Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne (Hb 10:19-20).
Êx 25:10-22; Mt 27:51; Rm 10:13; 2 Co 11:3
No tabernáculo havia um terceiro compartimento: o Santo dos Santos, a parte mais interior, conhecida também como Lugar Santíssimo, pois apenas o sumo sacerdote podia entrar nesse espaço, uma vez ao ano, além de Moisés, que podia circular pelo ambiente a qualquer momento. Ali era o lugar onde Deus se avistava com o homem (Êx 25:10-22). Hoje, o Santo dos Santos é o nosso espírito regenerado, no qual habita o Espírito de Deus, onde podemos adorar a Deus e ter comunhão com Ele.
Em Hebreus 10:19-20 temos a revelação de como podemos entrar no Santo dos Santos. Entre o Santo dos Santos e o Santo Lugar havia um véu, uma cortina, que os separava. Quando o Senhor Jesus morreu na cruz, o véu do santuário foi rasgado em duas partes, de alto a baixo (Mt 27:51). Esse véu representa o corpo do Senhor Jesus, Sua carne, que foi partida por nós (Lc 22:19).
O véu ficava dependurado em quatro colunas que, por sua vez, formavam três entradas, representando o Deus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito. Cremos que a parte rasgada foi a do meio, simbolizando que o Filho, ou seja, o Senhor Jesus na cruz foi partido por nós, e, por meio de Seu sangue, hoje podemos entrar com intrepidez na presença de Deus, em nosso espírito humano, que é a realidade do Santo dos Santos.
Talvez alguém pergunte: como posso entrar no Santos dos Santos hoje? Como está registrado em Romanos 10:6-7, não é preciso que façamos grandes esforços. Nós, que cremos em Cristo, temos a palavra da fé bem próxima de nós, na nossa boca e no nosso coração. Por isso, quando invocamos o nome do Senhor, podemos receber as riquezas de Deus em nós e deixar toda a "pobreza espiritual" de lado (vs. 12-13). Precisamos mudar de mentalidade e voltar à simplicidade e pureza devidas a Cristo (2 Co 11:3), invocando: "Ó Senhor Jesus! Ó Senhor Jesus! Ó Senhor Jesus!". Assim, crendo com o coração e confessando com a boca a respeito da salvação, declarando que Jesus é o Senhor, ganharemos cada vez mais a salvação de Deus!
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos..." RM13:11
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Jesus é nossa oferta
Andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave (Ef 5:2).
Êx 25:8-9, 40; 30:18-21; 40:26; 1 Co 6:11; Hb 9:22; Ap 5:8; 8:3-4
Hoje usaremos a figura do tabernáculo, habitação de Deus no Antigo Testamento (Êx 25:8-9, 40), para descrever como se deu a nossa justificação e reconciliação com Deus. Nele, havia três compartimentos: o átrio, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. O átrio continha o altar do holocausto, que servia para os filhos de Israel resolverem o problema do pecado com Deus. No Antigo Testamento, por meio da imolação de um animal, o pecador tinha base para se aproximar do Senhor. O ofertante trazia o animal, impunha as mãos sobre ele e, então, o imolava. Depois de morto o animal, seu sangue era aspergido ao redor do altar pelo sacerdote. Este, então, colocava o animal sobre o altar para ser queimado pelo fogo.
Isso tudo representa o sacrifício de Cristo a nosso favor. Visto que, sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados (Hb 9:22), por meio de Sua morte, o homem pecador é justificado. Cristo é o mediador entre Deus e os homens; é Ele que nos permite ter paz com Deus. Por isso o Senhor Jesus tem para nós um valor inestimável! Foi Ele quem morreu em nosso lugar, quem foi "queimado e virou cinzas", e por Sua morte um "aroma suave" subiu até Deus Pai e nos reconciliou com Ele (Ef 5:2; Rm 5:10). Aleluia! Por meio Dele, fomos perdoados, purificados e reconciliados com Deus. No átrio havia também a bacia de bronze, onde os sacerdotes se lavavam e se santificavam para servir no tabernáculo (Êx 30:18-21). Isso significa que, uma vez reconciliados, temos de passar pelo lavar santificador do Espírito e da Palavra (1 Co 6:11; Ef 5:26).
