Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus [ ... ] com respeito a seu Filho, o qual, segundo a carne, veio da descendência de Davi. E foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor (Rm 1:1, 3-4)
2 Sm 12:7-14; 1 Cr 21:1-17; Mt 1:1, 16
Como vimos ontem, o evangelho diz respeito ao Filho Deus, Jesus Cristo. E esse evangelho tem dois aspectos: o Senhor vindo como descendente de Davi segundo a carne, e depois designado como Filho de Deus, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos (Rm 1:3-4).
No tocante à vinda do Senhor em forma humana, sabemos que Ele veio de Maria, não diretamente de Davi. Contudo Maria era descendente de Davi. Por isso Romanos registra que Ele era descendente de Davi.
Ao ler 2 Samuel, vemos que Davi era um homem segundo o coração de Deus. Todavia houve momentos em que Davi fracassou, cometendo pecados que desagradaram ao Senhor. Davi cometeu adultério com a mulher de Urias e, em seguida, mandou matá-lo, cometendo homicídio (2 Sm 11-12). Outro grande pecado cometido por Davi foi levantar o censo de Israel, contrariando a vontade do Senhor (1 Cr 21:1-17). A partir desses relatos, vemos que em Davi habitava uma natureza pecaminosa, que naturalmente fora transmitida aos seus descendentes.
Em Maria estava a mesma natureza pecaminosa vista em Davi, mas ela concebeu do Espírito Santo. Então o Senhor Jesus, como descendente de Davi segundo a carne por meio de Maria, tomou a semelhança da carne pecaminosa, mas sem pecado (Rm 8:3; Hb 4:15). Por outro lado, o Senhor também foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade, pela ressurreição.
Depois de conhecer a obra redentora do Senhor como um descendente de Davi, resgatando-nos do pecado, precisamos avançar na experiência cristã, experimentando-O como o Filho de Deus. O Senhor Jesus não é apenas o Filho do Homem, mas, segundo o espírito de santidade, foi designado Filho de Deus. Como tal, podemos receber Sua vida e crescer até à maturidade. Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Paulo, servo chamado e separado
Paulo, apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos (Gl 1:1)
At 2:21; Rm 1:1-4
O livro de Romanos localiza-se logo depois do livro de Atos dos Apóstolos, segundo a ordem que está na Bíblia. Entretanto, no aspecto cronológico, Romanos foi registrado após o apóstolo Paulo escrever a Segunda Carta aos Coríntios. Na Bíblia, primeiro temos os quatro evangelhos, seguidos por Atos e Romanos. Isso ocorre porque a ordem bíblica não é, necessariamente, uma ordem cronológica dos fatos.
Logo no início de Atos, no capítulo 2, encontramos o apóstolo Pedro pregando que "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (v. 21). Naquela ocasião, muitos foram salvos, batizados e começaram a pregar o evangelho. Hoje, nós que já invocamos o nome do Senhor precisamos nos dispor a pregar esse evangelho da graça a todas as pessoas e também o evangelho do reino aos filhos de Deus.
Ao lermos o capítulo 1 de Romanos, percebemos que logo no início Paulo se apresenta como "servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus" (1:1). Portanto o Senhor chamou Paulo, encarregando-o de um ministério e enviando-o como apóstolo aos gentios.
Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas mostram o Senhor como Rei, Servo e Homem. Já no evangelho de João, o Senhor Jesus é mostrado como o Filho de Deus, que dispensa a vida eterna aos que creem Nele. O livro de Atos mostra a propagação do evangelho. No entanto Romanos nos apresenta um evangelho completo, que diz respeito ao Filho de Deus e Sua boa-nova. Esse evangelho fora outrora prometido por Deus, por intermédio dos profetas, nas Sagradas Escrituras (v. 2).
