua vida trabalhe em nós. Dessa maneira, cresceremos espiritualmente e nos tornaremos filhos maduros.
Em outras palavras, para alcançarmos a plena filiação, não basta apenas ter sido escolhido pelo Senhor antes da fundação do mundo, ou ter sido lavado por Seu sangue e regenerado pela vida divina (vs. 7-8). Para atingir a plena filiação, isto é, a maturidade, até antes da volta do Senhor, precisamos crescer na vida divina. Somente assim seremos os vencedores que herdarão o reino. Isso é ter a experiência da economia neotestamentária de Deus, ou seja, o dispensar do próprio Deus Triúno a nós. As Escrituras precisam ser abertas a fim de que tenhamos ajuda para crescer em vida. Se não explicarmos as palavras das Escrituras no espírito, elas não passarão de letras, de mera informação morta. Precisamos ser os ministros da nova aliança que fazem com que as palavras preciosas da economia neotestamentária sejam abertas a nós e mudem nosso viver!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Rm 8:30; Ef 1:3-8
Há pessoas que, ao ler os escritos de Paulo, descobrem um ponto da verdade. Então, em vez de aplicá-lo ao seu viver, apenas estudam e analisam essa verdade de forma doutrinária; isso resulta em um conhecimento morto.
Sim, por um lado, um ministro da nova aliança precisa ser equipado com a Palavra de Deus. Ele precisa saber, por exemplo, o que é a "economia divina", descrita por Paulo na carta aos Efésios. Todavia ele também deve ser capaz de explicar esse item da verdade, aplicando-o à nossa vida.
O livro de Efésios é, aparentemente, um registro na forma de letra. Todavia cabe a nós, como ministros da nova aliança, fazer com que essas palavras sejam explicadas para que conheçamos a economia neotestamentária de Deus revelada nesse livro e as pratiquemos. Sem tais ministros, essa revelação tão importante continuaria fechada para nós. Mas louvado seja o Senhor pelos ministros da nova aliança, que não somente revelam o conteúdo dessa epístola, como também nos ajudam a ver a aplicação prática dessas palavras em nosso viver diário.
Já mencionamos que o capítulo 1 de Efésios mostra que Deus Pai nos escolheu antes da fundação do mundo e nos predestinou para a filiação (vs. 3-5). A verdade sobre a plena filiação é algo maravilhoso, pois nos mostra que o Senhor nos predestinou para sermos filhos maduros. Essas palavras que estão registradas em preto e branco precisam, agora, se tornar subjetivas a nós. Elas devem nos inspirar a buscar de coração ao Senhor, a submeter-nos a Ele e a permitir que Sua vida trabalhe em nós. Dessa maneira, cresceremos espiritualmente e nos tornaremos filhos maduros.
Em outras palavras, para alcançarmos a plena filiação, não basta apenas ter sido escolhido pelo Senhor antes da fundação do mundo, ou ter sido lavado por Seu sangue e regenerado pela vida divina (vs. 7-8). Para atingir a plena filiação, isto é, a maturidade, até antes da volta do Senhor, precisamos crescer na vida divina. Somente assim seremos os vencedores que herdarão o reino. Isso é ter a experiência da economia neotestamentária de Deus, ou seja, o dispensar do próprio Deus Triúno a nós. As Escrituras precisam ser abertas a fim de que tenhamos ajuda para crescer em vida. Se não explicarmos as palavras das Escrituras no espírito, elas não passarão de letras, de mera informação morta. Precisamos ser os ministros da nova aliança que fazem com que as palavras preciosas da economia neotestamentária sejam abertas a nós e mudem nosso viver!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
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