Na entrada do Santo Lugar havia cinco colunas, figurando a responsabilidade dos ministros da reconciliação. Como tais, hoje, temos a responsabilidade de reconciliar as pessoas com Deus, levando-as à Sua paz (2 Co 5:18-19). Baseados nisso, o Senhor nos deu o projeto 3-5-15: o número três significa triplicar; o cinco, responsabilidade; e o 15, até o final de 2015. Portanto, como aqueles que foram reconciliados com Deus e a quem foi confiada a palavra da reconciliação, nossa comissão atual é frutificar no viver da igreja, com compromisso, procurando triplicar o número de irmãos até o final de 2015.
Nossa tarefa não termina ao ajudar um pecador a ser salvo. Ainda devemos conduzir as pessoas para o Santo Lugar, onde temos a mesa dos pães da proposição, que prefigura o Senhor como nosso alimento. Essa mesa dos pães representa também a experiência da mesa do Senhor, nas reuniões do partir do pão em memória Dele. Ainda no Santo Lugar, temos o candelabro de ouro, simbolizando a luz da Palavra de Deus, e o altar de incenso localizado no centro do tabernáculo (Êx 40:26), que representa nossas orações ao Senhor (Ap 5:8, 8:3-4). O altar, isto é, a oração, e o incenso, ou seja, Cristo, é um sinal de que a intercessão dos santos precisa ser cheia do Senhor. Essa deve ser a nossa responsabilidade.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Êx 25:8-9, 40; 30:18-21; 40:26; 1 Co 6:11; Hb 9:22; Ap 5:8; 8:3-4
Hoje usaremos a figura do tabernáculo, habitação de Deus no Antigo Testamento (Êx 25:8-9, 40), para descrever como se deu a nossa justificação e reconciliação com Deus. Nele, havia três compartimentos: o átrio, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. O átrio continha o altar do holocausto, que servia para os filhos de Israel resolverem o problema do pecado com Deus. No Antigo Testamento, por meio da imolação de um animal, o pecador tinha base para se aproximar do Senhor. O ofertante trazia o animal, impunha as mãos sobre ele e, então, o imolava. Depois de morto o animal, seu sangue era aspergido ao redor do altar pelo sacerdote. Este, então, colocava o animal sobre o altar para ser queimado pelo fogo.
Isso tudo representa o sacrifício de Cristo a nosso favor. Visto que, sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados (Hb 9:22), por meio de Sua morte, o homem pecador é justificado. Cristo é o mediador entre Deus e os homens; é Ele que nos permite ter paz com Deus. Por isso o Senhor Jesus tem para nós um valor inestimável! Foi Ele quem morreu em nosso lugar, quem foi "queimado e virou cinzas", e por Sua morte um "aroma suave" subiu até Deus Pai e nos reconciliou com Ele (Ef 5:2; Rm 5:10). Aleluia! Por meio Dele, fomos perdoados, purificados e reconciliados com Deus. No átrio havia também a bacia de bronze, onde os sacerdotes se lavavam e se santificavam para servir no tabernáculo (Êx 30:18-21). Isso significa que, uma vez reconciliados, temos de passar pelo lavar santificador do Espírito e da Palavra (1 Co 6:11; Ef 5:26).
Na entrada do Santo Lugar havia cinco colunas, figurando a responsabilidade dos ministros da reconciliação. Como tais, hoje, temos a responsabilidade de reconciliar as pessoas com Deus, levando-as à Sua paz (2 Co 5:18-19). Baseados nisso, o Senhor nos deu o projeto 3-5-15: o número três significa triplicar; o cinco, responsabilidade; e o 15, até o final de 2015. Portanto, como aqueles que foram reconciliados com Deus e a quem foi confiada a palavra da reconciliação, nossa comissão atual é frutificar no viver da igreja, com compromisso, procurando triplicar o número de irmãos até o final de 2015.