O significado da palavra evangelho é boas-novas. O evangelho é o próprio Filho de Deus. Jesus Cristo tornou-se nossa boa-nova! Desse modo, ao pregar o evangelho, estamos pregando o próprio Cristo! Foi para isso que Paulo foi chamado, para pregar o evangelho de Deus.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
At 2:21; Rm 1:1-4
O livro de Romanos localiza-se logo depois do livro de Atos dos Apóstolos, segundo a ordem que está na Bíblia. Entretanto, no aspecto cronológico, Romanos foi registrado após o apóstolo Paulo escrever a Segunda Carta aos Coríntios. Na Bíblia, primeiro temos os quatro evangelhos, seguidos por Atos e Romanos. Isso ocorre porque a ordem bíblica não é, necessariamente, uma ordem cronológica dos fatos.
Logo no início de Atos, no capítulo 2, encontramos o apóstolo Pedro pregando que "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (v. 21). Naquela ocasião, muitos foram salvos, batizados e começaram a pregar o evangelho. Hoje, nós que já invocamos o nome do Senhor precisamos nos dispor a pregar esse evangelho da graça a todas as pessoas e também o evangelho do reino aos filhos de Deus.
Ao lermos o capítulo 1 de Romanos, percebemos que logo no início Paulo se apresenta como "servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus" (1:1). Portanto o Senhor chamou Paulo, encarregando-o de um ministério e enviando-o como apóstolo aos gentios.
Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas mostram o Senhor como Rei, Servo e Homem. Já no evangelho de João, o Senhor Jesus é mostrado como o Filho de Deus, que dispensa a vida eterna aos que creem Nele. O livro de Atos mostra a propagação do evangelho. No entanto Romanos nos apresenta um evangelho completo, que diz respeito ao Filho de Deus e Sua boa-nova. Esse evangelho fora outrora prometido por Deus, por intermédio dos profetas, nas Sagradas Escrituras (v. 2).
O significado da palavra evangelho é boas-novas. O evangelho é o próprio Filho de Deus. Jesus Cristo tornou-se nossa boa-nova! Desse modo, ao pregar o evangelho, estamos pregando o próprio Cristo! Foi para isso que Paulo foi chamado, para pregar o evangelho de Deus.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
É segurança para vós outros (2)
Entretanto, vos escrevi em parte mais ousadamente, como para vos trazer isto de novo à memória, por causa da graça que me foi outorgada por Deus, para que eu seja ministro de Cristo Jesus entre os gentios, no sagrado encargo de anunciar o evangelho de Deus (Rm 15:15-16a)
Pv 27:7; Lc 1:53; Fp 3:1
Não devemos nos cansar de ouvir as mesmas palavras. Vimos que o nosso Deus tem como princípio repetir Suas palavras. No Novo Testamento temos os quatro Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João. Por que quatro biografias do Senhor Jesus, citando praticamente os mesmos fatos? Por que eles escreveram sobre os mesmos acontecimentos? Porque a repetição é necessária!
A repetição pode ser vista em todo tipo de vida. Até mesmo na criação temos ciclos repetitivos, como o sol nascer do lado leste e se por na posição oeste todos os dias e as estações se repetirem todos os anos. O objetivo de apresentarmos todos esses exemplos é para mostrar que não podemos permitir que esse tipo de conceito do "ah, de novo?!", ou "ah, vão falar a mesma coisa?!" retire o nosso desfrute na vida da igreja. Tudo depende da nossa atitude diante da Palavra de Deus. Se formos orgulhosos, nada se nos aproveitará, mas, se formos humildes, seremos saciados fartamente com as mesmas palavras (Lc 1:53; Pv 27:7).
Infelizmente, muitos deixam de participar das conferências bíblicas por pensar que serão faladas as mesmas palavras. Isso é agir como o filho que deixa de almoçar no "dia das mães" na casa dela, por saber que vai encontrar o prato que ela sempre prepara nessa ocasião. Quem procede assim, perde não somente o desfrute da Palavra, mas a esfera maravilhosa e o convívio entre os irmãos (SI 133).
Necessitamos mudar nossa atitude! O Senhor precisa nos libertar do conceito de não querer ouvir de novo as mesmas palavras. As mensagens podem ser sempre as mesmas, mas o falar de Deus é sempre fresco. Quando Deus repete algo, é segurança para nós (Fp 3:1)! Louvado seja o nosso Senhor!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Pv 27:7; Lc 1:53; Fp 3:1
Não devemos nos cansar de ouvir as mesmas palavras. Vimos que o nosso Deus tem como princípio repetir Suas palavras. No Novo Testamento temos os quatro Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João. Por que quatro biografias do Senhor Jesus, citando praticamente os mesmos fatos? Por que eles escreveram sobre os mesmos acontecimentos? Porque a repetição é necessária!
A repetição pode ser vista em todo tipo de vida. Até mesmo na criação temos ciclos repetitivos, como o sol nascer do lado leste e se por na posição oeste todos os dias e as estações se repetirem todos os anos. O objetivo de apresentarmos todos esses exemplos é para mostrar que não podemos permitir que esse tipo de conceito do "ah, de novo?!", ou "ah, vão falar a mesma coisa?!" retire o nosso desfrute na vida da igreja. Tudo depende da nossa atitude diante da Palavra de Deus. Se formos orgulhosos, nada se nos aproveitará, mas, se formos humildes, seremos saciados fartamente com as mesmas palavras (Lc 1:53; Pv 27:7).
Infelizmente, muitos deixam de participar das conferências bíblicas por pensar que serão faladas as mesmas palavras. Isso é agir como o filho que deixa de almoçar no "dia das mães" na casa dela, por saber que vai encontrar o prato que ela sempre prepara nessa ocasião. Quem procede assim, perde não somente o desfrute da Palavra, mas a esfera maravilhosa e o convívio entre os irmãos (SI 133).
Necessitamos mudar nossa atitude! O Senhor precisa nos libertar do conceito de não querer ouvir de novo as mesmas palavras. As mensagens podem ser sempre as mesmas, mas o falar de Deus é sempre fresco. Quando Deus repete algo, é segurança para nós (Fp 3:1)! Louvado seja o nosso Senhor!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
É segurança para vós outros (1)
Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas (Fp 3:1)
1 Co 4:15; 2 Pe 1:12-15
Não podemos nos cansar de ouvir as mesmas palavras na vida da igreja. Pelo contrário, a repetição é segurança para nós! Falar as mesmas coisas é sinal de amor. Um pai e uma mãe sempre lembram o filho de levar um agasalho para não passar frio, indicando uma preocupação amorosa.
Para aqueles que não gostam de repetição, gostaria de fazer a seguinte pergunta: na Bíblia, existe repetição ou não? Lemos a Bíblia várias vezes, ela continua com o mesmo número de livros, capítulos e versículos. Embora leiamos a Bíblia ano após ano, ela nos é sempre nova, nos traz vida e revelação.
Deus é repetitivo ou não? No Antigo Testamento, temos um livro chamado Deuteronômio, que significa o "refalar de Deus", a repetição da lei. Deus já havia mandado Moisés escrever a lei e as ordenanças em livros como Êxodo e Levítico. Porém, em Deuteronômio, Deus ordenou a Moisés que escrevesse as mesmas palavras novamente. O fato de Deus pedir para registrar o mesmo conteúdo, mostra que Ele é um Pai para Seu povo.
Também temos 1 e 2 Reis, 1 e 2 Crônicas, livros nos quais lemos as mesmas histórias. Porque houve a necessidade de registrar novamente o que aconteceu com alguns reis? Porque Deus é repetitivo, e isso é um princípio divino. Tomemos como exemplo a comida básica dos brasileiros: o arroz e o feijão. Será que nos cansamos de todos os dias tê-los sobre nossas mesas? Conhecemos vários brasileiros que, ao viajar para outros países, sentem saudades deles. O mesmo princípio vale para as verdades bíblicas que temos ouvido. Podemos dizer que invocar o nome do Senhor e negar a si mesmo são o nosso "arroz e feijão" espirituais. Aleluia! E nossa leitura do Alimento Diário? É como o nosso "pãozinho francês" de cada dia. Temos a sensação de que não podemos abrir mão disso.