Nossa tarefa não termina ao ajudar um pecador a ser salvo. Ainda devemos conduzir as pessoas para o Santo Lugar, onde temos a mesa dos pães da proposição, que prefigura o Senhor como nosso alimento. Essa mesa dos pães representa também a experiência da mesa do Senhor, nas reuniões do partir do pão em memória Dele. Ainda no Santo Lugar, temos o candelabro de ouro, simbolizando a luz da Palavra de Deus, e o altar de incenso localizado no centro do tabernáculo (Êx 40:26), que representa nossas orações ao Senhor (Ap 5:8, 8:3-4). O altar, isto é, a oração, e o incenso, ou seja, Cristo, é um sinal de que a intercessão dos santos precisa ser cheia do Senhor. Essa deve ser a nossa responsabilidade.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
O Jesus é o centro do evangelho
Com respeito a seu Filho, o qual, segundo a carne, veio da descendência de Davi e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor (Rm 1:3-4)
Sl 2:7; Jo 3:17; 5:30; Rm 3:23; 8:29; 10:13; 11:36; Fp 2:8-11
O conteúdo do livro de Romanos traz temas de extrema relevância com respeito ao evangelho de Deus. Essa boa-nova de Deus ao homem não é uma mensagem maçante, apenas teórica. Trata-se de uma Pessoa viva, o próprio Filho de Deus enviado ao homem pecador, sem esperança e carente da glória de Deus (Rm 3:23).
Mesmo que o ser humano tenha nascido sob o jugo da "herança maldita" do velho homem, Deus não ficou indiferente à sua condição pecaminosa, mas enviou Seu Filho, que segundo a carne veio da descendência de Davi, nascido de Maria, para salvá-lo de toda condenação (Jo 3:16-17).
É de suma importância ressaltar que em Seu viver terrenal o Senhor Jesus não fazia Sua própria vontade, pois dependia a todo tempo do Pai (5:30). Se não fosse o viver humano vitorioso do Senhor Jesus Cristo e Sua redenção maravilhosa preparada para nós, mediante a morte de cruz, a comissão que Deus Lhe havia encarregado teria falhado (Fp 2:8-11). No entanto Jesus é o nosso modelo por ter feito o que Deus queria que Ele fizesse: "Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou" (Jo 6:38). De fato, Jesus é o Autor e Consumador de nossa fé; Nele temos a garantia da esperança de nossa salvação, nossa redenção eterna (1 Ts 5:8-9; Hb 12:2).
Romanos 1:4 afirma que Jesus, como Filho do Homem, foi designado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito de santidade pela ressurreição dos mortos. Ele jamais viu a corrupção, obtendo a aprovação de Deus Pai e sendo o "primeiro Filho" gerado de Deus em ressurreição, o Primogênito dentre os mortos (Sl 2:7; Hb 1:5; Rm 8:29; Cl 1:15).
Devemos nos alegrar no Senhor, pois Ele nos libertou do nosso velho homem, de quem éramos escravos desde nascença. Agora estamos libertos para servir ao Senhor Jesus em novidade de vida. Basta invocar: “Ó Senhor Jesus!", para ter Sua companhia e fazer tudo com Ele e para Ele (Rm 10:13; 11:36; Cl 3:17).
(Palavra Extraída do Alimento Diário)
Sl 2:7; Jo 3:17; 5:30; Rm 3:23; 8:29; 10:13; 11:36; Fp 2:8-11
O conteúdo do livro de Romanos traz temas de extrema relevância com respeito ao evangelho de Deus. Essa boa-nova de Deus ao homem não é uma mensagem maçante, apenas teórica. Trata-se de uma Pessoa viva, o próprio Filho de Deus enviado ao homem pecador, sem esperança e carente da glória de Deus (Rm 3:23).
Mesmo que o ser humano tenha nascido sob o jugo da "herança maldita" do velho homem, Deus não ficou indiferente à sua condição pecaminosa, mas enviou Seu Filho, que segundo a carne veio da descendência de Davi, nascido de Maria, para salvá-lo de toda condenação (Jo 3:16-17).
É de suma importância ressaltar que em Seu viver terrenal o Senhor Jesus não fazia Sua própria vontade, pois dependia a todo tempo do Pai (5:30). Se não fosse o viver humano vitorioso do Senhor Jesus Cristo e Sua redenção maravilhosa preparada para nós, mediante a morte de cruz, a comissão que Deus Lhe havia encarregado teria falhado (Fp 2:8-11). No entanto Jesus é o nosso modelo por ter feito o que Deus queria que Ele fizesse: "Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou" (Jo 6:38). De fato, Jesus é o Autor e Consumador de nossa fé; Nele temos a garantia da esperança de nossa salvação, nossa redenção eterna (1 Ts 5:8-9; Hb 12:2).
Romanos 1:4 afirma que Jesus, como Filho do Homem, foi designado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito de santidade pela ressurreição dos mortos. Ele jamais viu a corrupção, obtendo a aprovação de Deus Pai e sendo o "primeiro Filho" gerado de Deus em ressurreição, o Primogênito dentre os mortos (Sl 2:7; Hb 1:5; Rm 8:29; Cl 1:15).
Devemos nos alegrar no Senhor, pois Ele nos libertou do nosso velho homem, de quem éramos escravos desde nascença. Agora estamos libertos para servir ao Senhor Jesus em novidade de vida. Basta invocar: “Ó Senhor Jesus!", para ter Sua companhia e fazer tudo com Ele e para Ele (Rm 10:13; 11:36; Cl 3:17).
(Palavra Extraída do Alimento Diário)
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
A obra na África e Europa
Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai (Fp 2:9-11)
Mt 24:14; Ap 5:9b-10
Precisamos agradecer ao Senhor pela maneira prática e acessível que o evangelho do reino tem sido pregado para testemunho a todos os povos, tribos, línguas e nações (Mt 24:14; Ap 5:9b-10). Ultrapassando as fronteiras da América Latina, constatamos o avanço do evangelho, as boas notícias de Deus ao homem, também em continentes como África e Europa. Por meio das orações intensas de todo o Corpo de Cristo, as barreiras têm sido superadas, uma por uma, com o firme propósito de a Palavra de Deus alcançar inúmeros países nesses dois continentes.
Na África, encontramos adversidades como a epidemia de ebola, vírus que provoca febre hemorrágica e tem levado uma multidão de pessoas à morte; epidemia esta recorrente também em países como o Congo e a Nigéria. A Nigéria, é o país mais populoso de todo continente africano. Nesse país, em uma das cidades, há uma congregação com cinco mil membros que tem avançado conosco na edificação das igrejas. Em outras regiões desse continente, como o país insular de Madagascar, assim como nas nações de Moçambique, Malawi, Quênia, Tanzânia, Ruanda, Zâmbia e Zimbabwe, a obra do Senhor tem progredido, e o resultado é que as igrejas estão surgindo, as conferências nacionais têm acontecido e a colportagem avançado. Em alguns países também tem ocorrido o "Desperta Geração" - um evento de evangelismo que reúne jovens irmãos de várias congregações. Mesmo com todas as dificuldades possíveis, temos unidades do BooKafé em alguns países, cujo papel principal é permitir o acesso à Bíblia e aos livros espirituais e, assim, levar várias pessoas à Fé.
Na Europa não tem sido diferente. Por meio de colportores, os livros têm sido semeados em Barcelona, por exemplo. Há de se ressaltar a eficiência do encargo BooKafé em países como a Espanha, Portugal, Romênia, onde portas têm sido abertas frequentemente. Genebra, cidade suíça considerada polo mundial, e Dublin, capital da Irlanda, receberam recentemente unidades do Bookafé. Na Alemanha, um espaço destinado a esse encargo está em construção. Já há um casal de colportores disponíveis para servir ali. Na Bélgica, pela providência do Senhor, um pastor abriu a destra da comunhão de setenta igrejas.
Há ainda a prática do PLN - Projeto Línguas e Nações -, que tem funcionado como braço direito do CEAPE - Centro de Aperfeiçoamento para Propagação do Evangelho. No PLN, jovens voluntários têm se desdobrado no estudo da língua inglesa e paralelamente servem no BooKafé. Aleluia, somos coparticipantes da obra do Senhor nesses dois continentes, em especial por meio das orações e de ofertas de riquezas materiais. Precisamos continuar orando e ofertando, para que o nome do Senhor Jesus que está acima de todo nome, nos céus, na terra e debaixo da terra, continue sendo confessado por muitos povos africanos e europeus para a glória de Deus Pai (Fp 2:9-11).