Precisamos perceber que as palavras repetidas por aqueles que são experientes na obra do Senhor são segurança para nós. Esse é o sentimento que o apóstolo Paulo teve ao escrever sua carta endereçada à igreja em Filipos. Quando escreveu Filipenses, ele estava com a idade avançada. Ele agiu como um verdadeiro pai (Fp 3:1; 1 Co 4:15). Esse também foi o sentimento do apóstolo Pedro, em sua maturidade, já prestes a partir para o Senhor, de nos fazer lembrar acerca da presente verdade, mesmo já estando confirmados nela e de nos despertar a lembrança de tudo o que era importante ser lembrado (2 Pe 1:12-15).
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
1 Co 4:15; 2 Pe 1:12-15
Não podemos nos cansar de ouvir as mesmas palavras na vida da igreja. Pelo contrário, a repetição é segurança para nós! Falar as mesmas coisas é sinal de amor. Um pai e uma mãe sempre lembram o filho de levar um agasalho para não passar frio, indicando uma preocupação amorosa.
Para aqueles que não gostam de repetição, gostaria de fazer a seguinte pergunta: na Bíblia, existe repetição ou não? Lemos a Bíblia várias vezes, ela continua com o mesmo número de livros, capítulos e versículos. Embora leiamos a Bíblia ano após ano, ela nos é sempre nova, nos traz vida e revelação.
Deus é repetitivo ou não? No Antigo Testamento, temos um livro chamado Deuteronômio, que significa o "refalar de Deus", a repetição da lei. Deus já havia mandado Moisés escrever a lei e as ordenanças em livros como Êxodo e Levítico. Porém, em Deuteronômio, Deus ordenou a Moisés que escrevesse as mesmas palavras novamente. O fato de Deus pedir para registrar o mesmo conteúdo, mostra que Ele é um Pai para Seu povo.
Também temos 1 e 2 Reis, 1 e 2 Crônicas, livros nos quais lemos as mesmas histórias. Porque houve a necessidade de registrar novamente o que aconteceu com alguns reis? Porque Deus é repetitivo, e isso é um princípio divino. Tomemos como exemplo a comida básica dos brasileiros: o arroz e o feijão. Será que nos cansamos de todos os dias tê-los sobre nossas mesas? Conhecemos vários brasileiros que, ao viajar para outros países, sentem saudades deles. O mesmo princípio vale para as verdades bíblicas que temos ouvido. Podemos dizer que invocar o nome do Senhor e negar a si mesmo são o nosso "arroz e feijão" espirituais. Aleluia! E nossa leitura do Alimento Diário? É como o nosso "pãozinho francês" de cada dia. Temos a sensação de que não podemos abrir mão disso.
Precisamos perceber que as palavras repetidas por aqueles que são experientes na obra do Senhor são segurança para nós. Esse é o sentimento que o apóstolo Paulo teve ao escrever sua carta endereçada à igreja em Filipos. Quando escreveu Filipenses, ele estava com a idade avançada. Ele agiu como um verdadeiro pai (Fp 3:1; 1 Co 4:15). Esse também foi o sentimento do apóstolo Pedro, em sua maturidade, já prestes a partir para o Senhor, de nos fazer lembrar acerca da presente verdade, mesmo já estando confirmados nela e de nos despertar a lembrança de tudo o que era importante ser lembrado (2 Pe 1:12-15).
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Esvaziar-se, Amar e voltar à Simplicidade
Receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompido a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo (2 Co 11:3)
Mt 7:21; Lc 6:46; 1 Co 8:1-3; 2 Co 5:17; Ap 21:5a
Os ministros da nova aliança são pessoas de atitude. O Evangelho de Mateus registra: ''Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (3:2). No passado, tínhamos esse versículo apenas como uma mudança de mente (metanóia em grego - meta = mudança e nóia = mente). Contudo esse versículo tem sido novo para nós, pois também tem trazido revelação quanto à mudança de atitude.