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Mt 24:14; Ap 5:9b-10
Precisamos agradecer ao Senhor pela maneira prática e acessível que o evangelho do reino tem sido pregado para testemunho a todos os povos, tribos, línguas e nações (Mt 24:14; Ap 5:9b-10). Ultrapassando as fronteiras da América Latina, constatamos o avanço do evangelho, as boas notícias de Deus ao homem, também em continentes como África e Europa. Por meio das orações intensas de todo o Corpo de Cristo, as barreiras têm sido superadas, uma por uma, com o firme propósito de a Palavra de Deus alcançar inúmeros países nesses dois continentes.
Na África, encontramos adversidades como a epidemia de ebola, vírus que provoca febre hemorrágica e tem levado uma multidão de pessoas à morte; epidemia esta recorrente também em países como o Congo e a Nigéria. A Nigéria, é o país mais populoso de todo continente africano. Nesse país, em uma das cidades, há uma congregação com cinco mil membros que tem avançado conosco na edificação das igrejas. Em outras regiões desse continente, como o país insular de Madagascar, assim como nas nações de Moçambique, Malawi, Quênia, Tanzânia, Ruanda, Zâmbia e Zimbabwe, a obra do Senhor tem progredido, e o resultado é que as igrejas estão surgindo, as conferências nacionais têm acontecido e a colportagem avançado. Em alguns países também tem ocorrido o "Desperta Geração" - um evento de evangelismo que reúne jovens irmãos de várias congregações. Mesmo com todas as dificuldades possíveis, temos unidades do BooKafé em alguns países, cujo papel principal é permitir o acesso à Bíblia e aos livros espirituais e, assim, levar várias pessoas à Fé.
Na Europa não tem sido diferente. Por meio de colportores, os livros têm sido semeados em Barcelona, por exemplo. Há de se ressaltar a eficiência do encargo BooKafé em países como a Espanha, Portugal, Romênia, onde portas têm sido abertas frequentemente. Genebra, cidade suíça considerada polo mundial, e Dublin, capital da Irlanda, receberam recentemente unidades do Bookafé. Na Alemanha, um espaço destinado a esse encargo está em construção. Já há um casal de colportores disponíveis para servir ali. Na Bélgica, pela providência do Senhor, um pastor abriu a destra da comunhão de setenta igrejas.
Há ainda a prática do PLN - Projeto Línguas e Nações -, que tem funcionado como braço direito do CEAPE - Centro de Aperfeiçoamento para Propagação do Evangelho. No PLN, jovens voluntários têm se desdobrado no estudo da língua inglesa e paralelamente servem no BooKafé. Aleluia, somos coparticipantes da obra do Senhor nesses dois continentes, em especial por meio das orações e de ofertas de riquezas materiais. Precisamos continuar orando e ofertando, para que o nome do Senhor Jesus que está acima de todo nome, nos céus, na terra e debaixo da terra, continue sendo confessado por muitos povos africanos e europeus para a glória de Deus Pai (Fp 2:9-11).
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
O deserto – abrigo aos filhos de Deus
Deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santa (Ap 11:2).
Dn 7:23-25; Ap 12:17
Vimos até agora quatro de cinco figuras que compõem a visão de Apocalipse 12 e hoje, por fim, veremos a última figura - o deserto e a sua relação com os nossos dias.
O deserto será o lugar que acolherá os filhos de Deus que passarão pela grande tribulação (v. 17). O versículo 6 diz: "A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias", que são três anos e meio, isto é, o período da grande tribulação. Esse período também é apresentado pela expressão "um tempo, tempos e metade de um tempo" (v. 14), que foi usada pelo profeta Daniel quando previa acerca do fim dos tempos (Dn 7:25). Por fim, o mesmo período é expresso em meses, conforme lemos: "Mas deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santa" (Ap 11:2). Assim, todos esses versículos apresentam que, no período da grande tribulação, o deserto desempenhará um papel extremamente importante para suprir os filhos de Deus que, por não amadurecerem, permanecerão na terra.
Dadas as evidências de Apocalipse e de Daniel, estima-se que a grande tribulação será mais intensa na Europa, uma vez que os dez chifres mencionados em sua profecia dizem respeito aos reis: "Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis" (Dn 7:24).