De nada adianta somente saber, por exemplo, que precisa fazer exercícios físicos para preservar a sua saúde. Tampouco basta ter o conhecimento que precisa fazer uma dieta. É preciso ter a atitude de fazer os exercícios regularmente e realizar a dieta (Lc 6:46; Mt 7:21).
Qual tem sido a nossa atitude quanto à Palavra de Deus que recebemos? Buscamos satisfazer a nossa necessidade mental ou desejamos alimentar nosso espírito? Em Mateus 5:3, lemos: "Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus". Esse versículo mostra que precisamos nos esvaziar diante do Senhor, dia após dia. Uma das características de um ministro da nova aliança é que ele se esvazia para sempre receber coisas novas do Senhor (2 Co 5:17; Ap 21:5a).
Ele também é uma pessoa que edifica com amor. Paulo disse: "No que se refere às coisas sacrificadas a ídolos, reconhecemos que todos somos senhores do saber. O saber ensoberbece, mas o amor edifica. Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele" (1 Co 8:1-3). Nós precisamos do conhecimento, mas com humildade. O foco no saber traz soberba, críticas e autossuficiência, mas o amor edifica.
Um ministro deve sempre manter a simplicidade, conforme vemos na Palavra de Deus: "Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo" (2 Co 11:3). Precisamos ter o desejo de retomar à simplicidade e à pureza devidas a Cristo.
Com o passar dos anos, porque ficamos "sabidos demais", perdemos a simplicidade e nos tornamos orgulhosos. Já não somos mais pobres em espírito, já não somos tão amáveis e nos tornamos complicados. Essa postura não agrada ao Senhor.
Voltemos a ser pobres em espírito, a ser simples, amando o Senhor e as pessoas. Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Mt 7:21; Lc 6:46; 1 Co 8:1-3; 2 Co 5:17; Ap 21:5a
Os ministros da nova aliança são pessoas de atitude. O Evangelho de Mateus registra: ''Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus" (3:2). No passado, tínhamos esse versículo apenas como uma mudança de mente (metanóia em grego - meta = mudança e nóia = mente). Contudo esse versículo tem sido novo para nós, pois também tem trazido revelação quanto à mudança de atitude.
De nada adianta somente saber, por exemplo, que precisa fazer exercícios físicos para preservar a sua saúde. Tampouco basta ter o conhecimento que precisa fazer uma dieta. É preciso ter a atitude de fazer os exercícios regularmente e realizar a dieta (Lc 6:46; Mt 7:21).
Qual tem sido a nossa atitude quanto à Palavra de Deus que recebemos? Buscamos satisfazer a nossa necessidade mental ou desejamos alimentar nosso espírito? Em Mateus 5:3, lemos: "Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus". Esse versículo mostra que precisamos nos esvaziar diante do Senhor, dia após dia. Uma das características de um ministro da nova aliança é que ele se esvazia para sempre receber coisas novas do Senhor (2 Co 5:17; Ap 21:5a).
Ele também é uma pessoa que edifica com amor. Paulo disse: "No que se refere às coisas sacrificadas a ídolos, reconhecemos que todos somos senhores do saber. O saber ensoberbece, mas o amor edifica. Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele" (1 Co 8:1-3). Nós precisamos do conhecimento, mas com humildade. O foco no saber traz soberba, críticas e autossuficiência, mas o amor edifica.
Um ministro deve sempre manter a simplicidade, conforme vemos na Palavra de Deus: "Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo" (2 Co 11:3). Precisamos ter o desejo de retomar à simplicidade e à pureza devidas a Cristo.
Com o passar dos anos, porque ficamos "sabidos demais", perdemos a simplicidade e nos tornamos orgulhosos. Já não somos mais pobres em espírito, já não somos tão amáveis e nos tornamos complicados. Essa postura não agrada ao Senhor.
Voltemos a ser pobres em espírito, a ser simples, amando o Senhor e as pessoas. Aleluia!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
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