Como a águia, no mapa-múndi, está em posição de pouso em direção à América do Sul, podemos inferir que esse continente será o deserto. Além dessa premissa, temos que a América do Sul, durante anos, tem sido um continente onde não ocorrem grandes conflitos, a maioria das pessoas é humilde, reunindo, assim, as condições para que o evangelho do reino avance com maior rapidez e facilidade. Dessa forma, o deserto tem sido preparado para dar abrigo e acolhida à mulher que está fugindo do grande dragão vermelho. A partir dessa visão de que a América do Sul é o deserto, aumenta-se a responsabilidade dos que nela moram em continuar preparando-a para suprir os filhos de Deus que necessitarão de ajuda no período da grande tribulação. Nesse sentido, precisamos intensificar a pregação do evangelho do reino nas mais diversas formas. Por exemplo, as unidades do BooKafé serão importantes, proporcionando um ambiente espiritual e alento para os que passarem pelas aflições oriundas do grande dragão e seus seguidores. Também servirá de lugar de proteção para os que forem perseguidos.
Esse mesmo encargo tem sido aplicado aos continentes africano, europeu e norte-americano para que, desde já, o que está escrito na Bíblia, seja trabalhado e experimentado pelos filhos de Deus. Como cafeteria com um lugar de oração, o BooKafé pode manter-se aberto grande parte do dia e com irmãos disponíveis para receber as pessoas, servir-lhes a Palavra de Deus e orar por elas.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
Dn 7:23-25; Ap 12:17
Vimos até agora quatro de cinco figuras que compõem a visão de Apocalipse 12 e hoje, por fim, veremos a última figura - o deserto e a sua relação com os nossos dias.
O deserto será o lugar que acolherá os filhos de Deus que passarão pela grande tribulação (v. 17). O versículo 6 diz: "A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias", que são três anos e meio, isto é, o período da grande tribulação. Esse período também é apresentado pela expressão "um tempo, tempos e metade de um tempo" (v. 14), que foi usada pelo profeta Daniel quando previa acerca do fim dos tempos (Dn 7:25). Por fim, o mesmo período é expresso em meses, conforme lemos: "Mas deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santa" (Ap 11:2). Assim, todos esses versículos apresentam que, no período da grande tribulação, o deserto desempenhará um papel extremamente importante para suprir os filhos de Deus que, por não amadurecerem, permanecerão na terra.
Dadas as evidências de Apocalipse e de Daniel, estima-se que a grande tribulação será mais intensa na Europa, uma vez que os dez chifres mencionados em sua profecia dizem respeito aos reis: "Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis" (Dn 7:24).
Como a águia, no mapa-múndi, está em posição de pouso em direção à América do Sul, podemos inferir que esse continente será o deserto. Além dessa premissa, temos que a América do Sul, durante anos, tem sido um continente onde não ocorrem grandes conflitos, a maioria das pessoas é humilde, reunindo, assim, as condições para que o evangelho do reino avance com maior rapidez e facilidade. Dessa forma, o deserto tem sido preparado para dar abrigo e acolhida à mulher que está fugindo do grande dragão vermelho. A partir dessa visão de que a América do Sul é o deserto, aumenta-se a responsabilidade dos que nela moram em continuar preparando-a para suprir os filhos de Deus que necessitarão de ajuda no período da grande tribulação. Nesse sentido, precisamos intensificar a pregação do evangelho do reino nas mais diversas formas. Por exemplo, as unidades do BooKafé serão importantes, proporcionando um ambiente espiritual e alento para os que passarem pelas aflições oriundas do grande dragão e seus seguidores. Também servirá de lugar de proteção para os que forem perseguidos.
Esse mesmo encargo tem sido aplicado aos continentes africano, europeu e norte-americano para que, desde já, o que está escrito na Bíblia, seja trabalhado e experimentado pelos filhos de Deus. Como cafeteria com um lugar de oração, o BooKafé pode manter-se aberto grande parte do dia e com irmãos disponíveis para receber as pessoas, servir-lhes a Palavra de Deus e orar por elas.
(PS: Palavra Extraída do Alimento Diário)
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